sábado, 27 de fevereiro de 2010

MEU FILHO AVOADO

Déficit de Atenção e Instabilidade Psicomotora ou Síndrome Hipercinética

“Esconde tudo que possa ser quebrado, que fulano vem vindo aí, e aquele filho deles...” O indivíduo hipercinético ou instável psicomotor é o popular “capetinha” ou “bicho-carpinteiro” que não consegue prestar atenção em nada. É uma pessoa que atua de maneira confusa e intuitiva, não consegue utilizar os encadeamentos, as oposições ou as confrontações do raciocínio lógico; possui boa memória imediata para fatos concretos, porém não é capaz de ordenar os fatos no tempo; tem grandes dificuldades em lidar com o fator tempo. Necessita dispersar energia; é como se estivesse em curto-circuito, liga e desliga todo o tempo. E nem sempre é mal/educado ou mal/treinado...

Características:
São afetados por todos os tipos de estímulos externos, sendo incapazes de inibir sua necessidade de dispersão; não conseguem fixar sua atenção em algo por muito tempo; elas se fixam tanto nos detalhes quanto no conjunto, mas qualquer atividade ordenada lhes causa fadiga. Tem sua atenção no que estão fazendo tirada por estímulos que outros nem sequer chegam a perceber como a buzina de um automóvel, o vôo de um inseto, numa sala de aula são capazes de encantar-se com detalhes num lápis ou numa borracha que as outras crianças nem notam. Esquecem-se com freqüência dos detalhes de suas atividades diárias. Nas relações sociais, a desatenção pode manifestar-se por freqüentes mudanças de assunto, por não serem capazes de fixar-se naquilo que está sendo falado e por se distraírem com tudo o que os cerca.

Por funcionarem em curto-circuito, estão sempre aptos a realizarem muito bem tarefas que requeiram muita energia em pouco tempo. Elas irradiam tanta energia no que fazem; que contaminam os que estão à sua volta; e quando em idade escolar freqüentemente transformam-se num foco de perturbação para a execução de qualquer tarefa em sala de aula que exija um esforço constante de atenção e de elaboração mental; o que, ocasiona conflitos com professores; com a escola e dentro da família. Quase sempre pais e educadores por falta de conhecimento do problema interpretam esse distúrbio como um ato voluntário; devido a isso, essas crianças são ajudadas ou tratadas de forma inadequada.

Sinais que podem conduzir ao diagnóstico precoce da SDAH
a) No bebê alguns sinais podem indicar um possível desenvolvimento da SDHA mais tardio como: períodos de sono mais curtos; despertar várias vezes à noite; chorar sem motivo aparente; cólicas abdominais freqüentes e mais fortes que o habitual; alto grau de insatisfação e desconforto. Os bebês e as crianças pré/escolares hiperativas diferem das crianças ativas por estarem constantemente inquietas e envolvidas com tudo que ocorre ao seu redor; movem-se o tempo todo e rapidamente, correndo de um lugar para outro, subindo em móveis; os maiores apresentam dificuldades para trabalhos em grupo durante a pré/escola (atender a uma ordem, sentar-se para ouvir uma história, etc.).
b) As crianças em idade escolar têm comportamentos parecidos; mas em geral com menos intensidade e freqüência que os bebês e os pré/escolares. Têm dificuldades em permanecer sentadas durante a refeição; enquanto fazem lições ou assistem a um programa de televisão. Manuseiam objetos compulsivamente e batem com as mãos ao mesmo tempo, que balançam pernas e braços. Com freqüência falam demais e podem fazer ruídos durante atividades tranqüilas. São impulsivos e impacientes. Não protelam respostas, que são proferidas antes mesmo das perguntas terem sido completadas. Não conseguem aguardar sua vez, invadem com freqüência ambientes como consultórios médicos onde estão sendo consultados outros pacientes que os antecedem. Interrompem a conversa dos outros. Costuma agarrar objetos de outras pessoas; tocar em coisas sem permissão e fazer palhaçadas para chamar a atenção. Por não conseguirem controlar seus impulsos correm sempre riscos de provocar ou sofrer acidentes (como por exemplo, derrubar objetos e colidir com pessoas, segurar e deixar cair objetos quentes). Essas manifestações de comportamento estão sempre presentes em qualquer local onde se encontrem.
c) Em adolescentes e adultos, por contenção própria ou educacional, estes sintomas assumem a forma de sensações de inquietação e ansiedade exacerbada e dificuldade para se envolver com atividades tranqüilas ou sedentárias.

Diagnóstico
O diagnóstico do problema é sempre clínico e raramente essas crianças são portadoras de outras lesões ou distúrbios que podem acompanhar o quadro. Embora, muitos costumem apresentar alterações na coordenação motora e inadequação espaço/temporal.
O diagnóstico deve ser cuidadoso e criterioso, uma vez que vários conflitos circunstanciais podem se manifestar através de comportamentos semelhantes (lares ou ambientes caóticos, desorganizados e conflituosos). É fundamental constatar-se esse padrão de comportamento por um período de seis meses, em ambientes diferentes. O diagnóstico diferencial sempre deve ser feito com a ajuda de um neurologista.

Critérios diagnósticos para Transtornos de Déficit de Atenção-Hiperatividade

A) Relacionados à Desatenção
Se seis ou mais sintomas de desatenção persistirem por pelo menos seis meses, pode-se caracterizar a criança como portadora do distúrbio. São eles:
• Falta de atenção a detalhes ou erros freqüentes por descuido em atividades escolares de trabalho ou outras atividades;
• Dificuldade para manter a atenção em tarefas ou brincadeiras;
• Dificuldade para escutar quando lhe dirigem a palavra;
• Dificuldade para seguir instruções e para terminar tarefas escolares ou domésticas;
• Dificuldade para organizar-se em tarefas ou atividades;
• Relutância em envolver-se nas tarefas que exigem esforço mental constante;
• Perda freqüente de objetos necessários à realização de tarefas ou atividades;
• Distração fácil por estímulos alheios à tarefa;
• Esquecimento freqüente de atividades diárias.

B) Relacionados à Hiperatividade/Impulsividade
A persistência de pelo menos seis sintomas por mais de seis meses também ajuda a caracterizar a criança portadora do distúrbio.

Tais sintomas são:

1)Hiperatividade
• Agitação freqüente de mãos e pés, com dificuldade para se aquietar na cadeira comendo, em sala de aula ou em situações nas quais se espera que permaneça sentada;
• Inquietude extrema; ela faz tudo com pressa, correndo;
• Falar demais;
• Correr ou escalar objetos com freqüência, em situações nas quais isso não é apropriado;
• Dificuldade para brincar ou se envolver em silêncio em atividades de lazer.

2) Impulsividade
• Respostas precipitadas, emitidas antes de terminada a pergunta;
• Interrupção habitual dos assuntos dos outros (por exemplo, conversas ou brincadeiras) ou ainda intromissão freqüente nos mesmos;
• Dificuldade para aguardar sua vez.

Problemas causados pela instabilidade psicomotora
a) Transtornos da afetividade: essas crianças apresentam um excesso de expressão nas emoções e uma ambivalência nas reações. Que se manifestam; por exemplo, por acessos de cólera que se transformam rapidamente em carícias, dores que aparecem e somem sem ajuda, tristeza que se transforma em repentina alegria.
b) Transtornos psicológicos: dependendo da idade, apresentam pouca tolerância à frustração; acessos de raiva nos quais agridem tudo que estiver à sua volta; até a si próprios; atirando-se ao chão puxando os próprios cabelos; denotam caráter dominador; são teimosos; insistentes em suas solicitações até á obstinação; apresentam instabilidade de humor; são impulsivos e impacientes; e muitos denotam baixa auto-estima.
c) Transtornos de conduta: atos de indisciplina com arrependimento quase imediato, necessidade constante de mudanças e de movimentos, palavras e gestos entrecortados por outros.
d) Transtornos de sociabilidade: quase sempre são rejeitados por seus companheiros, desenvolvem relacionamentos complicados com a família e com os professores. As manifestações por impulsividade comportamental e cognitiva acarretam um desgaste emocional do indivíduo, bem como de seus familiares e educadores.

Os sintomas são agravados:
Em situações que exigem atenção ou esforço mental constantes; ou mesmo naquelas que não possuem um apelo interessante como ouvir professores, realizar tarefas escolares, escutar ou ler materiais extensos ou trabalhar em tarefas monótonas e repetitivas; participar de reuniões sociais ou eventos religiosos que exijam concentração e silêncio.

Os sintomas são atenuados:
Algumas vezes os sinais podem ser atenuados ou estar ausentes quando o indivíduo se encontra sob controle rígido; em uma situação nova; em uma atividade muito interessante; ou quando a atenção é dirigida a ele.
Na maioria das vezes os sintomas atenuam-se de forma importante na adolescência e na idade adulta. Muitas vezes por contenção ou por terem sido bem cuidados na escola que tem uma importância capital na evolução do problema.

Origem do problema:
Sem dúvida ao nascimento a criança já traz consigo o gérmen do distúrbio, a tendência a predisposição que pode ser desencadeada ou acentuada por fatores ambientais e sociais. Nota-se que o número de casos aumenta a cada dia em função de vários fatores ambientais como: o excesso de estímulos propiciado pela vida moderna pela mídia, pelos artefatos e brinquedos lúdicos altamente estimuladores com sons, cores; o despreparo dos pais já que até os dois anos de idade tudo que a criança faz é motivo de encantamento e de orgulho.
O conceito médico mais atual é o de que há uma imaturidade de algumas áreas do sistema nervoso central. Essas áreas são os centros cerebrais responsáveis pelos mecanismos de atenção e concentração, pela inibição dos impulsos e pela organização das funções motoras. Desse modo as vias que transmitem os sinais nervosos estão com os neurotransmissores desregulados dificultando a condução do estímulo.

Prognóstico e Escolaridade
A síndrome do Déficit de Atenção-Hiperatividade está diretamente relacionada à escola; pois é responsável, muitas vezes, pelo baixo rendimento escolar, ocasionando repetências e problemas de aprendizagem. O comportamento desorganizado da criança leva muitas vezes à mudança de escola; pois, apesar de uma inteligência normal elas não são capazes de prestar atenção nas aulas; com isso distraem também seus colegas de classe; têm dificuldades em fazer as lições de casa; pela dificuldade em manter a postura adequada logo; tornam-se impopulares e até rejeitados pelo grupo.
Tais crianças passam a ser rotuladas de endiabradas e desobedientes, necessitam de medicamentos e técnicas de memorização para que possam realizar as tarefas escolares.
As escolas, de maneira geral, lidam mal com o problema por desconhecimento deste transtorno; pelo cumprimento de suas normas de maneira rígida e pela falta de parceria com outros profissionais: psicopedagogos, psicólogos e fonaudiológos; estes profissionais deveriam obrigatoriamente acompanhar a evolução dessas crianças, orientando pais e educadores.
É necessário também que os profissionais conheçam as fases evolutivas da criança para não confundir ataques de birra, negativismo, oposição, dificuldade de aceitar limites e outras características com o quadro de hiperatividade.
É preciso também não confundir a SDAH com as crianças com Q.I alto ou baixo; que podem se tornar desinteressadas ou desajustadas em sala de aula necessitando de outro tipo de abordagem.
A SDAH aparece antes dos sete anos de idade e não tem cura medicamentosa, costuma haver uma melhora do quadro à medida que a criança recebe a ajuda necessária e quando atinge a idade adulta. Porém muitos adultos são mais predispostos aos transtornos da ansiedade e distúrbios de personalidade, alterações de humor.

Sugestões de como lidar com crianças Hiperativas em sala de aula
• A rotina de classe deve ser clara e previsível.
• Devem ficar afastadas de portas e janelas para evitar que se distraiam com outros estímulos.
• As salas de aula devem ser claras possibilitando boa visão.
• Devem ser colocadas nas primeiras carteiras e no centro da classe.
• Deve-se manter sempre o contato visual quando se fala com elas.
• As atividades didáticas devem ser intercaladas (alto e baixo interesse) durante os dias evitando a concentração de um mesmo tipo de tarefa.
• Ordens e instruções devem ser dadas por frases curtas, recomendando-se ao professor para que se certifique de que houve compreensão por parte das crianças.
• Algumas delas necessitam de um acompanhamento especial procurando-se estimulá-las nas tarefas.
• Deve-se permitir a essas crianças atividades na sala de aula nas quais elas possam se locomover (recolher material, apagar a lousa, etc.).
• É recomendado ao professor que permita a saída desses alunos da sala de aula quando estiverem muito agitados para que refaçam o auto/controle.
• Os profissionais envolvidos na educação dessas crianças devem manter permanente contato com os pais, solicitando-lhes que acompanhem as anotações nos cadernos, que verifiquem as tarefas enviadas...
• O professor deve procurar incentivar e elogiar essas crianças, reforçando sua auto/estima.
• Crianças hiperativas são melhores sucedidas em classes pequenas.
• O professor deve explicar aos demais alunos o porquê de determinadas atitudes com aquelas crianças, evitando, assim, ciúmes e rivalidade.

Essas crianças podem receber uma ajuda considerável com o uso de terapias que atuem diretamente na energia vital como: Homeopatia, Florais, Acupuntura, Reiki – E tratamento espiritual especializado; pois, essas crianças são mais vulneráveis a influências energéticas; tanto de encarnados (pois, são vistas como bicho carpinteiro, capetinhas pelas pessoas em torno – tirando os pais são pouco ou nada amadas) – pela somatória dos fatores; elas estão sempre mais vulneráveis; ás influências de desencarnados.

sábado, 30 de janeiro de 2010

MASTIGAÇÃO DEFICIENTE

Pressa ou preguiça?
De quem? Das crianças ou dos pais?

Na apressada vida contemporânea; na época de introduzir a comida sólida o adulto tritura no liquidificador ou passa o alimento no processador para que a criança coma mais e, bem rápido; isso gera problemas de lenta resolução.
Ela acomoda-se à consistência; e depois, não aceita mastigar, futuramente surgem os problemas de dentição e respiração, e, ela vai precisar de ajuda para a correção ortodôntica e de fonoaudiologia; bem prolongada.

Alguns outros erros comuns causam doenças: criança que mama deitada pode desenvolver otites de repetição; que mama dormindo perde rapidamente a dentição com cáries graves; a que regurgita quase sempre ingere mais alimento do que pede suas necessidades; isso na ausência de lesões anatômicas.

Mastigar mal dá gastrite?
A má mastigação também leva a comer demais; mastigar é iniciar a digestão triturando o alimento sob a ação de enzimas digestivas contidas na saliva; fazê-lo mal sobrecarrega o estômago o que contribui para a formação de úlceras e gastrites.

Mastigar mal engorda?
O combate à obesidade deve começar pela forma correta de mastigar, com isso consegue-se reduzir quase a metade a quantidade de alimento ingerido; mastigar de forma correta é condição essencial para iniciar um processo de reeducação alimentar, em média, nós mastigamos quatro a cinco vezes; quando o ideal é de no mínimo vinte e cinco a trinta vezes.

Mastigar pouco e mal é uma das causas importantes de maior incidência de cáries – tudo que não se usa estraga. Na mente, vidinha de ratinho de laboratório termina em Alzheimer ou Parkinson – preguiça de usar o corpo acaba em artrite, artrose – e assim sucessivamente...

Dica:
Vai começar um processo de reeducação alimentar? – Mande fazer uma plaquinha de acrílico e toda vez que for comer, ponha na sua frente:

NÃO ESQUEÇA DE MASTIGAR.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

VACINE-SE CONTRA OS INTERESSES ALHEIOS

MAIS UMA PEÇA QUE FALTAVA NO QUEBRA CABEÇAS DO DESTINO DA SAÚDE DOS HABITANTES DE PAÍSES DE TERCEIRO E ÚLTIMO MUNDO

Vem aí uma das doenças de última geração criada nos laboratórios do governo oculto.
A vacina contra as doenças hemorrágicas (dengue e febre amarela) transmitidas de ser humano a ser humano sem a ajuda do mosquito (bicho analógico e natural demais) – pois, o negócio da atualidade são doenças virtuais e com a ajuda de mudanças de DNA em vacinas e alimentos transgênicos.

De onde essa turma tirou essa idéia?

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Fundação Gates destinará US$ 10 bi a vacinas em 10 anos
Sex, 29 Jan, 11h22
Davos (Suíça), 29 jan (EFE).- A Fundação Bill e Melinda Gates anunciou hoje que destinará US$ 10 bilhões para ajudar a pesquisar, desenvolver e distribuir vacinas durante os próximos dez anos nos países mais pobres do mundo.
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"Devemos fazer da próxima década a das vacinas", disse Bill Gates, em entrevista coletiva no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na qual pediu que pessoas e empresas invistam neste objetivo.
O fundador e ex-presidente da Microsoft disse que esta iniciativa contribuirá para salvar a vida de mais de 8 milhões de crianças até 2020.
"As vacinas salvam e melhoram as vidas de milhões de pessoas nos países em via de desenvolvimento. A inovação nos permitirá salvar mais vidas infantis do que nunca", acrescentou.
"As vacinas são um milagre. Algumas doses podem prevenir doenças graves pela vida inteira", disse Melinda Gates.
Acrescentou que "o desenvolvimento de vacinas é a prioridade da fundação, já que comprovamos seu elevado impacto sobre a vida da população infantil".
Segundo os especialistas, com um aumento significativo do número de vacinas distribuídas em países em vias de desenvolvimento, até alcançar uma taxa de cobertura de 90%, seria possível evitar a morte de 7,6 milhões de crianças com menos de cinco anos entre 2010 e 2020.
Estas vacinas, disse Melinda Gates, incluem novos tipos, como a do rotavírus, que provoca diarréia severa, uma doença que mata a cada ano meio milhão de crianças, e a da pneumonia, que leva à morte 2 milhões de crianças todos os anos.
A Fundação Bill e Melinda Gates sugere que mais 1 milhão de crianças poderiam ser salvas, caso se consiga introduzir uma vacina efetiva contra a malária até 2014.
"Meu sonho é que se consiga uma vacina efetiva contra a malária, por isso a comunidade científica trabalha sem descanso para alcançá-la", disse Melinda.
O anúncio realizado hoje pela Fundação Bill e Melinda Gates se junta à doação de US$ 45 bilhões destinados até o momento à pesquisa, desenvolvimento e distribuição de tratamentos para todo tipo de doenças. EFE

Não custa esperar prá ver.
Mas,mas cautela e caldo de galinha não faziam mal prá ninguém. Hoje, cautela continua em alta; porém caldo de galinha pode representar a morte mais precoce...

Na dúvida: Vacine-se – Mas, não se deixe vacinar.

domingo, 10 de janeiro de 2010

O ESGOTAMENTO PSICOLÓGICO E SEUS DESDOBRAMENTOS

Nesta série vamos apenas brincar de parar prá pensar.

Você já é da turma do: NÃO AGÜENTO MAIS...?

A sensação de cansaço após uma realização útil e prazerosa é reconfortante, pois basta apenas um descanso para o corpo e a mente para que as energias sejam renovadas: estamos prontos para outro desafio de viver...

Porém:

Quem se queixa de cansaço permanente:

Não gosta do que é, nem do que faz.

Ou

Está fazendo tudo da forma errada.

Inútil até.

O estresse inútil comanda a vida das pessoas cansadas, tristes ou desalentadas de forma crônica, que logo se transformam em depressivas, angustiadas ou em pânico.

Quase mortas, em vida.
Esperando a cura milagrosa num remedinho.


O que será que o Mestre quis dizer com:
“Deixem os mortos enterrarem os seus mortos..”???


Caso o cansaço, a depressão, o desalento e as dores crônicas já tenham batido á sua porta – antes de tudo – reavalie sua vida.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

RECICLAR CONCEITOS DE LIMPEZA E MICROBIOLOGIA

A maior parte de quem já foi vítima de contaminação cansou de ouvir discursos do tipo:

Filho lave as mãos antes de comer!
Mãe troque a tábua de cortar carne, pois ela virou um “criadouro de germes”!
“Estudos realizados por pesquisadores irlandeses, especializados no combate às infecções hospitalares, confirmaram que os antissépticos e antibióticos tornam as bactérias mais resistentes. Quantidades crescentes de desinfetantes usados em ambientes hospitalares modificaram o DNA de bactérias causadoras de infecções que se adaptaram e sobreviveram; ainda mais resistentes aos produtos químicos”.
Essa notícia nos remete a mais uma constatação do óbvio. É urgente que se faça a revisão de conceitos importantes para nossa qualidade de vida e até sobrevivência pessoal e coletiva.
Vamos agregar á discussão a respeito do conceito: contaminação; algumas variáveis.
Isso leva a determinada doença! Aquilo pode causar problemas! É preciso higienizar! Mas, o que é higiene? Apenas contaminação? Eliminar as sujeiras visíveis? Lavar, lavar, lavar... Será que isso basta? Lavar as mãos antes de comer; lavar bem os utensílios; lavar e desinfetar verduras e legumes; esses são cuidados cada vez mais primários em nossos hábitos de higiene. Isso é preocupação de antigamente (mas, que continua muito necessária); pois os riscos de contaminação são cada vez mais complexos, perigosos e, aumentam a cada dia, exigindo de nós muita atenção, observação e informação de fontes confiáveis, vinda de pessoas que realmente estejam preocupadas com nosso bem e com a auto-ecologia.
Todo nosso organismo interage e convive de forma pacífica e até construtiva com vírus, fungos, bactérias. A chave do sucesso sempre esteve e estará na convivência harmônica entre o pensar, sentir e agir.
Neste cada vez mais conturbado e globalizado sistema ecológico que é Gaia – nosso organismo maior.
Algumas novas obrigações de “vigilância sanitária” pessoal e coletiva surgem a cada dia.
Analisemos algumas das já bem conhecidas:
• Economize no uso de produtos de higiene pessoal – use apenas o básico e na menor quantidade possível.
• Seja simples na escolha de produtos de limpeza: detergentes, sabões, amaciantes, desinfetantes (estes em especial).
• Observar o prazo de validade dos alimentos é essencial.
• Conhecer e identificar os “defensivos agrícolas” usados nas lavouras pode representar saúde ou doença. O uso exagerado ou de produtos não permitidos deve ser denunciado.
• A contaminação química (aditivos usados na produção dos alimentos industrializados) representa perigo até maior pela sua repetição, além disso, é camuflada como modernidade.
• O envenenamento por substâncias liberadas pelos utensílios usados no preparo dos alimentos. O mais conhecido deles, é a intoxicação pelo alumínio que produz doenças, de longo prazo de instalação; mas o teflon, e o plástico dos recipientes são muito perigosos para a saúde.
• Os resíduos dos modernos produtos de limpeza que ficam nos utensílios são problemas muito sérios. Então: lave, lave, lave; mas, e, quando a água acabar? E, a água também está ficando cada vez mais envenenada; será que daqui a algum tempo, quanto mais lavar pior fica?

Alerta: Quem ainda acha que preocupação com a ecologia é coisa de quem não tem o que fazer ou objeto de estudos de cientistas; é semelhante a um motorista bêbado que atropela um poste, mas leva junto os acompanhantes ou até quem passava por ali; e corre o risco de ser penalizado por crime ambiental; que no tribunal da consciência é mais grave do que os crimes cometidos contra sua própria pessoa (doenças; por exemplo).
Lógico que a criança deve ser orientada quanto á contaminação dos alimentos tanto por bactérias, fungos, toxinas, parasitas e as possíveis doenças; mas, se deixarmos de alertá-la quanto aos modernos perigos estamos sendo perigosamente omissos.
Na sociedade do futuro espera-se que os conceitos de saneamento extrapolem os conceitos atuais, em todos os sentidos, até na parte da ética e da moral:
• Não basta lavar, desinfetar ambientes físicos é preciso e urgente “desinfetar”, pensamentos, sentimentos e atitudes.
• Cada pensamento e sentimento, afeta de forma intensa e real a qualidade de nossas vidas.
• Portar-se de forma ética é a melhor das prevenções contra toda doença física, emocional e moral.
• O Evangelho, e semelhantes, conhecido e praticado é um excelente recurso contra qualquer tipo de infecção do corpo e da alma.

No combate ás infecções é preciso agregar valores éticos e conhecimento a respeito da anatomia energética do ser humano. Apenas nos contaminamos quando há terreno fértil para o desenvolvimento de infecções autógenas ou transmitidas. Por exemplo, durante uma epidemia qualquer, numa mesma família alguns se contaminam e desenvolvem a doença – outros não. Onde estará o fator que faz a diferença? – No sistema imunitário – Mas, o que diferencia o sistema de imunidade entre as pessoas?

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

BRUXISMO - QUEM NÃO TÊM?

Mais um dos efeitos do estresse crônico:

Yahoo! Saúde & Beleza > Saúde Bucal > Higiene Oral Básica > Você tem bruxismo?
VOCÊ TEM BRUXISMO?
O termo ?bruxismo? refere-se ao hábito de pressionar e ranger os dentes presente em muitos adultos e crianças durante toda a vida. O bruxismo ocorre quando os dentes entram em contato de maneira forçada, quer esse contato seja silencioso ou produza sons, especialmente durante o sono.
Por que isso ocorre?
Muitos médicos e dentistas podem desconhecer a causa, mas o bruxismo pode ocorrer devido ao estresse psicológico experimentado pelas pessoas no dia-a-dia. O estresse pode ter sua origem em fatores internos e externos. Os fatores internos podem ser os alimentos que você consome, seu nível de preparo físico, sua estabilidade emocional, estado de saúde geral, nível de bem-estar e o número de horas que você dorme todas as noites. Os fatores externos relacionados com o estresse psicológico têm a ver com o ambiente em que você vive, sua interação com as pessoas quando está em casa e a maneira em que você enfrenta os desafios do dia-a-dia.
O impacto do bruxismo na boca
As consequências do bruxismo são:
• Desgaste do esmalte dentário e até mesmo da dentina;
• Quebra dos dentes e próteses;
• Sensibilidade dentinária;
• Dor e mobilidade dos dentes;
• Dor facial devido à força com que os músculos maxilares são pressionados;
• Dor de cabeça;
• Fadiga facial geral;
• Dor na articulação temporomandibular .
Tratamento
Os portadores de bruxismo devem procurar a ajuda de um dentista/especialista para determinar a causa do problema. O dentista pode recomendar o uso de placas oclusais para evitar a pressão ou o ranger de dentes durante o sono. Além disso, o dentista pode sugerir formas de reduzir o estresse e, portanto, o nível de bruxismo. Você pode também evitar alimentos como chocolate e bebidas que contenham cafeína e álcool. Evite mastigar com muita força e peça a seu dentista ou cirurgião maxilofacial que lhe indique alguns exercícios para relaxar os músculos maxilares durante o dia. Se seu caso dor de um bruxismo for mais severo, o especialista pode recomendar o uso de placa oclusal, assim como prescrever medicamentos para que você relaxe ou durma melhor. Seu dentista pode ajudá-lo a descobrir causa e a amenizar este problema.
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Conforme já dissemos em outros artigos, resolver o problema exige algo que as pessoas não querem abrir mão.

Vamos dar uma dica da hora que faz parte da apresentação de nosso livro; “Saúde ou doença: a escolha é sua” – (Ed. Petit):

A idéia de que curas são vendidas como sabonetes fixou-se; e, hoje é real. Buscamos a cura como se procuram mercadorias num mercado; não queremos nos curar queremos ser curados não importa de que forma e a que preço, muito menos medimos conseqüências.
A cura como necessidade de mudanças definitivas na forma de pensar, sentir e agir, de reformular hábitos e eliminar vícios prazerosos é evitada, pois, às vezes exige decisões contundentes na maneira de escolher, separar, avaliar.
O resultado é que esse tipo de busca não representa uma decisão séria de cura da nossa parte; uma opção verdadeira entre diferentes meios de vida, pois enquanto alguém achar que pode comprar saúde, outro pensará ser capaz de vender cura; Pior, outros mais espertos tentarão intermediá-la.
Nada resolve tudo e, a medicina e o método científico não são exceções à regra. Quando totalmente atrelada à razão científica ela é neutra quanto a fins, e irremediavelmente, incapaz de responder à questão de como viver, para que viver; Ora, parece que viver, é apostar na liberdade de pensar e escolher.
A metodologia científica, não nos diz como usar essa liberdade e o que fazer de nossas vidas. Qualquer ato de escolha, por mais simples que seja, ultrapassa a esfera de competência da ciência. Então, a saúde ou a doença passa a ser principalmente questão de filosofia de vida; é uma escolha como outra qualquer, envolve todos os nossos sentidos e capacidades, nem sorte, nem azar, nem destino.
Opção feita aguarde as conseqüências.
Claro que os profissionais irão ajudar – mas, e o que faremos com essa ajuda?

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A SELEÇÃO HUMANA ATRAVÉS DO ESTRESSE

A SELEÇÃO HUMANA ATRAVÉS DO ESTRESSE

Fala-se demais em estresse; para muitos ele se tornou desde uma justificativa até um álibi, uma desculpa – usamos o conceito como se o estresse surgisse sem nossa permissão. Aprender a distinguir o agudo do crônico pode ser útil e até fundamental; tanto para a qualidade de vida quanto para continuar vivo.

O QUE É O ESTRESSE?
É um poderoso recurso da evolução das espécies, Estar sob risco, é viver.
Todo ser vivente experimenta situações de “perigo”; estar vivo já é uma situação de risco e estresse; sobreviver e assegurar a continuidade da espécie, envolve uma infinidade de crises na vida de cada criatura e do grupo biológico ao qual pertence.
A repetição e a alternância entre as necessárias situações de estresse agudo e, os períodos de calmaria, permite a incorporação do aprendizado celular, orgânico, aprimoramento dos instintos e da inteligência que trazem consigo - o organismo necessita de um tempo para se recuperar; caso contrário, definha ou adoece, e o ser morre.
Todas as reações dos seres vivos e o desenvolvimento dos instintos são aceleradas pelas situações de crises de sobrevivência que, chamamos de reações de estresse; “a hora em que o bicho pega”.
Na vida animal, as reações ao perigo são sempre reais, ocorrem de verdade. A reação a ser desenvolvida é: atacar, defender ou correr. Quem não consegue; morre ou é devorado.
Nós temos um problema: quer queiramos quer não, pensamos. O pensar de forma contínua é irreversível, e nos leva a escolher, a tomar atitudes ou a sonhar, fantasiar. Escolhas referendadas pelas atitudes geram efeitos em si, nos outros e no ambiente em que vivemos. Então, o candidato ser humano deveria analisar melhor o que pensa para não ficar inventando problemas, imaginando dificuldades, alimentando o medo e a ansiedade doentia - chamam a essa atitude: paranóia. O organismo não é capaz de separar realidade de ilusão; daí que esse estilo de vida de estar sempre em perigo pode tornar-se mortal e quase irreversível; pois, sonhos ou imaginações mesmo que não sejam postos em prática, não sejam executados, são capazes de ativar instintos, emoções, e de levar o organismo a produzir substâncias, mediadores químicos ou hormônios, relacionados ás informações bioquímicas enviadas como sinal de perigo; tudo isso, atua no corpo físico; e de retorno devolve à mente sensações desagradáveis e doentias.

COMO O ORGANISMO REAGE?
No dia a dia essas situações são provocadas pelas mais variadas situações agressivas: calor, frio, infeções, drogas, toxinas, processos mentais, psicológicos, descontrole emocional, estafa. Qualquer que seja o agente agressor a resposta cria um estado de sofrimento (tensão) que, se prolongado afeta o indivíduo como um todo; mesmo que seja um agente mental - emocional ilusório. A resposta que o corpo dá envolve vários órgãos e sistemas fazendo com que funcionem em excesso e de forma descontrolada. O próprio sistema de defesa pode começar a gerar danos secundários (doenças auto – imunes).
Quando passamos por situações de perigo ou sofremos uma agressão o organismo responde de forma seqüencial.
1- Reação de alarme.
2- Fase de resistência.
3- Fase de exaustão.
4- Doença – morte.
Reação de alarme:
É a soma de todas as reações para as quais o organismo não está ainda adaptado. Caso a agressão seja moderada é possível a recuperação.
Fase de resistência:
A adaptação a determinado agressor é acelerada ás custas da diminuição dos sistemas de defesa contra outros tipos de agentes.
Fase de exaustão:
Devido à permanência e á intensidade da situação toda a fase de resistência não pode ser mantida e o equilíbrio se rompe.
Doença – morte
Esgotada a capacidade de adaptação organismo caminha para a fase terminal do processo.
Considerando a sociedade como um organismo – podemos dizer que boa parte das pessoas enquadra-se nesta fase quase terminal; tanto nos aspectos orgânicos quanto psicológicos.

A elevada produção de corticóides, glico e mineralocorticóides endógenos responde pela manutenção na fase de contrachoque – (veja em nossos artigos os perigos causados pelo cortisol).
Metabolismo glucídico:
A partir da reação de alarme institui-se uma hiperglicemia de emergência, causada em especial pela descarga de adrenalina, logo pode cair a nível de hipoglicemia de choque, que pode elevar-se novamente na fase de resistência; seguida pela hipoglicemia terminal na fase de exaustão. Não é á toa que vivemos a dança da glicemia seguida de uma “epidemia” de diabetes. Na fase de adaptação a um determinado agente de estresse; depois que a glicemia voltou ao normal; a exposição a outro agente que gera reação de alarme orgânico tende a produzir uma hipoglicemia bem mais severa.
Dores de cabeça persistentes e resistentes a analgésicos comuns; zumbidos, vertigens; queda anormal de cabelo; cansaço crônico; depressão; mal estar e sudorese em repouso; perda de memória; dificuldades visuais; infeções de repetição..., são alguns dos sintomas que sinalizam que a pessoa está vivendo essa fase da SGA. Alerta: ao permanecermos estacionados nessa fase a queda de imunidade é rápida e perigosa – apenas para exemplificar, nunca se viu tantos casos de herpes de pele; candidíase, etc.
As alterações geradas no corpo a partir dessas reações de ataque – defesa – adaptação – esgotamento, são profundas no organismo como um todo.
Os efeitos do estresse crônico também se manifestam no comportamento psicológico das pessoas; o que leva a distúrbios sociais e econômicos graves.
O que ocorre na parte psicológica:

MECANISMOS PSICOLÓGICOS DE ADAPTAÇÃO - DEFESA - EXAUSTÃO

Lado a lado com os mecanismos biológicos que asseguram a saúde; há outros psicológicos que nos mantém equilibrados no pensar, sentir e agir.
Vivemos em sociedade, por isso, estamos em permanente conflito com o ambiente íntimo e externo; de um lado estão nossos impulsos, apetites, desejos, vontades; que numa fase primária de quase – homens, exigem uma satisfação imediata já que são originários das necessidades fisiológicas do próprio organismo exacerbadas pela cultura e hábitos; mas, que logo podem contrapor-se aos interesses dos outros ou do meio, degenerando em conflitos.
Discernir entre necessidade e prazer é um dos nossos dilemas (princípio do prazer a qualquer custo); e as relacionadas ao grupo cultural a que estamos submetidos, e que limitam nossos desejos e ambições (realidade ou verdade).
Todo processo inicia-se na infância; e se bem ou mal conduzido faz toda a diferença. Na gratificação ou frustração dos apetites está o problema ou a solução para a maior parte dos problemas da vida contemporânea; a cada dia quer queiramos quer não, progredimos; aplicar essa nova visão de mundo é a chave para resolver nossos conflitos íntimos e coletivos.

Não é difícil prever que os recursos de auxílio também estão vivendo esse drama; e que breve, nada mais será como antes – apesar de toda tecnologia disponível os tratamentos deixarão de dar resultados e, seja o que Deus quiser.
Claro que há formas de escapar dessa armadilha; porém não será com fórmulas mágicas nem com receitas mirabolantes.