sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O MAIS MILAGROSO DOS REMÉDIOS




Todo santo dia eu receito o mais milagroso dos remédios:

DAR MAIS UTILIDADE Á VIDA.

Ela flui em direção a objetivos, pois sem eles definidos e reciclados estamos temporariamente mortos: Depressivos, angustiados em pânico.

Namastê.

domingo, 31 de julho de 2011

CADÊ MINHA MEMÓRIA?


O ESTRESSE E A MEMÓRIA

Claro que uns mais e outros menos; nós sempre tivemos algum problema com o ato de lembrar-se ou memória.

Muita gente conhece a história da netinha que perguntou á vóvozinha: Vó o que é amante? – A senhora saiu em desabalada carreira para o porão; abriu um armário; e, pum, caiu um esqueleto no chão.

Estamos ficando cada vez mais desmemoriados, a ponto de levarmos as gafes na brincadeira. Ás vezes uma pessoa conhecida vem se aproximando e não lembramos do seu nome; ela vem chegando e o nome não; mas, breve vai ficar difícil lembrar o próprio nome.
Atualmente novos problemas parecem estar associados ao desgaste da capacidade de fixação. Distúrbios do sono. Medo e ansiedade fora do controle levando ao estresse crônico – além do excesso ou sobrecarga de informação. As informações dos tempos modernos chegam até nós através dos mais variados meios: jornal, revista, rádio, televisão, cinema, fax, carta, e-mail, internet, escola, cursos, etc... Muitas vezes essa avalanche de informações superam nossa capacidade de reter de forma eficaz a situação.
Essa dificuldade de reter e, conseqüentemente, de memorização tem muito a ver com o estresse por excesso de estimulação e solicitação, até através do entretenimento.

Mas, nem tudo é ruim; pois em curto prazo, o estresse até habilita nosso cérebro a reagir mais prontamente aos estímulos, sendo essa a função primária da ansiedade do estresse. Em longo prazo, entretanto, o desgaste supera a eficiência.
Algumas pesquisas na área do estresse calculam que, ao fim de cerca de 30 minutos, os hormônios do estresse (adrenalina e cortizona) começam a desativar as moléculas que transportam glucose para o hipocampo, deixando assim essa parte do cérebro com pouca energia. Depois de períodos mais longos, os hormônios do estresse podem acabar comprometendo seriamente as ligações entre neurônios e fazendo o hipocampo reduzir ao máximo sua ação, tal como uma espécie de atrofia funcional. Esta espécie de atrofia funcional é reversível se o estresse for curto, mas um estado de estresse que demora meses ou anos, pode acabar inutilizando definitivamente neurônios do hipocampo.
Quem garante a eficácia da memória, indiretamente da consciência que se tem do vivenciado, é um atributo automático do hipocampo, portanto, havendo dano dessa estrutura cerebral a capacidade de fixação da memória estará prejudicada.

Muitos outros fatores, como a ingestão de subsâncias tóxicas e até de alguns fármacos de uso contínuo estão levando as pessoas ao desastre da memória criando uma nova doença parecida com Alzheimer.

Ainda bem que a maioria de nós não vai precisar ficar vistoriando armários; mas cuidado para não esquecer crianças dentro dos carros, fogão ligado, ferro de passar roupa ligado; pois, além da perda de memória temos o problema do Déficit de Atenção embutido no mesmo pacote.

Solução?
É possível; mas não será com remédios mágicos.

Namastê.

domingo, 3 de julho de 2011

A DOR DA CURA


Parece loucura – mas poucos querem enfrentar a dor da cura – temos o impulso de manter o estado de doença; claro que essa atitude é um entrave á sanidade e á cura definitiva; tanto no pessoal quanto no coletivo o que interfere na sanidade planetária – não é á toa que a Terra é um planeta doente necessitando de uma cirurgia radical expurgando suas células cancerígenas: nós.

Somos seres em conflito e conflituosos.

Tememos a doença, esse sentimento é inerente á preservação da vida.

Somos capazes de entrar em pânico apenas ao imaginar a possibilidade de adoecer.

Mas com medo da dor da cura – do abrir mão dos interesses mais ocultos:
Nós tentamos combater a moléstia trocando a causa pelos efeitos e, sem perceber a estimulamos, ao alimentar a ilusão de que possa ser curada de forma definitiva num passe de mágica; e esse desvario, faz com que continuemos a destruir a saúde com todos os tipos de maus hábitos, exageros e, principalmente com remédios.
Remédio cura ou ajuda a matar aos poucos?

Onde e com quem aprendemos isso?

Sem perceber claramente (?) nos educamos geração após geração para a doença e o sofrer.
Embora sinalize a irrefutável lógica que, a responsabilidade é relativa ao conhecimento e, ás capacidades latentes já desenvolvidas. A recusa em pensar segundo a prontidão intelectual do momento, é que cria áreas de domínios, explorações e paradoxos. Exemplo: tememos a moléstia que limita e pode levar á morte; no entanto, não valorizamos a saúde, apenas a doença. Essa atitude é produto da educação e da cultura de ganhos secundários com o sofrimento importados ou desenvolvidos aqui mesmo.

Em virtude do valor que damos á educação baseada em raciocínio crítico e valores de ética cósmica – importamos muita porcaria, até científica.
Nossos “índios” não faziam isso; antes de serem contaminados pela visão de mundo alienígena de primeiros mundos.

A cultura importada de tratar a doença e a saúde como uma linha de montagem industrial, sob a batuta de uma pretensiosa ciência a serviço da economia, nos colocou na condição de material de experimentos em todos os sentidos; e pagamos caro para servir de cobaias, seja em recursos financeiros ou qualidade de vida.
No estilo consumista de viver a saúde tem pouco valor até que seja “consumida”; daí em diante, passa a ser um objeto do desejo; vendido a preço de ouro; ás vezes em oferta.
Quantas pessoas até bem instruídas usufruem de uma existência sem sentido; ao passar a maior parte do tempo correndo atrás de diagnósticos mirabolantes, exames sofisticados e tratamentos caros para recuperar um estado de saúde que desprezaram (quase sempre sem consciência plena do que fazem – será?).

Até que as pessoas entendam que nada resolve tudo e, a medicina e o método científico não são exceções à regra.
Quando totalmente atrelada à razão científica ela é neutra quanto a fins, e irremediavelmente, incapaz de responder à questão de como viver, para que viver. Ora, parece que viver, segundo nossos indígenas: é apostar na liberdade de pensar e escolher junto á natureza e suas simples leis.

Doente em qualquer aspecto da ausência de sanidade – o amigo realmente, “veramente”, quer se curar?
Já ponderou com honestidade a relação custo-benefício do teorema: saúde – doença - cura?
Faz uso de remédios de forma contínua?
O que o impede de buscar a cura definitiva e radical?

A dor de ser tu mesmo?
Assumir a responsabilidade sobre teu destino?

Pensar dói?
Desespera?
Angustia?
Deprime?

sábado, 2 de julho de 2011

DOENÇA É SUICÍDIO? - AS ARMADILHAS DO SUICÍDIO SUBLIMINAR




Essa atitude de desertar da vida quando consciente é a de um obstinado infrator das leis que regem a vida e a evolução.
Nesse caso, a seqüência evolutiva é prá lá de penosa.

Somos suicidas em potencial.

Todos nós que aqui hoje labutamos nesta escola de evolução cósmica já repetimos várias vezes a atitude de desertar da responsabilidade de viver em 3D.
A tendência para tal atitude de fuga persiste e, tende a repetir-se; quem frustrado e pressionado já pensou em suicídio ou executou; com certeza vem lutando sistematicamente contra isso, às vezes por muitos séculos.
Nesta existência, já pensou em suicídio alguma vez?
Faz uso de remédios?
De uso contínuo?
Mesmo a maioria dos que podem afirmar com veemência nunca ter pensado em suicídio – são suicidas de forma subliminar:
ESTÁ DOENTE - e em tratamento ou não – o que pode piorar as coisas agravando o drama de consciência tanto de doentes quanto de candidatos a curadores – confesso que não gostaria de estar na minha “pele” de candidato a curador; mas, já que escolhi este caminho; não há volta nem possibilidade de revira – volta – a saída é reciclar, tornar a profissão sustentável para a evolução da alma.

A história de vida em 3D; e os relatos do pós-vida em 4D através da mediunidade de Chico Xavier; do médico e cientista André Luiz (pseudônimo) impressionam; mas não o suficiente para despertar a maioria dos crentes em vidas sucessivas e outras leis de evolução cósmica a responsabilidade sobre a própria existência.
Para os que não conhecem e para os que não se preocupam em entender: o médico e cientista famoso foi uma pessoa que viveu de forma normal (comia, bebia – enfim aproveitava a vida); desencarnou ou morreu através da ajuda de um câncer (poderosa arma subliminar, ás vezes; pois cada caso é um caso – mas esse recurso não é tão diferente assim de uma corda, bala, faca, veneno) – qual não foi sua surpresa quando no hospital/manicômio de 4D denominado por alguns de Umbral foi rotulado e infernizado pelos vizinhos de infortúnio nesse condomínio infernal como suicida. Imaginem durante mais de uma dezena de anos, um antigo “bom vivant” ser chamado de forma sistemática e insistente de suicida – Ninguém merece! (Ou?).

Conforme coloquei no livro: Saúde ou Doença: A escolha é sua - reciclar o sistema de crenças e a visão de mundo é emergencial.

O que é doença para ti?

Acreditas na ciência oficial: Está no fator hereditário e na influência do meio ambiente sobre o indivíduo.
És crente: Está na vontade de Deus.
Preguiçoso: Questão de sorte, azar, destino.
Questionador candidato á vida eterna: A pouca maturidade do ser é o alicerce de todas as moléstias e do sofrer. Como crianças sempre que possível gostamos de nos colocar nas mãos dos outros; e na sistemática tentativa de fugir dos deveres nos recusamos a entender o simbolismo da cruz: escolha, decisão entre uma opção e outra; acomodados aos mecanismos infantis de exigir e ter; nós evitamos o esforço dirigido para a construção de uma personalidade equilibrada capaz de enfrentar as “provas da vida” que nos chegam por sintonia, segundo a lei; Daí, nós nos acreditamos credores de todos os direitos Divinos e, nos esquecemos de dar nossa contribuição ao próximo e à sociedade.
Criamos mecanismos inconscientes de fuga dos deveres reagindo contra eles pelas mais variadas formas de atitude mediante as quais demonstramos nossa infantilidade.

Criaturas ainda insensatas e com tendência ao suicídio:

Nós reagimos quando deveríamos agir.
Assumimos posturas extravagantes quando contrariados; ao abandonarmos as diretrizes da razão – nossas desculpas e justificativas injuriam nossos vizinhos estelares.
Ao não superarmos as crises da infância espiritual; nós nos tornamos seres suscetíveis, medrosos, instáveis e ciumentos – DOENTES – Daí, desenvolvemos comportamentos parasitas e buscamos amparo nas criaturas que consideramos fortes ou coroadas do êxito; como certos ícones da ciência da cura midiática.


Mal educados para a vida (maldita e doente educação que deveria ser bendita saída de cura):

Instáveis no território afetivo, nós “amamos” como fuga.
E feito vampiros das energias da vida; ao querermos sempre receber e não dar amor nós transferimos nossas responsabilidades para o ser de eleição; sufocando-o e tornando a relação afetiva insuportável.
Facilmente descambamos para a agressividade e a violência quando não conseguimos nossos intentos; ou não temos as nossas necessidades satisfeitas.
Neuróticos de formação, praga ética impressa no DNA pela educação e cultura; nós demonstramos insensibilidade com os problemas do próximo e supervalorizamos os nossos.
Esse comportamento da alma é base da maior parte das doenças; lógico que ainda vai algum tempo até que a ciência aceite tal verdade.
SOMOS SUICIDAS SUBLIMNARES: COBAIAS

Pois quer aceitemos ou não:
A idéia de que curas são vendidas como sabonete fixou-se. Está impregnada no nosso DNA cultural; e hoje é real.
Buscamos a cura como se procuram mercadorias num mercado; não queremos nos curar queremos ser curados não importa de que forma e a que preço, muito menos nós medimos conseqüências.
A cura como necessidade de mudanças definitivas na forma de pensar, sentir e agir, de reformular hábitos e eliminar vícios prazerosos é evitada; pois, às vezes exige decisões contundentes na maneira de escolher, separar, avaliar.
O resultado é que esse tipo de busca não representa uma decisão séria de cura da nossa parte; uma opção verdadeira entre diferentes meios de vida, pois enquanto alguém achar que pode comprar a saúde; outro pensará ser capaz de vender cura (candidatos a curadores); Pior, outros mais espertos tentarão intermediá-la (convênios).

Saída?
Como tudo é cíclico, renovável e momentâneo; mesmo que o assunto seja chato convidamos o leitor a livrar-se das fixações mentais e dos velhos conceitos, em especial, quando se fala de doenças.
Mas, se quiser continuar de forma interminável a apenas curtir analgésicos de todos os naipes e tipos: remédios, frases lindas, delícias para a lama; belezuras mil...
Um alerta: DOENÇAS AUTO-IMUNES são tipos de suicídio que sinalizam graves problemas – situação muito pior do que a do André Luiz...
Vai se matar do quê?

sexta-feira, 1 de julho de 2011

VIDA DE COBAIA FLUORETADA



Nesta vida contemporânea há cobaias e cobaias.
As cobaias mais top são as letradas que adoram “trabalhos científicos top” que atendem a interesses top – top (marca registrada do fradinho saudoso personagem do Henfil).
A maioria é constituída de cobaias medianas e normais que adoram ser submetidas a experiências acima de qualquer suspeita; veiculadas em reportagens a respeito de experiências manietadas e manipuladas.
“De acordo com cálculos divulgados em 1977 pelo National Academy of Sciences (NAS), um organismo que diariamente retém quantidades de flúor superiores a 2 mg, ao chegar aos 40 anos, começa a apresentar problemas estruturais como artrite, escoliose, rugas, arteriosclerose etc, pois há uma forte interferência do flúor sobre a síntese do colágeno. Sob condições normais, só o colágeno dos ossos e dos dentes sofre o processo de mineralização, mas em conseqüência dos distúrbios causados pelo excesso do flúor, não só os ossos e dentes podem ser hipermineralizados, como também o colágeno dos tecidos conectivos da pele, cartilagem, tendões, ligamentos, provocando conseqüências das mais diversas, como:
- Rugas na pele e quadros de arteriosclerose.
- Calcificação das membranas interósseas da coluna, cotovelos, joelhos, ombros, etc, levando aos mais diversos quadros de artrite.
- Excesso de rigidez/perda de flexibilidade óssea, aumentando a incidência das fraturas e diminuindo a capacidade de cicatrização dos ossos.
- Fluorose dental, gerada pela deformação do esmalte.
- Fluorose óssea, fluorose esquelética ou osteofluorose, que provoca a deformação da estrutura dos ossos.
- Rompimento de tendões.

Este conhecimento não é nada de novo, pois, em 1936, o Journal of the American Dental Association já alertava:
É crescente o número de evidências sobre os efeitos da intoxicação crônica causada pela ingestão prolongada de pequenas quantidades de flúor... Os registros sobre toxicidade apontam o flúor, o chumbo e o arsênico como pertencentes a um grupo que intoxica a doses baixas.

A ingestão de uma grande quantidade de flúor em um curto período de tempo pode ser letal, e é por isso que pastas de dente vêm com avisos pra não serem ingeridas.
Ainda assim, o Flúor é considerado medicamento pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Só que o limite entre o remédio e o veneno é muito tênue.

Há dados de uma pesquisa na China que indicam que a exposição ao flúor pode reduzir a inteligência das crianças, ou seja, o flúor ainda por cima pode ser uma neurotoxina, como aquele gás que o Espantalho usou na cidade de Gotham, no filme Batman Begins.

Estatísticas de um estudo realizado pelo Ministério da Saúde da Nova Zelândia indicam que nem pra combater a cárie o flúor na água tem servido.

Justamente por ser um medicamento e com contra-indicações, vários países vetaram (ou nunca usaram!) flúor na água. Entre eles Alemanha, França, Bélgica, Finlândia, Dinamarca, China, Holanda e Japão.

O flúor é mais tóxico que o chumbo, cuja quantidade na água potável não deve superar 0,4 partes por milhão (ppm). Mas o nível do flúor na água potável costuma ser de 1,5 ppm. Por que ele é permitido em até 100 vezes mais aqui no Brasil e mais de 260 vezes mais nos Estados Unidos?
"Nações que ainda praticam fluoretação de água deveriam envergonhar-se de si mesmas"
(Dr. Arvid Carlsson, Nobel de medicina 2000)

A razão é que o flúor é um tranquilizante, um narcótico. Em um relatório da Universidade da Flórida é dito: "Uma solução de 0,45 ppm de fluoreto de sódio é suficiente para fazer com que as reações sensoriais e mentais fiquem mais lentas". Uma sociedade de pessoas dóceis é facilmente controlável, e qualquer coisa que digam (como as desculpas do 11 de setembro, ou o enriquecimento do Palocci) são aceitas sem muito (ou nenhum) questionamento.

Os nazistas foram os primeiros descobrir que usar o flúor na água acalmava os prisioneiros dos campos de concentração e tornava as mulheres estéreis. Esse conhecimento foi usado pelos russos e daí repassado para outras corporações através cartel da IG Farben (quando a empresa foi extinta, no fim da 2ª guerra, os americanos e russos pegaram o máximo de patentes que puderam). O fluoreto de sódio está contido em 25% dos maiores tranquilizantes, e um exemplo disso é que o acréscimo de flúor no tranqüilizante Diazepam (Valium) produz um tranqüilizante mais forte, o Rohypnol (Rupinol). Ambos são fabricados pela Roche, uma empresa que era da IG Farben.

Quanto mais você investiga, maior a dimensão que a coisa vai tomando, e você vai percebendo o quanto a herança da 2ª Guerra Mundial (em especial o know-how nazista) influencia até hoje nosso mundo. Seja nos elevadores, nos remédios, nas roupas, você se verá cercado por marcas que, a despeito do que fizeram no passado, continuam sendo líderes e influenciando no nosso modo de vida”.

Em quem acreditar?
A quem dar créditos bancários?

No próximo bate papo: VIDA DE COBAIAS CALCIFICADAS.

Ta por aqui de FLÚOR?

Apresenta algum sintoma de excesso de flúor?

TOP. TOP.

domingo, 19 de junho de 2011

COMO SÃO CONSTRUÍDAS AS DOENÇAS




Fabricamos nosso sofrer com esmero e cuidado.

Construir uma doença é mais ou menos como fazer um bolo: é preciso juntar vários ingredientes. Pena que ainda tenhamos o vício cultural de procurar culpados únicos e externos para nossas doenças e sofrimentos.

Tendências inatas:

Cada pessoa traz ao nascer; tendências para adoecer, como se fossem pontos fracos. Uma das explicações possíveis está no campo da genética e no estudo das vidas passadas.
A codificação semelhante no mapa genético das pessoas de uma mesma família faz com que as doenças e as tendências de comportamento tendam a se repetir no grupo.
Uma providência útil para quem se interessa em planejar sua vida em família é catalogar as tendências familiares de adoecer e de se comportar; para depois comparar com as que seus filhos começam a apresentar.
Essa tarefa é simples e sábia; pois em prevenir está a sabedoria.
Como na vida humana ninguém está condenado a nada para sempre, com discernimento, trabalho e esforço é possível evitar algumas coisas, e conviver bem com outras, já que uma parte das nossas tendências inatas; vai nos acompanhar durante toda a existência.

Quem é o modelo?

Não apenas o que está inscrito em nós genes vai comandar nosso estado de saúde ou de doença.
Parte importante desse processo vai ser copiada e aprendida no dia a dia; através da educação que prioriza o mal.
Pois, nos primeiros anos quem comanda a vida da criança é o subconsciente, e cada uma tende a se identificar com alguém da família copiando comportamentos e até as formas de adoecer.

É de grande valia tentar estudar quem foi o modelo que a criança adotou, pois, uma vez identificado; a tarefa seguinte é ajudá-la a perceber e a eliminar as características copiadas que não trazem bons frutos; como doenças por exemplo.
Essa não é uma tarefa complicada, pois é mais fácil observar os outros. Observe como pessoas que costumam pensar, sentir e agir de forma parecida tem doenças semelhantes.

Tendências adquiridas:

Tais pais tais filhos.
A educação a que a criança é submetida leva à formação de hábitos, reforça tendências e estimula compulsões inatas.

Influências ambientais:

O ambiente em que a criança é criada e vive, exerce poderosa influência em sua qualidade de vida.
Problemas de meio ambiente como: clima, poluição ambiental, qualidade do solo, água..., afetam a saúde. A qualidade humana das pessoas que compõem o meio social e familiar em que a criança vive também são fatores da maior importância.

Influência da personalidade:

As características da personalidade e do temperamento de cada pessoa são capazes de gerar doenças, inclusive na criança. Essa é uma das razões a explicar porque irmãos e mesmo gêmeos adoecem de forma tão diferente e variada. Ao se estudar com mais atenção a personalidade de uma criança é possível associar cada uma das suas características às doenças que costuma repetir.

Conflitos emocionais:

A forma como cada pessoa lida com as emoções que se apresentam no dia a dia; tem uma participação especial na formação das doenças e na qualidade de vida.
A maior parte dos conflitos infantis está localizada num nível subliminar no subconsciente; mas quase sempre se exteriorizam na mudança de comportamento súbita ou gradativa - com boa vontade e treino os pais conseguem antecipar a somatização (efeito do conflito emocional no corpo físico).
Como cada um de nós repete padrões de comportamento; daí é possível perceber e até evitar que a criança adoeça corrigindo ou atenuando o conflito.
Certos padrões de comportamento da criança são recados bem simples, claros e diretos aos adultos dispostos a viver de forma mais coerente.

Quem anda participando da concorrência na construção de suas doenças e sofrimentos?

É um pregão lícito ou apenas (i)licitado?

Quem vai pagar a conta?

sexta-feira, 17 de junho de 2011

O PURGATÓRIO É AQUI? – QUANDO ADOECER É PURGAR




Purgar: significa em princípio limpar, reformar, modificar eliminando.
Entre conceitos religiosos de culpas, punições e prêmios na evolução espiritual; esta é uma colocação até inteligente que obedece à lei da relatividade – embora deturpada como sempre na linguagem das religiões atuais; pois a do futuro, a ecumênica, está em gestação – a rigor não é nenhuma das que aí está – talvez um mix delas.

Mesmo neste nosso estudo, o que é a doença, senão o purgatório da alma até atingirmos a sanidade plena?

Quando a doença crônica foi bem aproveitada a depuração no pós – morte é facilitada – pois o “purgatório” continua indefinidamente em todas as dimensões.

Certas doenças de longa evolução, exatamente as que mais tememos, são prêmios no bom sentido; pois além da depuração de miasmas ainda servem como ferramentas importantes a nos impulsionar a mudanças na forma de pensar e de agir.

Os que não tiveram mérito para conquistar essa forma natural viverão com mais força o remorso e o arrependimento que se caracteriza como “inferno” em muitas religiões - e, farão essa depuração já no plano espiritual – e breve em mundos distantes.

Cá entre nós o inferno em suas várias graduações e dimensões pode ser chamado de Esquizofrenia; Depressão; Surto Psicótico; Bipolaridade; Síndrome do Pânico: DDA; DDAH: etc.

Aleluia!
O primeiro passo da cura cósmica:
Bem vindos ao purgatório os doentes do inferno mental, emocional e afetivo – melhor uma doença crônica como câncer, e outras possibilidades de purgar – pois quando bem aproveitadas podem levar ao Paraíso da criatividade e da paz de consciência do dever de viver como verdadeiros seres humanos - bem cumprido.

Alerta:
Cuidado com os atravessadores da saúde do corpo e da alma.

Ainda não conseguiu uma doença auxílio?

Prefere um auxílio doença?
Está aposentado de produzir alguma coisa que preste para si e para os outros nesta existência?
Por invalidez?
Recebe algum proveito pela invalidez?
Trouxe o passaporte cósmico?
Passageiros sem um dedo: plataforma 13.
Passageiros com deficiência mental: plataforma 45.
Passageiros sem nexo: plataforma á vontade.

Quer ter alta do purgatório?
Ao menos:
Purgue com dignidade...

Namastê.

BOA VIAGEM...