sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

RETENÇÃO DE LÍQUIDOS - CHORAR PRÁ DENTRO



Atenção mulherada que incha: especialmente na TPM.

Palavra de uma mentora espiritual durante um atendimento:
Você precisa curar essa mágoa; você segura líquidos em seu corpo; porque chora para dentro; mas, se não se curar da mágoa não adianta chorar para fora...

Chorar para dentro!

– Confesso que achei o máximo essa colocação – percebi que o sentimento da mágoa equivale a um choro contido relacionado a uma situação afetiva mal elaborada – cabe um adendo; vale inserir neste contexto a citação do trabalho do cientista japonês Masaru Emoto com relação á ação das energias humanas afetando a estrutura eletrônica da água; principal componente da estrutura física de nosso corpo (procure conhecer).

Minha visão a respeito de retenção hídrica era baseada em conhecimentos científicos bem tradicionais.

Agregar a energia gerada pelo sentimento da mágoa á visão da ciência tradicional pode ser muito útil para entendermos várias patologias femininas como os distúrbios do climatério e do temível câncer de mama...

Porque femininas?
O sentimento da mágoa é mais comum nas mulheres do que nos homens.
Será a vida afetiva romanceada?

Estamos conectados e nos afetamos, então; para FLUIR - a convivência deveria ser sinérgica.

E os homens barrigudinhos?
Quando o homem começa a criar barriga é sinal de que está magoado?

Como deixar de reter líquidos?
Assuntos para outras conversas.
Mas, como amostra grátis: use produtos á base de Aloe Vera nossa popular “babosa” um tremendo acelerador da circulação linfática.

Do lado psicológico:
Treinemos o xixi do perdão e esvaziemos a alma.

Não nos esqueçamos de dar descarga nos problemas dos outros que não possamos ajudar a resolver...

sábado, 8 de janeiro de 2011

O INTRADUZÍVEL SENTIR

Li em algum lugar: para que tenhamos saúde é preciso educar as emoções.
Educar as emoções?
Como educar o que se sente, aquela coisa que vai e vem e, vai e volta de forma inexplicável, intraduzível, a cada nova experiência...

Emoção é um estado de espírito, um estilo particular, uma coisa muito íntima e, indefinível para quem não a está vivendo. Indecifrável para os outros.

Como fazer isso; como educar o que posso sentir?
Como educar o que se sente?
Com certeza, não é impondo. Sinta isso ou aquilo!
Ou, tentando controlar o que cada um deve sentir, segundo os padrões sociais e da mídia: vencedor é o que sente isso, frente àquilo... Tá na moda; é da hora!

Embora deva ser soberano; o sentir é intraduzível.
Tal e qual, alguém dizer que, está com mal estar ou bem estar.
O tal do bem estar, ninguém questiona. Esse ninguém pergunta como e por que; já, o tal do mal estar; esse deixa os em torno em polvorosa; pois, cutuca a falta de soberania emocional cujo principal vetor é a tal de educação.
- Explique o que você está sentindo! - Fala pelo amor de Deus! - Vamos para o Pronto Socorro! - Já! (como se algum médico pudesse ter aprendido a ler as emoções e a medir os sentimentos).

Cultuar e rotular emoções como negativas gera a condição de vítima.
Cuidado com a “vítimação” – Esse estado de sentir-se funciona como uma droga cultural: vicia.

A paranóia contaminou a educação emocional com conceitos de certo e errado e de valores sociais, o que impede as crianças de tomarem contato com suas próprias emoções, preocupadas com o que os outros vão pensar ou dizer do que estão sentindo.
É pecado ficar com raiva!
Papai do céu não gosta que você tenha inveja!
Que coisa mais feia meu filho, você está com ciúmes de seu irmão!
Os adultos podam ou tentam cortar pela raiz algumas experiências emocionais da criança; que interpretam como inadequadas sem permitir que ela as sinta na alma, para depois aprender a discernir se as descarta ou se as cultiva.

O que seria da emoção sem o instinto que a comanda e da razão que a direciona?
Talvez educar as emoções seja adquirir soberania emocional; que é decidir o que fazer com elas sem permitir interferências externas.
Para que se consiga ser soberano nas emoções é preciso vivê-las, dar permissão para que elas se manifestem sem julgá-las certas ou erradas; deixá-las fluir sem impor condições, é o primeiro passo.

Ao permitirmos que a criança viva e sinta suas emoções só, e, principalmente, que aprenda a decidir o que fazer com elas; daí em diante; nós a estamos vacinando contra atitudes emocionais que não passam pelo crivo da razão.
Agir sob fortes emoções ou sob o comando total da emoção costuma levar a criança: a quebrar um brinquedo; a dar ou a levar umas mordidas, beliscões do coleguinha. Caso seja impedida de aprender, no adulto pode conduzir: à cadeia, ao endividamento...

É preciso que a criança aprenda a pensar/sentir/agir de forma conjugada, automaticamente. Mas, para isso é preciso mudar o perfil controlador do adulto. Reformular o sistema educacional.

Criamos um mundo íntimo excessivamente racionalizado e partimos em pedaços ou desintegramos nossa realidade. À primeira vista não perceber adequadamente as emoções não parece fazer muita diferença na vida cotidiana das pessoas; mas faz.
Não dar permissão para sentir as emoções atrapalha a percepção da realidade.
A emoção, o sentir é o presente, a realidade.
Quando vivemos num mundo íntimo com predomínio da racionalidade e ignoramos as emoções; estamos vivendo uma vida ilusória e, além disso, sem graça. A racionalidade é o vir a ser; ou seja, ainda é ilusão.

A criança pode ser ajudada a sentir cada uma das suas emoções sem censura prévia. Numa primeira fase basta que os adultos não impeçam a criança de sentir suas emoções.
Para adultos que já percebem a necessidade de reestruturar seu sistema emocional, é possível criar situações para que se aprenda a sentir e desenvolver as emoções campo emocional. A técnica do Psicodrama é uma das ferramentas; claro que há muitas outras.

Devemos estimular constantemente a criança a verbalizar suas emoções, quaisquer que sejam elas. Isso é fundamental para a sua saúde psicológica e física. Quer um exemplo? Experimente acumular raiva ou ódio e curta a sua gastrite ou úlcera de estômago, ou quem sabe, até uma deliciosa hipertensão arterial. Fique brincando de guardar suas mágoas e curta o seu câncer.

ADEQUAR O EGO É O LIMITE DA SANIDADE

Nosso EGO é “nosso” limite atual do ser ou do não ser.

A escolher: amplo, limitado ou limítrofe?

Cooperador, egoísta, mais ou menos poderoso?

Quando permitimos que o EGO dos outros, tome posse do nosso, abrimos mão da identidade.

Progredir; é invadir e tomar posse do EGO dos outros?

Ao que tudo indica, evoluir, é abrir as portas do EU SOU a tudo que nos é agradável e a tudo que não é agradável; para desenvolvermos nossas experiências em 3D e adjacências cósmicas.

No jogo da vida, o MEDO é a primeira trava do EGO; deve ser usado com moderação sob a supervisão do raciocínio.

É preciso coragem para viver as próprias experiências sem intermediários.

Não podemos viver nem assimilar as vivências dos outros.
Isso não é realidade; e viver fora dela pode nos trazer:

Insegurança.
Falta de posicionamento.
Carência de energia.
Falta de maturidade.
Pobreza de raciocínio lógico.
Medo.
Preguiça.
Ansiedade.
Nostalgia crônica.
Dependência.
Egão (hipertrofia ou obesidade do ego).
Fuga a novos conhecimentos.
Temor do desconhecido.

Quase todos os nossos conflitos do EGO se transformarão em doenças físicas e psiquiátricas.

Para que possamos nos tornar pessoas saudáveis é preciso manter nosso EGO saudável.

Um problema a ser resolvido:
A auto – estima.
Ainda não aprendi a amar meu EGO o suficiente – Pois, não consegui me libertar, como o esperado para a época, das convenções, desejos coletivos, educação, cultura...

Quando conseguirmos dominar os limites do nosso EGO; talvez possamos ajudar os que ombreiam conosco, neste momento da evolução, a fazer o mesmo.
Mas, no momento precisamos de ajuda...

sábado, 18 de dezembro de 2010

COMO PROVOCAR UM ESTADO ALTERADO DE CONSCIÊNCIA

Para muitas pessoas viver uma vida normal está se tornando um martírio; não são raras as que estão á beira de uma camisa de força física ou química.
A dificuldade começa em definir o que seja um estado de consciência normal.
Normalidade representa a maioria?
Um sujeito normal num manicômio é um maluco?
E quem ainda não é ou não se considera? – Vive um estado anormal?
A maneira mais segura de entender o conceito de estado alterado de consciência, talvez seja usar como padrão de referência, a forma costumeira como uma pessoa percebe seu mundo interno e seu contacto com a realidade; confrontada com sua postura “anormal” num determinado momento.
Prevenir é sempre melhor que remediar.
O auto-diagnóstico deve ser exercitado sempre – um dos mais simples é o auto-questionamento, muito usado por sábios e mestres.
A hora de começar é sempre já.
Qual o grau de contato que minha consciência mantém com a realidade, neste momento?
Apresento alguma alteração de consciência do tipo: Depressão; Angústia; Síndrome do Pânico; TOC; Medo Mórbido; Transtorno de Ansiedade; Idéias Fixas e outras?
Há quanto tempo?
Tenho noção do modelo de mundo interno que construí?
Qual minha representação interna da realidade?
Meu mundo interno está adaptado à realidade/verdade?
Como anda minhas emoções e afetividade?
É fato comprovado que nos transtornos emocionais a capacidade de adaptação e a de representação da realidade estão comprometidas. Observe uma pessoa apaixonada; ela perde a capacidade de avaliar os efeitos futuros das ações em curso; até que se cure da paixão e recupere a cognição, ela está num estado de consciência alterada.
Nesta conversa o que interessa é a possibilidade de promovermos a adaptação e automatização de um estado alterado do nosso padrão habitual de consciência, usando de forma deliberada a cognição (atenção, pensamento, abstração, indução, dedução), buscando uma vida e um futuro melhor.
Não nos interessa, hoje, os estados alterados de consciência fora dos nossos sentidos físicos, como os produzidos pela meditação, uso de drogas e ritualísticos; até pelo fato de serem temporários e fugazes, possibilitando uma perigosa fuga da realidade para a maioria dos posicionados em 3D. Somos adeptos da colocação de um grande Mestre: “Somente a Verdade vos libertará” – a Verdade é espelho da Realidade. Para a maioria de nós, o caminho da sanidade ou felicidade é o retorno do estado de consciência á Verdade/Realidade através da lei cósmica do trabalho.
A idéia básica é tentar unificar e organizar todas as nossas sensações com todas nossas experiências enquadradas nas leis da ética cósmica.
Questione-se, cobre-se; mas, sempre com bom humor, alegria – pois, a vida é uma eterna brincadeira; mas, muito, MUITO SÉRIA...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

NUTRENROLAÇÃO E A DIETA IDEAL

O animal, do nascer ao morrer sabe com absoluta precisão: o que, em que momento, e o quanto deve comer.
Em circunstâncias naturais sua dieta é sempre a ideal. Sem possibilidade de errar. Porém sem muitas opções de escolha; o cardápio é seu habitat.
Para os que estão sujeitos aos padrões de atitudes automatizadas pela evolução das espécies todos são capazes de comer o necessário, exatamente o que precisam, sem que saibam que gosto, que tipos de nutrientes ou mesmo que tipo de “venenos” o seu alimento contém. Simples, quem não está apto a escolher, ainda não é capaz de errar.

Para as criaturas que já podem pensar; mas, tem dificuldade em fazê-lo, o livre arbítrio pode tornar-se uma perigosa e até mortal armadilha dietética.
Num mundo dominado pelas “tranqueiras” a dificuldade cresce em progressão geométrica. Pois, para quem já é capaz de decidir o que saborear, a situação pode tornar-se ainda mais deliciosamente indigesta.
Como a liberdade é relativa à capacidade já desenvolvida de pensar e de escolher. E sendo nossa vida interativa e comunitária, ninguém vive só; nossas relações são de interdependência, e até em certas fases, dependemos uns dos outros. Então: Se decidir o que, em que momento, e quanto, eu posso comer já é complicado, pior ainda, é ter que fazer isso para outra pessoa como ocorre na nossa infância. Como pais temos que decidir, o que, em que momentos e o quanto as crianças tem que comer para crescerem fortes, saudáveis e felizes.
Será que nossas escolhas serão determinantes para formar-lhes o padrão de hábitos alimentares para o resto da vida?
Até certo ponto sim, mas a sorte é que eles podem modificar futuramente os hábitos adquiridos na infância; quando se capacitarem; e, se o desejarem.

Reformar, mudar: nesse ponto, surge um novo problema.
Se não sabemos com clareza como e porque mudar nosso hábitos. Se o conjunto de motivos capaz de nos levar a fazermos isso; não está bem definido, cria-se um conflito que parece sem solução. Pior, quando torna-se uma obrigação. Reciclar sob pressão da doença ou do sobrepeso, torna-se algo penoso e desagradável.

A mudança de hábitos ideal é aquela que é feita segundo uma opção clara e lógica. Executada segundo a vontade do interessado e com alegria e prazer. Faço porque quero. E sei porque o desejo.
A soma dessas dificuldades ou nutrenrolação é que no leva a repetir o mesmo tipo de dieta geração após geração.

Nesta midiática Era, de forma destrambelhada milhares de pessoas buscam a dieta ideal, e os motivos que as impulsionam a essa busca são os mais variados: para emagrecer, criar massa, estar na moda, conseguir mais saúde, viver mais, etc.

Encontrar a dieta que mais se ajuste às necessidades de cada um não é tão difícil.
O problema está em praticar a dieta; pois desejamos decretar uma dieta; quase sempre ilusórias, fora da realidade e ditada por pessoas que estão em evidência na mídia; os nutrenroladores.

Alcançar a ideal é uma conquista que pode e deve receber ajuda externa. No entanto, praticar uma dieta imposta por outra pessoa é de certa forma abdicar de uma condição que nos diferencia: a capacidade de decidir e de escolher com alegria e com prazer; além disso, como seres humanos temos coisas mais importantes a criar e a fazer; do que ficarmos pesando o que vamos comer ou medindo calorias.

A dieta ideal é simples, fácil de ser praticada e gratuita.

Quer engordar, emagrecer ou tornar-se saudável?
Pergunte ao seu corpo.
Sim ele fala, às vezes, o coitado tem que gritar, berrar sob a forma de mal estar, dor – não dê um cala boca que não te perguntei nada; nele.

Pára de tomar remédio e ouça o que seu organismo tem a dizer.

Continua.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

CORTISOL - ESTRESSE E TRANSTORNOS DO COMPORTAMENTO



O momento é delicado demais para os que sofrem de Normose.
O estilo de vida baseado na neurose de competição; além de destruir o corpo físico; está gerando uma série de transtornos mentais pela disfunção provocada no eixo Hipotálamo-Hipófise- Suprarrenal.
Revejam nossos artigos a respeito do Sistema Límbico: é nele que tem início a função psíquica de avaliação das experiências em andamento de acordo com a qualidade evolutiva da pessoa. Emoções, sensações, atitudes geram no SL a produção de mediadores que ativa o eixo HHS avisando de perigo; ou equilibrando o sistema em fases de calmaria ou recuperação.

Nosso assunto de hoje: estamos produzindo cortisol muito além da conta e por um tempo que o organismo não suporta mais. E não é preciso nenhum tumor físico na Hipófise, na Suprarrenal; bastam os tumores mentais emocionais: ganância, orgulho, intolerância, impaciência, desejo de ser mais do que o outro; de consumir até ser consumido...

O HIPERCORTISONISMO é um dos cruéis Cavaleiros do Apocalipse.

Pois, antes de matar; ele aleija o comportamento provocando ou servindo de gatilho para desencadear: Depressão, Ansiedade Mórbida, Ataques de Pânico, Transtorno Bipolar, Delírio Transitório, Surtos Psicóticos, TOC, Distimia (tristeza crônica), Confusão Mental, Diminuição da Cognição (crianças que são medicadas com corticóides com freqüência começam a ir mal na escola), Comportamento Borderline, a pressão arterial se altera, a glicemia enlouquece, surgem estrias, inchaços na face e atrás do pescoço, reincidências de cálculos renais, muitos, etc.

Só para ilustrar: a Depressão está presente em 75% dos doentes que sofrem da Síndrome de Cushing (aumento patológico dos corticoesteróides – dentre eles o cortisol endógeno).

Muito há que se falar a respeito, e o faremos ao longo do tempo.

Nossa intenção de hoje, apenas alertar o amigo leitor para o uso de medicamentos à base de corticoesteróides; tanto faz que sejam pomadinhas, remedinhos de usar no nariz, etc.

Estaremos, nós, a maioria, na condição de Cushingóides latentes prestes a surtar?

É preciso revisar com urgência o foco da medicina contemporânea.

Se o uso de corticoesteróides fosse abolido; grande parte das especialidades médicas iria desaparecer?

Usar corticoesteróides; nem morto?

Nem tanto lá nem tanto cá.

Mas, que o aumento dos corticoesteróides no corpo físico é falta de consciência; em todos os patamares da vida; isso, é inegável.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010



A MINHA PAZ VOS DOU...

Estamos conectados – Então eu posso curar você através da minha própria sanidade...

Estamos aqui interagindo. Você é você e eu sou eu. Aparentemente nada temos a ver um com o outro, provavelmente nem nos conheçamos; mas: estamos conectados eu e você, numa rede cósmica; interdependemos em todos os sentidos e além deles.
Estamos ligados mesmo não nos conhecendo, mesmo um não sabendo da existência do outro. Eu te afeto e você me afeta. Se tu estás alegre tua alegria me alcança, tua tristeza também; queiras ou não; queira eu ou não.
Isso é um fato, uma realidade.
É verdade que somos seres diversos, porém fazemos parte de uma unidade: a humanidade, por isso, não faz diferença, o nosso querer ou não, interferir um com o outro, isso é lei; o que podemos fazer é analisar e escolher a forma como nos afetamos uns aos outros; de forma leve ou intensa, triste ou alegre?
Temos a mesma origem na imensidão do universo, somos parte de uma fantástica conexão estelar. E, daqui em diante nós dois nos afetamos ainda mais fortemente, pois estamos nos descobrindo e criando um vínculo, um laço mais apertado, mesmo que nosso diálogo seja virtual. Neste momento estamos unidos, ligados por idéias e sentimentos e, quer concordemos ou não continuamos conectados pelo que aqui está impresso.
Mesmo que foque sua atenção em outras coisas, em outros fatos, a ligação persiste. É como se estivéssemos frente a frente.
Entendeu?
Provavelmente sim. Mas talvez não tenha compreendido. Raciocinou, mas possivelmente não sentiu, não incorporou esse conhecimento aos sentimentos e às atitudes diárias. Isso, ainda não importa no momento. Apenas lembre-se que compreender é pensar, sentir e agir ao mesmo tempo.
Para que esse conceito de conexão/interatividade fique mais claro, vamos nos aproximar mais, vamos focalizar o seu mais estreito laço humano, o de família, em especial a relação mãe/filho. Observe como você e sua mãe possuem uma ligação muito forte, se está triste mesmo que ela não saiba, não importa a distância que os separe no momento, ela sente; não sabe, mas sente. Quantas vezes não tenta esconder uma tristeza e, é bombardeado com insistentes questionamentos: O que aconteceu? Porque está triste meu filho? Não adianta negar, ela ainda não sabe, mas sente. Como pode ser explicado isso. Será instinto materno? Parece mágica, mas não é; pode ser mensurável, questão de ondas, vibrações, freqüência, sintonia e conexão.

Amar é sintonizar com o outro em harmonia.

Amor e desamor não são apenas sentimentos; são freqüências diferentes de uma mesma energia, e que podemos passar de uma a outra quando seja da nossa vontade e possibilidades já desenvolvidas. Então, o melhor a fazer é aprendermos a nos amar.

Sintonia e atração.

Será que se eu me curar de uma doença física, mental, emocional, comportamental eu posso transferir essa cura às outras pessoas?
Sim; desde que haja intenção e consciência: FOCO.

Como proceder?
Faz silêncio dentro de ti, respira fundo, abre a mente e o coração, pára e pensa, faz isso, com muito carinho, pois podes mudar o teu mundo íntimo e afetar o destino de toda a humanidade.
A solução para nossos casos mal resolvidos e para colaborar na solução dos problemas dos nossos “semelhantes” está em fazermos silêncio dentro de nós; para ouvir o diálogo entre nossa consciência e os deuses que zelam por nós; para tornar a escolher de forma mais correta, afetando a vida dos outros segundo a Lei do Amor.

Curar outras pessoas através da própria cura não é mágico; nem milagre; apenas lei física transposta para a ética cósmica.

O poder da cura está em todos – basta aprender a acessá-lo.

Comece pelos mais próximos – foque um problema de um familiar – veja o quanto dele existe em você (mesmo que a princípio negue); reforme sua postura; no início para ajudar crie um mantra transformador, pense no problema da pessoa, enquanto o recita ou mentaliza; logo seu familiar passará a ter atitudes diferentes a seguir.

Como somos todos um.
Não precisamos de intermediários para alcançar a cura e o amor; tanto, para nós quanto para os outros.

Material para reflexão:
Ao ouvirmos notícias das atitudes de violência em andamento no RJ – ao invés de alimentarmos o medo e a própria violência com nossas críticas e recriminações veladas ou ditas – que tal verificarmos em nós mesmos a predisposição para atitudes de retaliação e violência.
Meditemos e enviemos aos envolvidos nossas vibrações de cura interior e de FOCO na paz.
É fazer, praticar para crer...