sábado, 24 de julho de 2010

A BOA MORTE X MEDICINA PALIATIVA

Vivi uma situação nada inusitada; pois, já me acostumei.
Meus amigos editores do Diário da Região de SJRP não gostaram de meus humildes comentários a respeito da morte vip assistida; daí; não publicaram. Tudo bem; pois a região é considerada vip no quesito de medicina tecnológica; transplantes daqui e dali; e os interesses de todos nós se misturam e se separam; coisa de centrifugação cósmica.

Vamos ao que foi enviado na época:

Disse eu (sem correções):
“Saudável a pequena discussão criada a respeito da unidade de cuidados paliativos, que o hospital de Base instalou; lamentavelmente superficial, em se tratando de assunto tão importante como a morte; única certeza na existência de quem se considera vivo. – sim; muitos de nós estamos mortos há muito tempo apenas não fomos ainda enterrados; dão que, pouco ou nada criativos e úteis.
Nada contra o novo “serviço” implantado; mas, ele pode propiciar saudáveis debates ou fugas como sempre houve. Ressalvas contra o ufanismo de “serviço de ponta e referência”. Será que os pacientes rotulados de terminais vão receber instruções de como morrer de forma correta? – Haverá um manual de instruções? – provavelmente não; mas, deveria haver. Gostaria imensamente de ver a medicina de nossa cidade como referência em educar para a saúde e campeã de morte natural ao invés de morte doentia.
Nossa intenção é gerar assunto para debate; pois a morte já está para lá de desmitificada – até cientificamente já está provado que ela não existe.
Quem nascido em 3D não é doente terminal, com passaporte, visto de saída, entrada e passagem comprada; só falta marcar a data para mudar de CEP para 4D?
Que tal discutir:
O que é boa morte e má morte?
Morrer com luxo é mais saudável do que na miséria?
O que é morrer com dignidade?
O que é morte tranqüila e sem dor?

Uma questão não mais admite discussões:
A medicina sempre foi e será paliativa para evitar a morte.

A idéia de que curas são vendidas como sabonete se fixou; e hoje é real. Buscamos a cura como se procuram mercadorias num mercado; não queremos nos curar queremos ser curados não importa de que forma e a que preço, muito menos nós medimos conseqüências. A cura como necessidade de mudanças definitivas na forma de pensar, sentir e agir, de reformular hábitos e eliminar vícios prazerosos é evitada, pois, às vezes exige decisões contundentes na maneira de escolher, separar, avaliar – isso sinaliza falta de educação para a vida. O resultado é que esse tipo de busca não representa uma decisão séria de cura da nossa parte; uma opção verdadeira entre diferentes meios de vida, pois enquanto alguém achar que pode comprar saúde, outro pensará ser capaz de vender cura; Pior, outros mais espertos tentarão intermediá-la. Nada resolve tudo e, a medicina e o método científico não são exceções à regra. Quando totalmente atrelada à razão científica ela é neutra quanto a fins, e irremediavelmente, incapaz de responder à questão de como viver, para que viver; Ora, parece que viver, é apostar na liberdade de pensar e escolher.
A metodologia científica, não nos diz como usar essa liberdade e o que fazer de nossas vidas. Qualquer ato de escolha, por mais simples que seja, ultrapassa a esfera de competência da ciência. Então, a saúde ou a doença passa a ser principalmente questão de filosofia de vida; é uma escolha como outra qualquer, envolve todos os nossos sentidos e capacidades, nem sorte, nem azar, nem destino. Opção feita aguarde-se as conseqüências.
Fruto da má educação: somos seres insaciáveis; acreditamos que a vida existe apenas para nos dar prazer e, na ânsia de aproveitá-la, corremos para os braços da morte. Existe um apetite desgovernado por sensações e, a nossa capacidade de assimilá-las e integrá-las a um projeto de vida que faça sentido; ainda é ridícula.
Desde que criamos a doença buscamos a cura; mas de forma infantil como ocorrência mágica destituída de esforço; talvez porque a doença reacenda o medo da morte e, onde há medo, há submissão. O paciente deveria ser parte ativa nas decisões que implicam em como viver e de que forma se curar. Entristece ouvir: “Doutor, estou em suas mãos!” “Abaixo de Deus, somente o senhor!” “É minha última esperança!” – Ou; dei ao meu familiar o melhor: vai morrer no serviço de cuidados paliativos do HB.
Porque a medicina não cura definitivamente?
O problema não está na ciência ou na tecnologia, sim no uso que se faz dela; a explicação é muito simples: se a medicina de qualquer tipo pudesse nos curar para sempre seria um absurdo, um caos, pois nem todos têm acesso aos recursos ao mesmo tempo, o que seria uma crueldade. A justiça natural não comporta mágicas, milagres nem privilégios.
O estilo de medicina atual mais ajuda a morrer mais depressa do que a viver mais; e um dos problemas, disfarçado de solução pela ciência dos homens são os anti isso ou aquilo; ao bloquearmos satisfatoriamente os efeitos, não nos interessamos em reformar a conduta. Essa passividade cria o conceito de doença incurável e acentua o conformismo.

Convidamos o leitor a avaliar seus motivos para temer a morte – e a correr para aprender a morrer com eficiência e dignidade – bem longe dos serviços de medicina paliativa.
No chamado mundo moderno ela foi transferida para hospitais onde a ignorância com relação ao fenômeno leva à sedação desnecessária do moribundo, o que, causa problemas durante a crise e depois dela; no trato com doentes terminais cuja morte é aguardada, há quixotescamente um exército de indivíduos lutando contra ela; e raros preparados para ensinar o doente a morrer; os que têm alguma assistência recebem apenas os conceitos emocionais religiosos de perdão dos pecados, céus e infernos sem racionalidade.
Precisa-se com urgência de profissionais preparados para o tratamento psicoterapêutico da morte. Essa crise pode ser estudada por trabalhadores dos hospitais de doentes terminais para melhor compreensão e posterior aplicação.

Dr. Américo Canhoto. Médico de famílias; educador em saúde; escritor.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

SEGURANÇA ALIMENTAR

O conceito de segurança alimentar; é uma das armadilhas para quem pensa pouco; e pior, para come muito.

Na atualidade; quase que uma piada de mau gosto.

BIOSEGURANÇA É UMA FARSA TÃO CRUEL QUANTO O CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE; E CONGÊNERES: BEBA COM MODERAÇÃO; CONSUMA COISAS; DIET, LIGHT – SÓ UM POUQUINHO NÃO FAZ MAL...

As cobaias tipo Joãozinho e Maria (engordados pela mídia, candidata a bruxa malvada sob a supervisão da bruxa mor: a pseudo-ciência; a serviço do deus-dará dos seus próprios interesses...; são as vítimas preferidas da Dona Morte Precoce; rainha do país Mulá do Universo das Cobaias Galácticas. Não se confunda com as siglas: uma das armadilhas que são usadas para confundir as cobaias (iscas ou atrativos).

Papo de cobaia:

Fulano disse! O doutor; não sei das quantas; pósgraduado em não sei quantas universidades de ponta no mundo todo; garantiu! : É bom! Pode confiar!
Confiar em quem? Porquê? E daí? Quem paga os salários dele? Quem garante suas mordomias? Sua aposentadoria na vida de cobaia está garantida apenas porque passou num concurso publico? Conhece algo a respeito de sua vida pessoal? Qual sua história de vida (pelos frutos se conhece a árvore – disse um Avatar) O que prega é marketing a serviço de seus interesses e de seus prepostos?

A modernosa ciência acredita ser capaz de criar mecanismos de biosegurança para as cobaias do dia a dia; baseados em interesses escusos para a bioética cósmica.

Levanta a mão quem ainda não tomou, ao menos uma vez, um remédio recomendado por um desses cientistas midiáticos da atualidade, e que, depois de algum tempo; não foi retirado dos interesses da praça por motivos éticos e escusos (novo produto para substituir o antigo). Ao persistirem os sintomas um médico ou um farmacêutico deve ser consultado! – Para que? Para dar um atestado! – Aqui jaz uma cobaia imbecil que se imolou na própria mediocridade.

Como cobaia escaldada que sou; não confio em nada que venha referendado por titulagens interesseiras – creio na seqüência dos fatos naturais.

Em se tratando dessa coisa chamada de BIOSEGURANÇA não acredito em nenhum dos cientistas que vivem disso; apenas levo em conta o que me dizem meus cientistas do dia a dia. Tal e qual dona Joana minha antiga e velha paciente que num dos nossos bate papos gratuitos; me deu o seguinte presente: “na hora de comprar; só compro as coisas da época; pois fazem bem prá minha saúde e pro meu bolso”.

Outra dica:
Não entre na armadilha de consumir suco natural para escapar das armadilhas do suco artificial (uma das máquinas de matar).
Outra dica de um cientista natural e sem interesses: Se fruta fosse para beber e não para comer: já viriam em garrafinhas nas árvores.

SOLUÇÃO:
“Sacus plenus bagus est” diria meu amigo ET consultor romano; nesta ocasião.
Os leitores desse tipo de sites ou bloogs não merecem muitas explicações.

FOKIÚ DIRIA O SÁBIO COMPANHEIRO DE LUTAS.

PT – saudações.

Bem vindos os sábios que quiserem continuar a discutir o assunto.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

DEIXA A PORTA DA RECONCILIAÇÃO CONTIGO MESMO ENTREABERTA

Depressivo? Apenas triste? Solitário? Raivoso? Doente? Esgotado?
Estressado?

Para que recuperes a saúde e a alegria de viver: aquieta-te.

Queres sair dessa; ser vivente?

Ouça-me!
Presta atenção!
Quem sou eu?
Sou teu deus interno; fração imensurável da Fonte Criadora.
EU SOU:
Tua consciência; ainda incipiente – deixa que me manifeste para atingir gradativamente a plenitude deste momento!

Para começar:
Faz silêncio dentro de ti; respira fundo; abre a mente e o coração; pára e pensa; faz isso, com muito carinho; pois podes mudar o teu mundo íntimo e, afetar o destino de toda a humanidade.

Reflete: Hoje, aqui na Terra, tu és um prisioneiro desta dimensão da vida. Estás preso, algemado às tuas próprias escolhas e aos teus amigos ou não de ontem e de hoje. Escolhas que inúmeras vezes se transformaram em crimes contra as leis de progresso. Não te esqueças que vezes sem conta: Abusastes do direito de ser livre. Malbaratastes os recursos da vida. Abortastes as próprias oportunidades e as de outros. Tu agiste como depositário infiel dos bens que te foram confiados, amores, filhos, pais, conhecimento, saúde, posses.

Vida minha.
Atenta para os agravantes:
Detentor de conhecimento tu continuastes a agir como antes. Mantivestes a ignorância para tentar fugir das responsabilidades. Iludistes para poder dominar. Tu acusaste outros dos teus próprios crimes. Sem saída; assumistes os próprios erros; arrependido, tu imploraste misericórdia, e milhares de vezes tuas ofensas te foram perdoadas; contudo, continuastes a agir como antes. Reconduzido ao cárcere íntimo agistes como louco rebelde e agressor.

Filho de mim mesma:
Não me maltrates mais do que já fizestes; não te recrimines a ponto de desespero; antes, observa os fatos atenuantes: vezes sem conta foste iludido por outros, que te acenaram com uma libertação impossível sem a devida reparação. A ignorância verdadeira, embora seja rara, diminui a cobrança; que pode ser atenuada pela vontade sincera de se preparar para reparar.

Alma de minha alma – ser do meu ser - Desejas a libertação?
É quase certo que a almejas; porém, somos prisioneiros de nós mesmos da própria consciência a união do eu e tu.
Somos o colegiado do foro íntimo que sempre executa a lei universal; e que decide começar pela amorosa liberdade condicional.
Se a desejas: começa libertando os que te ofenderam. Perdoa-os; libera-os; solta as algemas que te une a eles; pois, ficarás com mais liberdade de ação para ir e vir; e, começar a reparar teus erros como melhor te convier para atingir a liberdade plena do amor.
O amor por si só é livre e responsável. Não existe amor onde não há liberdade nem responsabilidade; pois quem ama cuida.

Estás infeliz com os que te cercam; com os que representam tua vida?
Por que aqui e com estes, indagas?
Quantas vezes nos perguntamos isso. Tanto nos bons quanto nos maus momentos de nossas vidas; principalmente nestes. Parece num primeiro momento uma charada indecifrável; mas, não é. Gravitamos em torno dos vetores de forças que emitimos pelo nosso pensar, sentir, agir de ontem e de hoje. Quando pensamos, sentimos e agimos atuamos, interferimos na vida dos outros e em tudo que nos cerca.
Porque sempre fazemos questão de ignorar isso?
É sinal de inteligência responder e anotar as respostas vida minha.

Queres uma dica?

Tudo o que somos capazes de perceber se resume a escolhas já feitas e as ainda por fazer.

Mas, aprende a calar, silencia tua mente; pois, a solução para nossos casos mal resolvidos está em fazermos silêncio dentro de nós para ouvirmos o diálogo entre a consciência eu e tu; mais os seres que zelam por nós; para tornar a escolher de forma mais correta, segundo a Lei do Amor.

Queres outra dica?
A cada dia afrouxamos ou apertamos os laços que nos unem a todos. Nós nos mantemos prisioneiros de nós mesmos; algemados á culpas e remorsos; ou nos libertamos a cada nova escolha que fazemos.

Não se trata apenas de relações afetivas e familiares – mas, em todos os tipos de experiências: trabalho, trânsito, convivência, vizinhança.

Teu sistema de crenças te tolhe, atrapalha?
Livra-te dele – mais do que depressa - na dúvida; para começar acredita apenas em mim: TUA PRÓPRIA E DIVINA CONSCIÊNCIA.

Não me feches na cara a porta da culpa e no remorso meu amado ser vivente; alma de minha alma – deixa a porta entreaberta para que eu visite tua intimidade - para que juntos, eu e você, nos derramemos na FONTE CRIADORA – afinal, somos todos, um.

O DIVINO MÉDICO AGRADECE.


AMEM.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

DOENÇAS DA ÉTICA DE NÃO SABERMOS AMAR A NÓS MESMOS

Conforme colocamos de forma clara e inequívoca em nosso livro: “Saúde ou doença: a escolha é sua”:

Doenças; pouco ou nada tem a ver com sorte, azar, destino – cada uma é uma lenta construção de dia a dia; forjada na forma de pensar, sentir e agir que escolhemos.

Acima de tudo:
Nosso sentir-se feliz ou infeliz e a harmonia orgânica de nosso ser depende da capacidade que desenvolvemos de amar a nós mesmos.

Algumas das doenças causadas por esse amor devem-se ao excesso de energia estagnada no circuito da energia vital; é o amar-se em circuito fechado, sem trocas.

O amor deve fluir sempre, não pode ser guardado, nem estocado, pois a energia do amor quando não flui intermitente de um para outro; faz adoecer e pode até matar.
Algumas das doenças que se manifestam no corpo a medicina nem consegue catalogar ainda; ou atribui-lhe um agente causal; sua etiologia é o desamor ou até o excesso de amor concentrado de forma centralizadora no eu.

Egoísmo:
Mesmo que não tenha intenção de lesar aos outros o egoísta já lesa a si mesmo, criando em seus circuitos de energia vital uma sobrecarga capaz de levar a disfunções e até, a doenças com lesão ou degenerativas.

Orgulho:
O orgulhoso é um concentrador de energia em si mesmo. Um incapaz que tenta vender a imagem de ser mais e melhor do que os outros para satisfazer-se. Por ser um incapaz, não consegue manter para sempre essa imagem, e um relê chamado humilhação, de tempos em tempos promove um curto-circuito capaz de deixar fluir a energia acumulada, protegendo-o de uma pane total.

Narcisismo:
O indivíduo que sofre do complexo de narciso, tenta concentrar toda a sua atenção no que pensa serem seus dotes físicos. E por auto/admirar-se doentiamente o tempo todo, deixa de integrar-se e impede que o amor flua. O narcisista não dispõe de tempo nem de recursos para trocar afetos nem energia.

Vaidade:
O vaidoso é um tipo variante de narcisista insatisfeito que deseja ser o tempo todo admirado pelo que aparenta, e não necessariamente pelo que é.

Muitas pessoas em todas as épocas apresentam aos outros uma relação entre sentimentos e doenças, na sua própria forma de sentir e de se projetar, que a ciência médica chamou de doenças psicossomáticas.

Cada uma das percepções escritas e relatadas tem seu fundo de razão e verdade; ás vezes fundamentadas em estudos científicos bem elaborados; noutra vezes, é apenas um tipo de “achismo” - alertamos aos amigos leitores: nada é o que parece – nossas emoções e sentimentos estão mesclados entre si de forma tão confusa quanto nosso pensar, sentir e agir da atualidade.

Nada substitui o conhecimento de nós mesmos correlacionado com as experiências de vida em andamento.

Viver é acima de tudo aprender com experiências.

Lições e aprendizados podem ser compartilhados; mas, jamais padronizado.

domingo, 30 de maio de 2010

EFEITO REBOTE

Vai um chocolatezinho aí?

Vivemos na Era da ansiedade e do medo mórbidos; num mundo acelerado e com conflitos mil.
Como nós não tivemos educação para superar as naturais frustrações, geradas especialmente pela ciranda dos valores determinados pela mídia e pelo marketing – e, a educação não passa de mera instrução mal executada; não fomos preparados para viver a vida – Vacinados contra doenças físicas nós até fomos demais - Mas, ninguém se preocupa com a vacinação ético-moral; daí, as epidemias de violência, roubos, desfalques, prevaricação; e outras doenças da ética.

Os próprios adultos se encarregam de viciar os filhos tanto em coisas ilícitas quanto nas legalmente lícitas; mas, segundo a ética cósmica, mesmo essas, são crimes graves.

Vamos falar apenas do efeito rebote em remédios e comida.

O efeito rebote dos remédios está ficando cada vez mais na mídia; por esse motivo não iremos nos alongar.
As pessoas não mais conseguirão usá-los de forma contínua; especialmente crianças e jovens. Exemplo, eu tenho recebido no consultório pacientes com graves crises de alergia ao antialérgico que sempre tomou. O uso constante de descongestionantes nasais; e o de analgésicos; serve para ilustrar.
Pela sua importância maior a cada dia e pelo perigo que pode representar o uso corriqueiro e contínuo de remédios; aconselhamos ás pessoas que procurem se inteirar do assunto.

Efeito rebote na dieta.

Geração após geração, não tivemos permissão para sair da fase oral.
Até mais ou menos os dezoito meses tudo vai á boca; pelo fato de buscarmos prazer na mucosa dos lábios e da cavidade oral.
É dado um valor tão grande ao ato de comer que os adultos não superam essa fase; em alguns esse problema é mais intenso; daí, essas pessoas não abandonam a chupeta do adulto (hábito de mascar chicletes). Nesta época de tudo a mil, inclusive conflitos e frustrações – Onde as pessoas vão buscar prazer? – Na comida.

As pessoas comuns (nós) a cada dia têm mais dificuldade em produzir uma quantidade adequada de Serotonina; um neurotransmissor; uma molécula envolvida na comunicação neurológica. Ela tem um importante papel na qualidade de nosso humor, nos faz sentir mais relaxados, calmos e menos preocupados.

Por que não produzimos a quantidade de serotonina necessária?

Dentre outras coisas:

- Sedentarismo – durante a atividade física produzimos serotonina em apreciável quantidade; aquela sensação de prazer após uma atividade física é explicável também dessa forma.
As crianças da atualidade estão com a vida complicada; devido á ganância das últimas gerações de adultos; elas estão sendo criadas em regime de confinamento e de engorda. Não há espaço público para que possam usar o corpo; além disso, elas são submetidas a estímulos mil (meio que no estilo de estressar os boizinhos para que engordem logo e a carne fique macia) – dá para entender os motivos que leva as crianças de hoje a darem impressão de estar ligadas no 220v o tempo todo; elas precisam, dentre outras coisas, produzir mais serotonina e lançam mão da hiperatividade para tanto. Quando são colocadas a usar o corpo sobra o esporte; mas, os adultos logo as obrigam a não faltar; pois estão pagando – também logo são colocados para competir ou fazer as tais das apresentações. Detalhe: estudos provam que o corante vermelho 40 usado em muitas guloseimas infantis provoca hiperatividade nas crianças.

- Constipação intestinal – O intestino é o segundo cérebro. O ideal e facilmente atingível é evacuar após cada refeição. Lembram do termo: pessoas enfezadas? – As cujo intestino não é exonerado de forma conveniente costumam ser mais irritadas. Intestino lotado de toxinas e radicais livres produz bem menos serotonina.

- Pobreza de objetivos de vida saudáveis – Pessoas alegres e motivadas produzem mais serotonina; que as mantêm em equilíbrio mais estável, e assim sucessivamente.

- Dieta errada – Alimentos ricos em triptofano que é um aminoácido precursor da serotonina são essenciais para ajudar na estabilidade do humor e do organismo.

Os níveis de serotonina oscilam durante o dia e em certos períodos da vida. Exemplo, fases de conflitos emocionais e afetivos; luto; perdas; menos valia. Já se perguntou por que algumas mulheres de TPM ou quando deprimidas correm em desespero atrás de comer carboidratos (pão, massas, doces e chocolate? – Além do processo da fase oral; ainda associamos esses alimentos ás sensações de prazer, prêmio e de aconchego materno. Além disso, certos estudos mostram que os carboidratos acalmam o cérebro – e quem diria; isso se tornou um problemaço.

As pessoas se sentem o máximo ao afirmar que são chocólatras; dizem de boca cheia, com muito gosto – mal sabem o que as aguarda em cada dia mais breve futuro. Outras sempre se dão de presente um docinho; como compensação ou para tirar o gosto amargo das frustrações mal elaboradas.

Não agüento mais!

A sensação de cansaço após uma realização útil e prazerosa é reconfortante, pois basta apenas um descanso para o corpo e a mente para que as energias sejam renovadas: estamos prontos para outro desafio de viver. Porém: quem se queixa de cansaço permanente: Não gosta do que é, nem do que faz. Ou está fazendo tudo da forma errada.
Inútil até. O estresse inútil comanda a vida das pessoas cansadas, tristes ou desalentadas de forma crônica, que logo se transformam em depressivas, angustiadas ou em pânico.
Quase mortas, em vida.
Muita gente, cada um do seu jeito, anda se queixando que está esgotado e, que não agüenta mais levar essa “sofrida vida”, esse calvário, nem mais um dia.
Esse estado de sentir-se é um coquetel de emoções: uma mistura de desalento, tristeza, angústia, ansiedade, insatisfação e medo. Resumindo: frustração mal elaborada somada a um processo de neurastenia – somado ao efeito rebote do uso diário e excessivo de carboidratos e de chocolate.

Vivemos na Era da montanha russa até nosso organismo entrou na brincadeira e se viciou em descargas de adrenalina e coisa e tal. A pressão arterial vai de 10/7 a 20/10 em minutos – a glicemia para não ficar atrás vai de 300 a 60 em minutos – É lógico que dona serotonina não ia fugir dessa; daí que seus níveis oscilam o tempo todo – e junto com ela nosso humor e disposição.

Esse processo não é a vida tirando uma com a nossa cara; zoando de nossos sonhos e desejos; não.
É lei da física. Tudo que sobe desce; ora lá em cima, ora lá em baixo.
Muita gente está se acidentando feio na estrada da vida; pois caí ao mesmo tempo a glicemia e a pressão arterial; e a pessoa tem um peripaque ou um desmaio mesmo – e pronto – daí, em diante vai virar refém do medo e de mil exames.

Alguns alimentos com alto potencial energético (carboidratos e bebidas alcoólicas) favorecem a depressão física que pode e se mistura com a depressão psicológica. Dão picos de energia muito rápidos e intensos; mas, como tudo que sobe desce; depois; vão lá prá baixo; inclusive a produção de serotonina.

E se alguém descobrisse a serotonina sintética?
Seria a droga do prazer eterno? – Viveríamos espalhando alegria e motivação o tempo todo?
Somos especialistas em querer bagunçar o coreto da vida – a serotonina não é a droga da motivação, da alegria, prazer e calma – ela apenas está presente nas pessoas cujo cérebro e corpo é usado segundo o manual do fabricante.
A serotonina sintética ou não; nada mais é do que o empurrão; manter o carro andando é obrigação do motorista.

Dica:
Para manter os níveis de serotonina é importante nos libertarmos da educação recebida. Disseram e nós acreditamos que não é possível viver sem problemas; daí gulosos como somos; nós os criamos aos montes – e pouco honestos, ainda nos apossamos dos problemas dos outros sob o disfarce do amor e dos cuidados.
Uma forma simples de manter os níveis de serotonina sem precisar de chocolate, farináceos e doces; é inventar todos os dias pequenas metas e motivos para sermos alegres – quem conseguir voltar a ser criança é uma boa pedida.

Usando o raciocínio tradicional do ser humano cabeça de minhoca: Se pão, massas, doces e chocolate engordam; será que serotonina sintética também engorda? – Será que chocolate de marca cara dá mais serotonina? – Tem diferença da serotonina do chocolate branco para o preto?

Será que esse chute dá rebote?

sexta-feira, 7 de maio de 2010

AÍ – VEM COISA!

Quando tenho tempo; quase nunca – costumo colecionar notícias bestas jogadas ao léu, postadas e programadas para referendar interesses escusos para uns; mas, absolutamente necessários para outros. Só para lembrar; recordam da filosofia nazista?

Ela sobrevive na tecnologia e na política de interesses.

Colecionei algumas notícias antes a divulgação da “pandemia fajuta da H1N1” – achei por bem divulgar apenas esta das que já coleciono com relação á próxima pandemia:

vc repórter: doença respiratória desconhecida preocupa Canadá
29 de abril de 2010 • 19h53 • atualizado às 19h55
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A morte de nove pacientes na unidade de um hospital em Victoria, capital da província da Colúmbia Britânica, no Canadá, gerou preocupações na população canadense. De acordo com as autoridades locais de saúde, não se sabe ainda qual é a doença respiratória que provocou o surto.
Segundo a Vancouver Island Health Autority (VIHA), a unidade do hospital Glengarry havia passado por um surto de norovírus, causador de gastroenterites, no dia 6 de abril, com sintomas pouco diferenciáveis daqueles apresentados pelos pacientes, em geral idosos e deficientes, que adquiriram a doença respiratória.
O surto do mal respiratório só foi declarado no dia 22 de abril, após o agravamento dos casos, incluindo as nove mortes. A VIHA descarta a possibilidade de contágio pelas gripes A, B e H1N1 e espera ter o resultado dos exames dos infectados ainda esta semana.
A próxima fase é assustar as pessoas; induzi-las a diminuir suas capacidades de defesa com remédios; e acabar o serviço com as vacinas com chip (claro que o leitor conhece o incrível poder do chip – o gran finale é feito pela indução através a mída.
Como é um assunto para poucos iniciáticos; para um tipo de elite evolutiva; exemplo; está com zumbido no ouvido? – Não se atormente se nada foi encontrado pelos especialistas – apenas sua energia está ascendendo e interferindo com a freqüência do chip – nada de ruim – apenas acelere a sua mudança de hábitos e desejos – e, pronto – se quiser ficar na mediocridade do meio ermo vai se danar com tanta chiadeira – decida: ou sobe ou desce!
Venho atendendo muitos pacientes já portadores do novo vírus – não se alarmem; por enquanto só vão morrer nas estatísticas da mídia a serviço dos caras (quase sempre babacas a serviço de seres bem inteligentes). A intenção; não é a de matar as cobaias – por enquanto.
Na medida certa vamos enviando um relatório dos sintomas...
QUER TROCAR DE CHIP?

domingo, 2 de maio de 2010

CUIDADO COM A DONA SIDA

Dona Sida com S sim senhor – faça o favor!

Ela ficou conhecida como unha e carne com o HIV – e juntos liquidavam com os linfócitos T4 (células CD4); que são os elementos do sistema imunológico que sinalizam ás outras células para a necessidade de proteger o organismo contra vários tipos de agentes invasores (vírus, fungos e bactérias) – morte por infecções secundárias são a principal causa de desencarne de portadores de HIV.

Mas, dona Sida é eclética: ela não anda só com o HIV; ela é um conjunto de sintomas que não dizem respeito apenas a uma doença (ela é a rainha das alianças) – no caso do HIV o vírus detona com o sistema imunológico - e é adquirida por resultar de um agente ou conjunto deles externo ao organismo humano.

Quando o corpo não dá conta de repor as células CD4 é que começa a encrenca da Imunodeficiência: uma baderna no sistema imunológico onde o corpo não consegue mais responder aos desafios dos antígenos (nada a ver com congresso de células).
Dá-se o nome a uma pessoa que não consegue mais responder ás suas necessidades de defesa como imunocomprometida (vale para a parte ética também).

A imunodeficiência resulta numa seqüência de infecções oportunistas e certos tipos de câncer que recebem a ajuda dos fungos (dona cândida, oportunista que só ela; só podia estar no meio dessa encrenca).
Pode surgir como resultado de uma doença; pela administração de drogas; e pelo estresse crônico que atinge a maior parte da população do planeta.

O citomegalovírus (CMV) é um vírus da família herpes que predomina principalmente em regiões pobres e carentes de recursos, educação e higiene, pois se dá por contágio. Tem sintomas semelhantes à mononucleose: enfartamento ganglionar (íngua), febre, mal estar, dores articulares, cansaço, aumento do volume de fígado e baço; erupções cutâneas; com evolução autolimitada.
Mesmo adorando pobres; aproximadamente metade da população dos EUA é portadora – é um vírus de moita “fica na espreita” e dá poucos sintomas.
É encontrado na saliva, urina, sêmen; secreções vaginais, podendo, portanto ser uma DST; e transmitido por contato físico, exemplo o beijo. Como os outros vírus que costumam dar uma de migué, dentre eles os herpes vírus pode ficar inativo por anos a fio; mas, pode acordar quando estimulado; estilo me chama que eu vou.

Dona Sida se adaptou e está pensando em adotar novo nome: SIDOCA e assimilar seu lado crônico para herdar os efeitos do estresse crônico; do excesso de medicamentos: analgésicos; antinflamatórios; antibióticos...; do excesso de vacinas; da intoxicação alimentar; da ação dos poluentes; da depressão física e emocional...
Ela está com tudo e não está prosa.
Conta com aliados poderosos para embaralhar os sintomas: fibromialgia; tensão crônica; distúrbios do sono; esgotamento físico e mental.
Mas, ela que se cuide; pois, tem muita gente inteligente de olho nela.
SIDA OU SIDOCA?
Qual o amigo prefere?