Depressivo? Apenas triste? Solitário? Raivoso? Doente? Esgotado?
Estressado?
Para que recuperes a saúde e a alegria de viver: aquieta-te.
Queres sair dessa; ser vivente?
Ouça-me!
Presta atenção!
Quem sou eu?
Sou teu deus interno; fração imensurável da Fonte Criadora.
EU SOU:
Tua consciência; ainda incipiente – deixa que me manifeste para atingir gradativamente a plenitude deste momento!
Para começar:
Faz silêncio dentro de ti; respira fundo; abre a mente e o coração; pára e pensa; faz isso, com muito carinho; pois podes mudar o teu mundo íntimo e, afetar o destino de toda a humanidade.
Reflete: Hoje, aqui na Terra, tu és um prisioneiro desta dimensão da vida. Estás preso, algemado às tuas próprias escolhas e aos teus amigos ou não de ontem e de hoje. Escolhas que inúmeras vezes se transformaram em crimes contra as leis de progresso. Não te esqueças que vezes sem conta: Abusastes do direito de ser livre. Malbaratastes os recursos da vida. Abortastes as próprias oportunidades e as de outros. Tu agiste como depositário infiel dos bens que te foram confiados, amores, filhos, pais, conhecimento, saúde, posses.
Vida minha.
Atenta para os agravantes:
Detentor de conhecimento tu continuastes a agir como antes. Mantivestes a ignorância para tentar fugir das responsabilidades. Iludistes para poder dominar. Tu acusaste outros dos teus próprios crimes. Sem saída; assumistes os próprios erros; arrependido, tu imploraste misericórdia, e milhares de vezes tuas ofensas te foram perdoadas; contudo, continuastes a agir como antes. Reconduzido ao cárcere íntimo agistes como louco rebelde e agressor.
Filho de mim mesma:
Não me maltrates mais do que já fizestes; não te recrimines a ponto de desespero; antes, observa os fatos atenuantes: vezes sem conta foste iludido por outros, que te acenaram com uma libertação impossível sem a devida reparação. A ignorância verdadeira, embora seja rara, diminui a cobrança; que pode ser atenuada pela vontade sincera de se preparar para reparar.
Alma de minha alma – ser do meu ser - Desejas a libertação?
É quase certo que a almejas; porém, somos prisioneiros de nós mesmos da própria consciência a união do eu e tu.
Somos o colegiado do foro íntimo que sempre executa a lei universal; e que decide começar pela amorosa liberdade condicional.
Se a desejas: começa libertando os que te ofenderam. Perdoa-os; libera-os; solta as algemas que te une a eles; pois, ficarás com mais liberdade de ação para ir e vir; e, começar a reparar teus erros como melhor te convier para atingir a liberdade plena do amor.
O amor por si só é livre e responsável. Não existe amor onde não há liberdade nem responsabilidade; pois quem ama cuida.
Estás infeliz com os que te cercam; com os que representam tua vida?
Por que aqui e com estes, indagas?
Quantas vezes nos perguntamos isso. Tanto nos bons quanto nos maus momentos de nossas vidas; principalmente nestes. Parece num primeiro momento uma charada indecifrável; mas, não é. Gravitamos em torno dos vetores de forças que emitimos pelo nosso pensar, sentir, agir de ontem e de hoje. Quando pensamos, sentimos e agimos atuamos, interferimos na vida dos outros e em tudo que nos cerca.
Porque sempre fazemos questão de ignorar isso?
É sinal de inteligência responder e anotar as respostas vida minha.
Queres uma dica?
Tudo o que somos capazes de perceber se resume a escolhas já feitas e as ainda por fazer.
Mas, aprende a calar, silencia tua mente; pois, a solução para nossos casos mal resolvidos está em fazermos silêncio dentro de nós para ouvirmos o diálogo entre a consciência eu e tu; mais os seres que zelam por nós; para tornar a escolher de forma mais correta, segundo a Lei do Amor.
Queres outra dica?
A cada dia afrouxamos ou apertamos os laços que nos unem a todos. Nós nos mantemos prisioneiros de nós mesmos; algemados á culpas e remorsos; ou nos libertamos a cada nova escolha que fazemos.
Não se trata apenas de relações afetivas e familiares – mas, em todos os tipos de experiências: trabalho, trânsito, convivência, vizinhança.
Teu sistema de crenças te tolhe, atrapalha?
Livra-te dele – mais do que depressa - na dúvida; para começar acredita apenas em mim: TUA PRÓPRIA E DIVINA CONSCIÊNCIA.
Não me feches na cara a porta da culpa e no remorso meu amado ser vivente; alma de minha alma – deixa a porta entreaberta para que eu visite tua intimidade - para que juntos, eu e você, nos derramemos na FONTE CRIADORA – afinal, somos todos, um.
O DIVINO MÉDICO AGRADECE.
AMEM.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
DOENÇAS DA ÉTICA DE NÃO SABERMOS AMAR A NÓS MESMOS
Conforme colocamos de forma clara e inequívoca em nosso livro: “Saúde ou doença: a escolha é sua”:
Doenças; pouco ou nada tem a ver com sorte, azar, destino – cada uma é uma lenta construção de dia a dia; forjada na forma de pensar, sentir e agir que escolhemos.
Acima de tudo:
Nosso sentir-se feliz ou infeliz e a harmonia orgânica de nosso ser depende da capacidade que desenvolvemos de amar a nós mesmos.
Algumas das doenças causadas por esse amor devem-se ao excesso de energia estagnada no circuito da energia vital; é o amar-se em circuito fechado, sem trocas.
O amor deve fluir sempre, não pode ser guardado, nem estocado, pois a energia do amor quando não flui intermitente de um para outro; faz adoecer e pode até matar.
Algumas das doenças que se manifestam no corpo a medicina nem consegue catalogar ainda; ou atribui-lhe um agente causal; sua etiologia é o desamor ou até o excesso de amor concentrado de forma centralizadora no eu.
Egoísmo:
Mesmo que não tenha intenção de lesar aos outros o egoísta já lesa a si mesmo, criando em seus circuitos de energia vital uma sobrecarga capaz de levar a disfunções e até, a doenças com lesão ou degenerativas.
Orgulho:
O orgulhoso é um concentrador de energia em si mesmo. Um incapaz que tenta vender a imagem de ser mais e melhor do que os outros para satisfazer-se. Por ser um incapaz, não consegue manter para sempre essa imagem, e um relê chamado humilhação, de tempos em tempos promove um curto-circuito capaz de deixar fluir a energia acumulada, protegendo-o de uma pane total.
Narcisismo:
O indivíduo que sofre do complexo de narciso, tenta concentrar toda a sua atenção no que pensa serem seus dotes físicos. E por auto/admirar-se doentiamente o tempo todo, deixa de integrar-se e impede que o amor flua. O narcisista não dispõe de tempo nem de recursos para trocar afetos nem energia.
Vaidade:
O vaidoso é um tipo variante de narcisista insatisfeito que deseja ser o tempo todo admirado pelo que aparenta, e não necessariamente pelo que é.
Muitas pessoas em todas as épocas apresentam aos outros uma relação entre sentimentos e doenças, na sua própria forma de sentir e de se projetar, que a ciência médica chamou de doenças psicossomáticas.
Cada uma das percepções escritas e relatadas tem seu fundo de razão e verdade; ás vezes fundamentadas em estudos científicos bem elaborados; noutra vezes, é apenas um tipo de “achismo” - alertamos aos amigos leitores: nada é o que parece – nossas emoções e sentimentos estão mesclados entre si de forma tão confusa quanto nosso pensar, sentir e agir da atualidade.
Nada substitui o conhecimento de nós mesmos correlacionado com as experiências de vida em andamento.
Viver é acima de tudo aprender com experiências.
Lições e aprendizados podem ser compartilhados; mas, jamais padronizado.
Doenças; pouco ou nada tem a ver com sorte, azar, destino – cada uma é uma lenta construção de dia a dia; forjada na forma de pensar, sentir e agir que escolhemos.
Acima de tudo:
Nosso sentir-se feliz ou infeliz e a harmonia orgânica de nosso ser depende da capacidade que desenvolvemos de amar a nós mesmos.
Algumas das doenças causadas por esse amor devem-se ao excesso de energia estagnada no circuito da energia vital; é o amar-se em circuito fechado, sem trocas.
O amor deve fluir sempre, não pode ser guardado, nem estocado, pois a energia do amor quando não flui intermitente de um para outro; faz adoecer e pode até matar.
Algumas das doenças que se manifestam no corpo a medicina nem consegue catalogar ainda; ou atribui-lhe um agente causal; sua etiologia é o desamor ou até o excesso de amor concentrado de forma centralizadora no eu.
Egoísmo:
Mesmo que não tenha intenção de lesar aos outros o egoísta já lesa a si mesmo, criando em seus circuitos de energia vital uma sobrecarga capaz de levar a disfunções e até, a doenças com lesão ou degenerativas.
Orgulho:
O orgulhoso é um concentrador de energia em si mesmo. Um incapaz que tenta vender a imagem de ser mais e melhor do que os outros para satisfazer-se. Por ser um incapaz, não consegue manter para sempre essa imagem, e um relê chamado humilhação, de tempos em tempos promove um curto-circuito capaz de deixar fluir a energia acumulada, protegendo-o de uma pane total.
Narcisismo:
O indivíduo que sofre do complexo de narciso, tenta concentrar toda a sua atenção no que pensa serem seus dotes físicos. E por auto/admirar-se doentiamente o tempo todo, deixa de integrar-se e impede que o amor flua. O narcisista não dispõe de tempo nem de recursos para trocar afetos nem energia.
Vaidade:
O vaidoso é um tipo variante de narcisista insatisfeito que deseja ser o tempo todo admirado pelo que aparenta, e não necessariamente pelo que é.
Muitas pessoas em todas as épocas apresentam aos outros uma relação entre sentimentos e doenças, na sua própria forma de sentir e de se projetar, que a ciência médica chamou de doenças psicossomáticas.
Cada uma das percepções escritas e relatadas tem seu fundo de razão e verdade; ás vezes fundamentadas em estudos científicos bem elaborados; noutra vezes, é apenas um tipo de “achismo” - alertamos aos amigos leitores: nada é o que parece – nossas emoções e sentimentos estão mesclados entre si de forma tão confusa quanto nosso pensar, sentir e agir da atualidade.
Nada substitui o conhecimento de nós mesmos correlacionado com as experiências de vida em andamento.
Viver é acima de tudo aprender com experiências.
Lições e aprendizados podem ser compartilhados; mas, jamais padronizado.
domingo, 30 de maio de 2010
EFEITO REBOTE
Vai um chocolatezinho aí?
Vivemos na Era da ansiedade e do medo mórbidos; num mundo acelerado e com conflitos mil.
Como nós não tivemos educação para superar as naturais frustrações, geradas especialmente pela ciranda dos valores determinados pela mídia e pelo marketing – e, a educação não passa de mera instrução mal executada; não fomos preparados para viver a vida – Vacinados contra doenças físicas nós até fomos demais - Mas, ninguém se preocupa com a vacinação ético-moral; daí, as epidemias de violência, roubos, desfalques, prevaricação; e outras doenças da ética.
Os próprios adultos se encarregam de viciar os filhos tanto em coisas ilícitas quanto nas legalmente lícitas; mas, segundo a ética cósmica, mesmo essas, são crimes graves.
Vamos falar apenas do efeito rebote em remédios e comida.
O efeito rebote dos remédios está ficando cada vez mais na mídia; por esse motivo não iremos nos alongar.
As pessoas não mais conseguirão usá-los de forma contínua; especialmente crianças e jovens. Exemplo, eu tenho recebido no consultório pacientes com graves crises de alergia ao antialérgico que sempre tomou. O uso constante de descongestionantes nasais; e o de analgésicos; serve para ilustrar.
Pela sua importância maior a cada dia e pelo perigo que pode representar o uso corriqueiro e contínuo de remédios; aconselhamos ás pessoas que procurem se inteirar do assunto.
Efeito rebote na dieta.
Geração após geração, não tivemos permissão para sair da fase oral.
Até mais ou menos os dezoito meses tudo vai á boca; pelo fato de buscarmos prazer na mucosa dos lábios e da cavidade oral.
É dado um valor tão grande ao ato de comer que os adultos não superam essa fase; em alguns esse problema é mais intenso; daí, essas pessoas não abandonam a chupeta do adulto (hábito de mascar chicletes). Nesta época de tudo a mil, inclusive conflitos e frustrações – Onde as pessoas vão buscar prazer? – Na comida.
As pessoas comuns (nós) a cada dia têm mais dificuldade em produzir uma quantidade adequada de Serotonina; um neurotransmissor; uma molécula envolvida na comunicação neurológica. Ela tem um importante papel na qualidade de nosso humor, nos faz sentir mais relaxados, calmos e menos preocupados.
Por que não produzimos a quantidade de serotonina necessária?
Dentre outras coisas:
- Sedentarismo – durante a atividade física produzimos serotonina em apreciável quantidade; aquela sensação de prazer após uma atividade física é explicável também dessa forma.
As crianças da atualidade estão com a vida complicada; devido á ganância das últimas gerações de adultos; elas estão sendo criadas em regime de confinamento e de engorda. Não há espaço público para que possam usar o corpo; além disso, elas são submetidas a estímulos mil (meio que no estilo de estressar os boizinhos para que engordem logo e a carne fique macia) – dá para entender os motivos que leva as crianças de hoje a darem impressão de estar ligadas no 220v o tempo todo; elas precisam, dentre outras coisas, produzir mais serotonina e lançam mão da hiperatividade para tanto. Quando são colocadas a usar o corpo sobra o esporte; mas, os adultos logo as obrigam a não faltar; pois estão pagando – também logo são colocados para competir ou fazer as tais das apresentações. Detalhe: estudos provam que o corante vermelho 40 usado em muitas guloseimas infantis provoca hiperatividade nas crianças.
- Constipação intestinal – O intestino é o segundo cérebro. O ideal e facilmente atingível é evacuar após cada refeição. Lembram do termo: pessoas enfezadas? – As cujo intestino não é exonerado de forma conveniente costumam ser mais irritadas. Intestino lotado de toxinas e radicais livres produz bem menos serotonina.
- Pobreza de objetivos de vida saudáveis – Pessoas alegres e motivadas produzem mais serotonina; que as mantêm em equilíbrio mais estável, e assim sucessivamente.
- Dieta errada – Alimentos ricos em triptofano que é um aminoácido precursor da serotonina são essenciais para ajudar na estabilidade do humor e do organismo.
Os níveis de serotonina oscilam durante o dia e em certos períodos da vida. Exemplo, fases de conflitos emocionais e afetivos; luto; perdas; menos valia. Já se perguntou por que algumas mulheres de TPM ou quando deprimidas correm em desespero atrás de comer carboidratos (pão, massas, doces e chocolate? – Além do processo da fase oral; ainda associamos esses alimentos ás sensações de prazer, prêmio e de aconchego materno. Além disso, certos estudos mostram que os carboidratos acalmam o cérebro – e quem diria; isso se tornou um problemaço.
As pessoas se sentem o máximo ao afirmar que são chocólatras; dizem de boca cheia, com muito gosto – mal sabem o que as aguarda em cada dia mais breve futuro. Outras sempre se dão de presente um docinho; como compensação ou para tirar o gosto amargo das frustrações mal elaboradas.
Não agüento mais!
A sensação de cansaço após uma realização útil e prazerosa é reconfortante, pois basta apenas um descanso para o corpo e a mente para que as energias sejam renovadas: estamos prontos para outro desafio de viver. Porém: quem se queixa de cansaço permanente: Não gosta do que é, nem do que faz. Ou está fazendo tudo da forma errada.
Inútil até. O estresse inútil comanda a vida das pessoas cansadas, tristes ou desalentadas de forma crônica, que logo se transformam em depressivas, angustiadas ou em pânico.
Quase mortas, em vida.
Muita gente, cada um do seu jeito, anda se queixando que está esgotado e, que não agüenta mais levar essa “sofrida vida”, esse calvário, nem mais um dia.
Esse estado de sentir-se é um coquetel de emoções: uma mistura de desalento, tristeza, angústia, ansiedade, insatisfação e medo. Resumindo: frustração mal elaborada somada a um processo de neurastenia – somado ao efeito rebote do uso diário e excessivo de carboidratos e de chocolate.
Vivemos na Era da montanha russa até nosso organismo entrou na brincadeira e se viciou em descargas de adrenalina e coisa e tal. A pressão arterial vai de 10/7 a 20/10 em minutos – a glicemia para não ficar atrás vai de 300 a 60 em minutos – É lógico que dona serotonina não ia fugir dessa; daí que seus níveis oscilam o tempo todo – e junto com ela nosso humor e disposição.
Esse processo não é a vida tirando uma com a nossa cara; zoando de nossos sonhos e desejos; não.
É lei da física. Tudo que sobe desce; ora lá em cima, ora lá em baixo.
Muita gente está se acidentando feio na estrada da vida; pois caí ao mesmo tempo a glicemia e a pressão arterial; e a pessoa tem um peripaque ou um desmaio mesmo – e pronto – daí, em diante vai virar refém do medo e de mil exames.
Alguns alimentos com alto potencial energético (carboidratos e bebidas alcoólicas) favorecem a depressão física que pode e se mistura com a depressão psicológica. Dão picos de energia muito rápidos e intensos; mas, como tudo que sobe desce; depois; vão lá prá baixo; inclusive a produção de serotonina.
E se alguém descobrisse a serotonina sintética?
Seria a droga do prazer eterno? – Viveríamos espalhando alegria e motivação o tempo todo?
Somos especialistas em querer bagunçar o coreto da vida – a serotonina não é a droga da motivação, da alegria, prazer e calma – ela apenas está presente nas pessoas cujo cérebro e corpo é usado segundo o manual do fabricante.
A serotonina sintética ou não; nada mais é do que o empurrão; manter o carro andando é obrigação do motorista.
Dica:
Para manter os níveis de serotonina é importante nos libertarmos da educação recebida. Disseram e nós acreditamos que não é possível viver sem problemas; daí gulosos como somos; nós os criamos aos montes – e pouco honestos, ainda nos apossamos dos problemas dos outros sob o disfarce do amor e dos cuidados.
Uma forma simples de manter os níveis de serotonina sem precisar de chocolate, farináceos e doces; é inventar todos os dias pequenas metas e motivos para sermos alegres – quem conseguir voltar a ser criança é uma boa pedida.
Usando o raciocínio tradicional do ser humano cabeça de minhoca: Se pão, massas, doces e chocolate engordam; será que serotonina sintética também engorda? – Será que chocolate de marca cara dá mais serotonina? – Tem diferença da serotonina do chocolate branco para o preto?
Será que esse chute dá rebote?
Vivemos na Era da ansiedade e do medo mórbidos; num mundo acelerado e com conflitos mil.
Como nós não tivemos educação para superar as naturais frustrações, geradas especialmente pela ciranda dos valores determinados pela mídia e pelo marketing – e, a educação não passa de mera instrução mal executada; não fomos preparados para viver a vida – Vacinados contra doenças físicas nós até fomos demais - Mas, ninguém se preocupa com a vacinação ético-moral; daí, as epidemias de violência, roubos, desfalques, prevaricação; e outras doenças da ética.
Os próprios adultos se encarregam de viciar os filhos tanto em coisas ilícitas quanto nas legalmente lícitas; mas, segundo a ética cósmica, mesmo essas, são crimes graves.
Vamos falar apenas do efeito rebote em remédios e comida.
O efeito rebote dos remédios está ficando cada vez mais na mídia; por esse motivo não iremos nos alongar.
As pessoas não mais conseguirão usá-los de forma contínua; especialmente crianças e jovens. Exemplo, eu tenho recebido no consultório pacientes com graves crises de alergia ao antialérgico que sempre tomou. O uso constante de descongestionantes nasais; e o de analgésicos; serve para ilustrar.
Pela sua importância maior a cada dia e pelo perigo que pode representar o uso corriqueiro e contínuo de remédios; aconselhamos ás pessoas que procurem se inteirar do assunto.
Efeito rebote na dieta.
Geração após geração, não tivemos permissão para sair da fase oral.
Até mais ou menos os dezoito meses tudo vai á boca; pelo fato de buscarmos prazer na mucosa dos lábios e da cavidade oral.
É dado um valor tão grande ao ato de comer que os adultos não superam essa fase; em alguns esse problema é mais intenso; daí, essas pessoas não abandonam a chupeta do adulto (hábito de mascar chicletes). Nesta época de tudo a mil, inclusive conflitos e frustrações – Onde as pessoas vão buscar prazer? – Na comida.
As pessoas comuns (nós) a cada dia têm mais dificuldade em produzir uma quantidade adequada de Serotonina; um neurotransmissor; uma molécula envolvida na comunicação neurológica. Ela tem um importante papel na qualidade de nosso humor, nos faz sentir mais relaxados, calmos e menos preocupados.
Por que não produzimos a quantidade de serotonina necessária?
Dentre outras coisas:
- Sedentarismo – durante a atividade física produzimos serotonina em apreciável quantidade; aquela sensação de prazer após uma atividade física é explicável também dessa forma.
As crianças da atualidade estão com a vida complicada; devido á ganância das últimas gerações de adultos; elas estão sendo criadas em regime de confinamento e de engorda. Não há espaço público para que possam usar o corpo; além disso, elas são submetidas a estímulos mil (meio que no estilo de estressar os boizinhos para que engordem logo e a carne fique macia) – dá para entender os motivos que leva as crianças de hoje a darem impressão de estar ligadas no 220v o tempo todo; elas precisam, dentre outras coisas, produzir mais serotonina e lançam mão da hiperatividade para tanto. Quando são colocadas a usar o corpo sobra o esporte; mas, os adultos logo as obrigam a não faltar; pois estão pagando – também logo são colocados para competir ou fazer as tais das apresentações. Detalhe: estudos provam que o corante vermelho 40 usado em muitas guloseimas infantis provoca hiperatividade nas crianças.
- Constipação intestinal – O intestino é o segundo cérebro. O ideal e facilmente atingível é evacuar após cada refeição. Lembram do termo: pessoas enfezadas? – As cujo intestino não é exonerado de forma conveniente costumam ser mais irritadas. Intestino lotado de toxinas e radicais livres produz bem menos serotonina.
- Pobreza de objetivos de vida saudáveis – Pessoas alegres e motivadas produzem mais serotonina; que as mantêm em equilíbrio mais estável, e assim sucessivamente.
- Dieta errada – Alimentos ricos em triptofano que é um aminoácido precursor da serotonina são essenciais para ajudar na estabilidade do humor e do organismo.
Os níveis de serotonina oscilam durante o dia e em certos períodos da vida. Exemplo, fases de conflitos emocionais e afetivos; luto; perdas; menos valia. Já se perguntou por que algumas mulheres de TPM ou quando deprimidas correm em desespero atrás de comer carboidratos (pão, massas, doces e chocolate? – Além do processo da fase oral; ainda associamos esses alimentos ás sensações de prazer, prêmio e de aconchego materno. Além disso, certos estudos mostram que os carboidratos acalmam o cérebro – e quem diria; isso se tornou um problemaço.
As pessoas se sentem o máximo ao afirmar que são chocólatras; dizem de boca cheia, com muito gosto – mal sabem o que as aguarda em cada dia mais breve futuro. Outras sempre se dão de presente um docinho; como compensação ou para tirar o gosto amargo das frustrações mal elaboradas.
Não agüento mais!
A sensação de cansaço após uma realização útil e prazerosa é reconfortante, pois basta apenas um descanso para o corpo e a mente para que as energias sejam renovadas: estamos prontos para outro desafio de viver. Porém: quem se queixa de cansaço permanente: Não gosta do que é, nem do que faz. Ou está fazendo tudo da forma errada.
Inútil até. O estresse inútil comanda a vida das pessoas cansadas, tristes ou desalentadas de forma crônica, que logo se transformam em depressivas, angustiadas ou em pânico.
Quase mortas, em vida.
Muita gente, cada um do seu jeito, anda se queixando que está esgotado e, que não agüenta mais levar essa “sofrida vida”, esse calvário, nem mais um dia.
Esse estado de sentir-se é um coquetel de emoções: uma mistura de desalento, tristeza, angústia, ansiedade, insatisfação e medo. Resumindo: frustração mal elaborada somada a um processo de neurastenia – somado ao efeito rebote do uso diário e excessivo de carboidratos e de chocolate.
Vivemos na Era da montanha russa até nosso organismo entrou na brincadeira e se viciou em descargas de adrenalina e coisa e tal. A pressão arterial vai de 10/7 a 20/10 em minutos – a glicemia para não ficar atrás vai de 300 a 60 em minutos – É lógico que dona serotonina não ia fugir dessa; daí que seus níveis oscilam o tempo todo – e junto com ela nosso humor e disposição.
Esse processo não é a vida tirando uma com a nossa cara; zoando de nossos sonhos e desejos; não.
É lei da física. Tudo que sobe desce; ora lá em cima, ora lá em baixo.
Muita gente está se acidentando feio na estrada da vida; pois caí ao mesmo tempo a glicemia e a pressão arterial; e a pessoa tem um peripaque ou um desmaio mesmo – e pronto – daí, em diante vai virar refém do medo e de mil exames.
Alguns alimentos com alto potencial energético (carboidratos e bebidas alcoólicas) favorecem a depressão física que pode e se mistura com a depressão psicológica. Dão picos de energia muito rápidos e intensos; mas, como tudo que sobe desce; depois; vão lá prá baixo; inclusive a produção de serotonina.
E se alguém descobrisse a serotonina sintética?
Seria a droga do prazer eterno? – Viveríamos espalhando alegria e motivação o tempo todo?
Somos especialistas em querer bagunçar o coreto da vida – a serotonina não é a droga da motivação, da alegria, prazer e calma – ela apenas está presente nas pessoas cujo cérebro e corpo é usado segundo o manual do fabricante.
A serotonina sintética ou não; nada mais é do que o empurrão; manter o carro andando é obrigação do motorista.
Dica:
Para manter os níveis de serotonina é importante nos libertarmos da educação recebida. Disseram e nós acreditamos que não é possível viver sem problemas; daí gulosos como somos; nós os criamos aos montes – e pouco honestos, ainda nos apossamos dos problemas dos outros sob o disfarce do amor e dos cuidados.
Uma forma simples de manter os níveis de serotonina sem precisar de chocolate, farináceos e doces; é inventar todos os dias pequenas metas e motivos para sermos alegres – quem conseguir voltar a ser criança é uma boa pedida.
Usando o raciocínio tradicional do ser humano cabeça de minhoca: Se pão, massas, doces e chocolate engordam; será que serotonina sintética também engorda? – Será que chocolate de marca cara dá mais serotonina? – Tem diferença da serotonina do chocolate branco para o preto?
Será que esse chute dá rebote?
sexta-feira, 7 de maio de 2010
AÍ – VEM COISA!
Quando tenho tempo; quase nunca – costumo colecionar notícias bestas jogadas ao léu, postadas e programadas para referendar interesses escusos para uns; mas, absolutamente necessários para outros. Só para lembrar; recordam da filosofia nazista?
Ela sobrevive na tecnologia e na política de interesses.
Colecionei algumas notícias antes a divulgação da “pandemia fajuta da H1N1” – achei por bem divulgar apenas esta das que já coleciono com relação á próxima pandemia:
vc repórter: doença respiratória desconhecida preocupa Canadá
29 de abril de 2010 • 19h53 • atualizado às 19h55
Comentários
12
A. Notícia
•
1. Reduzir
2. Normal
3. Aumentar
• Imprimir
A morte de nove pacientes na unidade de um hospital em Victoria, capital da província da Colúmbia Britânica, no Canadá, gerou preocupações na população canadense. De acordo com as autoridades locais de saúde, não se sabe ainda qual é a doença respiratória que provocou o surto.
Segundo a Vancouver Island Health Autority (VIHA), a unidade do hospital Glengarry havia passado por um surto de norovírus, causador de gastroenterites, no dia 6 de abril, com sintomas pouco diferenciáveis daqueles apresentados pelos pacientes, em geral idosos e deficientes, que adquiriram a doença respiratória.
O surto do mal respiratório só foi declarado no dia 22 de abril, após o agravamento dos casos, incluindo as nove mortes. A VIHA descarta a possibilidade de contágio pelas gripes A, B e H1N1 e espera ter o resultado dos exames dos infectados ainda esta semana.
A próxima fase é assustar as pessoas; induzi-las a diminuir suas capacidades de defesa com remédios; e acabar o serviço com as vacinas com chip (claro que o leitor conhece o incrível poder do chip – o gran finale é feito pela indução através a mída.
Como é um assunto para poucos iniciáticos; para um tipo de elite evolutiva; exemplo; está com zumbido no ouvido? – Não se atormente se nada foi encontrado pelos especialistas – apenas sua energia está ascendendo e interferindo com a freqüência do chip – nada de ruim – apenas acelere a sua mudança de hábitos e desejos – e, pronto – se quiser ficar na mediocridade do meio ermo vai se danar com tanta chiadeira – decida: ou sobe ou desce!
Venho atendendo muitos pacientes já portadores do novo vírus – não se alarmem; por enquanto só vão morrer nas estatísticas da mídia a serviço dos caras (quase sempre babacas a serviço de seres bem inteligentes). A intenção; não é a de matar as cobaias – por enquanto.
Na medida certa vamos enviando um relatório dos sintomas...
QUER TROCAR DE CHIP?
Ela sobrevive na tecnologia e na política de interesses.
Colecionei algumas notícias antes a divulgação da “pandemia fajuta da H1N1” – achei por bem divulgar apenas esta das que já coleciono com relação á próxima pandemia:
vc repórter: doença respiratória desconhecida preocupa Canadá
29 de abril de 2010 • 19h53 • atualizado às 19h55
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A. Notícia
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A morte de nove pacientes na unidade de um hospital em Victoria, capital da província da Colúmbia Britânica, no Canadá, gerou preocupações na população canadense. De acordo com as autoridades locais de saúde, não se sabe ainda qual é a doença respiratória que provocou o surto.
Segundo a Vancouver Island Health Autority (VIHA), a unidade do hospital Glengarry havia passado por um surto de norovírus, causador de gastroenterites, no dia 6 de abril, com sintomas pouco diferenciáveis daqueles apresentados pelos pacientes, em geral idosos e deficientes, que adquiriram a doença respiratória.
O surto do mal respiratório só foi declarado no dia 22 de abril, após o agravamento dos casos, incluindo as nove mortes. A VIHA descarta a possibilidade de contágio pelas gripes A, B e H1N1 e espera ter o resultado dos exames dos infectados ainda esta semana.
A próxima fase é assustar as pessoas; induzi-las a diminuir suas capacidades de defesa com remédios; e acabar o serviço com as vacinas com chip (claro que o leitor conhece o incrível poder do chip – o gran finale é feito pela indução através a mída.
Como é um assunto para poucos iniciáticos; para um tipo de elite evolutiva; exemplo; está com zumbido no ouvido? – Não se atormente se nada foi encontrado pelos especialistas – apenas sua energia está ascendendo e interferindo com a freqüência do chip – nada de ruim – apenas acelere a sua mudança de hábitos e desejos – e, pronto – se quiser ficar na mediocridade do meio ermo vai se danar com tanta chiadeira – decida: ou sobe ou desce!
Venho atendendo muitos pacientes já portadores do novo vírus – não se alarmem; por enquanto só vão morrer nas estatísticas da mídia a serviço dos caras (quase sempre babacas a serviço de seres bem inteligentes). A intenção; não é a de matar as cobaias – por enquanto.
Na medida certa vamos enviando um relatório dos sintomas...
QUER TROCAR DE CHIP?
domingo, 2 de maio de 2010
CUIDADO COM A DONA SIDA
Dona Sida com S sim senhor – faça o favor!
Ela ficou conhecida como unha e carne com o HIV – e juntos liquidavam com os linfócitos T4 (células CD4); que são os elementos do sistema imunológico que sinalizam ás outras células para a necessidade de proteger o organismo contra vários tipos de agentes invasores (vírus, fungos e bactérias) – morte por infecções secundárias são a principal causa de desencarne de portadores de HIV.
Mas, dona Sida é eclética: ela não anda só com o HIV; ela é um conjunto de sintomas que não dizem respeito apenas a uma doença (ela é a rainha das alianças) – no caso do HIV o vírus detona com o sistema imunológico - e é adquirida por resultar de um agente ou conjunto deles externo ao organismo humano.
Quando o corpo não dá conta de repor as células CD4 é que começa a encrenca da Imunodeficiência: uma baderna no sistema imunológico onde o corpo não consegue mais responder aos desafios dos antígenos (nada a ver com congresso de células).
Dá-se o nome a uma pessoa que não consegue mais responder ás suas necessidades de defesa como imunocomprometida (vale para a parte ética também).
A imunodeficiência resulta numa seqüência de infecções oportunistas e certos tipos de câncer que recebem a ajuda dos fungos (dona cândida, oportunista que só ela; só podia estar no meio dessa encrenca).
Pode surgir como resultado de uma doença; pela administração de drogas; e pelo estresse crônico que atinge a maior parte da população do planeta.
O citomegalovírus (CMV) é um vírus da família herpes que predomina principalmente em regiões pobres e carentes de recursos, educação e higiene, pois se dá por contágio. Tem sintomas semelhantes à mononucleose: enfartamento ganglionar (íngua), febre, mal estar, dores articulares, cansaço, aumento do volume de fígado e baço; erupções cutâneas; com evolução autolimitada.
Mesmo adorando pobres; aproximadamente metade da população dos EUA é portadora – é um vírus de moita “fica na espreita” e dá poucos sintomas.
É encontrado na saliva, urina, sêmen; secreções vaginais, podendo, portanto ser uma DST; e transmitido por contato físico, exemplo o beijo. Como os outros vírus que costumam dar uma de migué, dentre eles os herpes vírus pode ficar inativo por anos a fio; mas, pode acordar quando estimulado; estilo me chama que eu vou.
Dona Sida se adaptou e está pensando em adotar novo nome: SIDOCA e assimilar seu lado crônico para herdar os efeitos do estresse crônico; do excesso de medicamentos: analgésicos; antinflamatórios; antibióticos...; do excesso de vacinas; da intoxicação alimentar; da ação dos poluentes; da depressão física e emocional...
Ela está com tudo e não está prosa.
Conta com aliados poderosos para embaralhar os sintomas: fibromialgia; tensão crônica; distúrbios do sono; esgotamento físico e mental.
Mas, ela que se cuide; pois, tem muita gente inteligente de olho nela.
SIDA OU SIDOCA?
Qual o amigo prefere?
Ela ficou conhecida como unha e carne com o HIV – e juntos liquidavam com os linfócitos T4 (células CD4); que são os elementos do sistema imunológico que sinalizam ás outras células para a necessidade de proteger o organismo contra vários tipos de agentes invasores (vírus, fungos e bactérias) – morte por infecções secundárias são a principal causa de desencarne de portadores de HIV.
Mas, dona Sida é eclética: ela não anda só com o HIV; ela é um conjunto de sintomas que não dizem respeito apenas a uma doença (ela é a rainha das alianças) – no caso do HIV o vírus detona com o sistema imunológico - e é adquirida por resultar de um agente ou conjunto deles externo ao organismo humano.
Quando o corpo não dá conta de repor as células CD4 é que começa a encrenca da Imunodeficiência: uma baderna no sistema imunológico onde o corpo não consegue mais responder aos desafios dos antígenos (nada a ver com congresso de células).
Dá-se o nome a uma pessoa que não consegue mais responder ás suas necessidades de defesa como imunocomprometida (vale para a parte ética também).
A imunodeficiência resulta numa seqüência de infecções oportunistas e certos tipos de câncer que recebem a ajuda dos fungos (dona cândida, oportunista que só ela; só podia estar no meio dessa encrenca).
Pode surgir como resultado de uma doença; pela administração de drogas; e pelo estresse crônico que atinge a maior parte da população do planeta.
O citomegalovírus (CMV) é um vírus da família herpes que predomina principalmente em regiões pobres e carentes de recursos, educação e higiene, pois se dá por contágio. Tem sintomas semelhantes à mononucleose: enfartamento ganglionar (íngua), febre, mal estar, dores articulares, cansaço, aumento do volume de fígado e baço; erupções cutâneas; com evolução autolimitada.
Mesmo adorando pobres; aproximadamente metade da população dos EUA é portadora – é um vírus de moita “fica na espreita” e dá poucos sintomas.
É encontrado na saliva, urina, sêmen; secreções vaginais, podendo, portanto ser uma DST; e transmitido por contato físico, exemplo o beijo. Como os outros vírus que costumam dar uma de migué, dentre eles os herpes vírus pode ficar inativo por anos a fio; mas, pode acordar quando estimulado; estilo me chama que eu vou.
Dona Sida se adaptou e está pensando em adotar novo nome: SIDOCA e assimilar seu lado crônico para herdar os efeitos do estresse crônico; do excesso de medicamentos: analgésicos; antinflamatórios; antibióticos...; do excesso de vacinas; da intoxicação alimentar; da ação dos poluentes; da depressão física e emocional...
Ela está com tudo e não está prosa.
Conta com aliados poderosos para embaralhar os sintomas: fibromialgia; tensão crônica; distúrbios do sono; esgotamento físico e mental.
Mas, ela que se cuide; pois, tem muita gente inteligente de olho nela.
SIDA OU SIDOCA?
Qual o amigo prefere?
sábado, 17 de abril de 2010
O SISTEMA ATUAL DE SAÚDE - UMA FÁBRICA DE DOENÇAS
A evolução da tecnologia criou uma gama de doenças cada vez mais sofisticadas – nada tão letal assim; o sistema apenas tornou os pacientes mais experimentos do que já eram; e transmutou os profissionais da saúde em funcionários da indústria da doença sob regime de produção – os profissionais da justiça também foram chamados para dançar; há uma enxurrada de liminares e ações propostas para atender pessoas com necessidade de tratamentos experimentais caríssimos; e sempre propostos por um mesmo grupo; atrelado a outro que fornece os produtos. Quem paga é o Estado; ou melhor; nós os consumidores. Claro que tudo que envolve a vida humana é um problema delicado; mas problemas controversos são exatamente os que precisam de discussão aberta e honesta; para que haja um mínimo de consenso entre as partes interessadas.
No arroz com feijão do dia a dia da esteira dos atendimentos, a regra é meio que, made in china: ganhar por produção; a qualidade fica para uma próxima fase.
Quanto mais pacientes o doutor da rede particular e conveniada atende por minuto; mais remédios são receitados; mais exames são pedidos e quem mais produz mais regalias ganha: boa parte dos profissionais presentes nos congressos que ditam condutas nem sempre as mais adequadas, ás nossas necessidades; são os bam-bam-bam do receituário e das solicitações.
No sistema público de saúde funciona ao contrário; o profissional recebe salário para atender durante um número de horas quase nunca cumpridas; e se esforça para atender ao menor número de pacientes possível sem a contrapartida da eficiência – quem ganha com isso? – Quem faz as compras e dita condutas padronizadas a serem seguidas.
Como resolver o dilema das pessoas que migram com rapidez para as alternativas de saúde ao largo da medicina oficial (nada a ver com acupuntura nem homeopatia que fazem parte do contexto)?
São os chamados terapeutas holísticos; muitos fazem cursos por correspondência ou de final de semana – e pasmem; em boa parte das vezes obtêm melhores resultados do que os profissionais do antigo sistema.
Por quê? – Talvez apenas pelo fato de disporem de tempo para ouvir, tocar e sentir as pessoas, trocar energias; pois a quase totalidade de nossas doenças são oriundas do sistema mental, emocional, afetivo e de falta de educação.
Como conseguem isso? – A maior parte apenas pelo fato de não esperarem grandes ganhos, fama ou glória; apenas apostaram numa mudança de perspectiva de vida onde a parte financeira importa; mas nem tanto; daí; eles podem criar tempo para o necessitado de amor e de atenção (uma das causas das doenças).
COMO SÃO CONSTRUÍDAS AS DOENÇAS
Construir uma doença é mais ou menos como fazer um bolo: é preciso juntar vários ingredientes.
Pena que ainda, mesmo entre os terapeutas holísticos, ainda tenhamos o vício cultural (enfronhado no DNA da medicina oficial) de procurar culpados únicos e externos para nossas doenças e sofrimentos.
Esquecemos ou fazemos questão de ignorar; por exemplo:
Tendências inatas:
Cada pessoa traz ao nascer; tendências para adoecer, como se fossem pontos fracos na energia de seu DNA.
Uma das explicações possíveis está no campo da genética. A codificação semelhante no mapa genético das pessoas de uma mesma família faz com que as doenças e as tendências de comportamento tendam a se repetir no grupo.
Uma providência útil para quem se interessa em planejar sua vida em família é catalogar as tendências familiares de adoecer e, de se comportar; para depois, comparar com as que seus filhos começam a apresentar.
Essa tarefa é simples e sábia; pois em prevenir está a sabedoria. Como na vida humana ninguém está condenado a nada para sempre, com discernimento, trabalho e esforço é possível evitar algumas coisas, e conviver bem com outras, já que uma parte das nossas tendências inatas; irá nos acompanhar durante toda a existência.
Quem é o modelo?
Não apenas o que está inscrito em nós genes vai comandar nosso estado de saúde ou de doença. Parte importante desse processo; será copiado e aprendido através da formação de hábitos. Pois, nos primeiros anos quem comanda a vida da criança é o subconsciente, e cada uma tende a se identificar com alguém da família copiando comportamentos e até as formas de adoecer.
Interessante tentar estudar quem foi o modelo que a criança adotou, pois, uma vez identificado, a tarefa seguinte é ajudá-la a perceber e a eliminar as características copiadas que não trazem bons frutos, como doenças por exemplo. Essa não é uma tarefa complicada, pois é mais fácil sempre; observar as coisas acontecendo outros. Observe como pessoas que costumam pensar, sentir e agir de forma parecida; também apresentam doenças semelhantes.
Tendências adquiridas:
A educação a que a criança é submetida leva à formação de hábitos, reforça tendências e estimula compulsões inatas.
Como o peixe que morre pela boca - boa parte das doenças decorre dos hábitos alimentares que formamos ao longo da vida.
Influências ambientais:
O ambiente em que a criança é criada e vive, exerce poderosa influência em sua qualidade de vida.
Problemas de meio ambiente como: clima, poluição ambiental, qualidade do solo, água..., afetam a saúde. A qualidade humana das pessoas que compõem o meio social e familiar em que a criança vive também são fatores da maior importância.
Influência da personalidade:
Muitas das características da personalidade e do temperamento de cada pessoa são capazes de gerar doenças, inclusive na criança. Essa é uma das razões a explicar porque irmãos e mesmo gêmeos adoecem de forma tão diferente e variada. Ao se estudar com mais atenção a personalidade de uma criança é possível associar cada uma das suas características às doenças que costuma repetir.
Características tão comuns como ansiedade, medo, raiva, ira, inveja, agressividade, tendência á mentira e ao roubo, impaciência; enfim, todas as doenças da alma humana têm como destino o corpo físico levando mais cedo á morte com ou sem paradas em hospitais.
Conflitos emocionais:
A forma como cada pessoa lida com as emoções que se apresentam no dia a dia; tem uma participação especial na formação das doenças e na qualidade de vida.
A maior parte dos conflitos infantis está localizada num nível subliminar no subconsciente; mas quase sempre se exteriorizam na mudança de comportamento súbita ou gradativa, e com boa vontade e treino os pais conseguem antecipar a somatização (efeito do conflito emocional no corpo físico – como febre, gripe, pneumonia, amigdalite, viroses, etc.).
Como cada um de nós repete padrões de comportamento é possível perceber e até evitar que a criança adoeça corrigindo ou atenuando o conflito. Certos padrões de comportamento da criança são recados bem simples, claros e diretos aos adultos.
Ação do sistema de saúde atual:
Efeitos colaterais em cascata; amedrontamento; vacinoses; erros de atuação; criação de doenças artificiais: menopausa, andropausa, disfunção erétil; infecções hospitalares; medicação de uso contínuo...
O que fazer para que o sistema de saúde deixe de ser uma fábrica de doenças?
EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE?
No arroz com feijão do dia a dia da esteira dos atendimentos, a regra é meio que, made in china: ganhar por produção; a qualidade fica para uma próxima fase.
Quanto mais pacientes o doutor da rede particular e conveniada atende por minuto; mais remédios são receitados; mais exames são pedidos e quem mais produz mais regalias ganha: boa parte dos profissionais presentes nos congressos que ditam condutas nem sempre as mais adequadas, ás nossas necessidades; são os bam-bam-bam do receituário e das solicitações.
No sistema público de saúde funciona ao contrário; o profissional recebe salário para atender durante um número de horas quase nunca cumpridas; e se esforça para atender ao menor número de pacientes possível sem a contrapartida da eficiência – quem ganha com isso? – Quem faz as compras e dita condutas padronizadas a serem seguidas.
Como resolver o dilema das pessoas que migram com rapidez para as alternativas de saúde ao largo da medicina oficial (nada a ver com acupuntura nem homeopatia que fazem parte do contexto)?
São os chamados terapeutas holísticos; muitos fazem cursos por correspondência ou de final de semana – e pasmem; em boa parte das vezes obtêm melhores resultados do que os profissionais do antigo sistema.
Por quê? – Talvez apenas pelo fato de disporem de tempo para ouvir, tocar e sentir as pessoas, trocar energias; pois a quase totalidade de nossas doenças são oriundas do sistema mental, emocional, afetivo e de falta de educação.
Como conseguem isso? – A maior parte apenas pelo fato de não esperarem grandes ganhos, fama ou glória; apenas apostaram numa mudança de perspectiva de vida onde a parte financeira importa; mas nem tanto; daí; eles podem criar tempo para o necessitado de amor e de atenção (uma das causas das doenças).
COMO SÃO CONSTRUÍDAS AS DOENÇAS
Construir uma doença é mais ou menos como fazer um bolo: é preciso juntar vários ingredientes.
Pena que ainda, mesmo entre os terapeutas holísticos, ainda tenhamos o vício cultural (enfronhado no DNA da medicina oficial) de procurar culpados únicos e externos para nossas doenças e sofrimentos.
Esquecemos ou fazemos questão de ignorar; por exemplo:
Tendências inatas:
Cada pessoa traz ao nascer; tendências para adoecer, como se fossem pontos fracos na energia de seu DNA.
Uma das explicações possíveis está no campo da genética. A codificação semelhante no mapa genético das pessoas de uma mesma família faz com que as doenças e as tendências de comportamento tendam a se repetir no grupo.
Uma providência útil para quem se interessa em planejar sua vida em família é catalogar as tendências familiares de adoecer e, de se comportar; para depois, comparar com as que seus filhos começam a apresentar.
Essa tarefa é simples e sábia; pois em prevenir está a sabedoria. Como na vida humana ninguém está condenado a nada para sempre, com discernimento, trabalho e esforço é possível evitar algumas coisas, e conviver bem com outras, já que uma parte das nossas tendências inatas; irá nos acompanhar durante toda a existência.
Quem é o modelo?
Não apenas o que está inscrito em nós genes vai comandar nosso estado de saúde ou de doença. Parte importante desse processo; será copiado e aprendido através da formação de hábitos. Pois, nos primeiros anos quem comanda a vida da criança é o subconsciente, e cada uma tende a se identificar com alguém da família copiando comportamentos e até as formas de adoecer.
Interessante tentar estudar quem foi o modelo que a criança adotou, pois, uma vez identificado, a tarefa seguinte é ajudá-la a perceber e a eliminar as características copiadas que não trazem bons frutos, como doenças por exemplo. Essa não é uma tarefa complicada, pois é mais fácil sempre; observar as coisas acontecendo outros. Observe como pessoas que costumam pensar, sentir e agir de forma parecida; também apresentam doenças semelhantes.
Tendências adquiridas:
A educação a que a criança é submetida leva à formação de hábitos, reforça tendências e estimula compulsões inatas.
Como o peixe que morre pela boca - boa parte das doenças decorre dos hábitos alimentares que formamos ao longo da vida.
Influências ambientais:
O ambiente em que a criança é criada e vive, exerce poderosa influência em sua qualidade de vida.
Problemas de meio ambiente como: clima, poluição ambiental, qualidade do solo, água..., afetam a saúde. A qualidade humana das pessoas que compõem o meio social e familiar em que a criança vive também são fatores da maior importância.
Influência da personalidade:
Muitas das características da personalidade e do temperamento de cada pessoa são capazes de gerar doenças, inclusive na criança. Essa é uma das razões a explicar porque irmãos e mesmo gêmeos adoecem de forma tão diferente e variada. Ao se estudar com mais atenção a personalidade de uma criança é possível associar cada uma das suas características às doenças que costuma repetir.
Características tão comuns como ansiedade, medo, raiva, ira, inveja, agressividade, tendência á mentira e ao roubo, impaciência; enfim, todas as doenças da alma humana têm como destino o corpo físico levando mais cedo á morte com ou sem paradas em hospitais.
Conflitos emocionais:
A forma como cada pessoa lida com as emoções que se apresentam no dia a dia; tem uma participação especial na formação das doenças e na qualidade de vida.
A maior parte dos conflitos infantis está localizada num nível subliminar no subconsciente; mas quase sempre se exteriorizam na mudança de comportamento súbita ou gradativa, e com boa vontade e treino os pais conseguem antecipar a somatização (efeito do conflito emocional no corpo físico – como febre, gripe, pneumonia, amigdalite, viroses, etc.).
Como cada um de nós repete padrões de comportamento é possível perceber e até evitar que a criança adoeça corrigindo ou atenuando o conflito. Certos padrões de comportamento da criança são recados bem simples, claros e diretos aos adultos.
Ação do sistema de saúde atual:
Efeitos colaterais em cascata; amedrontamento; vacinoses; erros de atuação; criação de doenças artificiais: menopausa, andropausa, disfunção erétil; infecções hospitalares; medicação de uso contínuo...
O que fazer para que o sistema de saúde deixe de ser uma fábrica de doenças?
EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE?
sexta-feira, 16 de abril de 2010
REFLEXÕES SOBRE O ESTRESSE CRÔNICO: UM SÉRIO PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA
Bobão!
Um bicho vai te pegar! Não é brincadeira de criança tentando assustar outra. É uma grande e crônica mentira íntima. É a mente enganando o corpo vinte e quatro horas todos os dias durante muitos anos. O estresse crônico é a materialização de uma ilusão criada pela mente neurótica e doentia, que se torna rapidamente paranóica. O bicho que vai nos devorar é: não tenho isso..., desejo aquilo..., não serei capaz de..., o dólar vai subir..., as ações vão abaixar..., não vou..., vou ser assaltado na primeira esquina da vida. Um tipo de paranóia que o corpo é incapaz de identificar como real ou imaginária. Ele sempre se prepara frente ao perigo para atacar ou sair correndo...
Será que isso tem cura?
E de quem é a culpa?
Como mostramos no livro “Educar para um mundo novo”, antes de rotularmos a neurose como um distúrbio psicológico ou uma doença, a condição neurótica representa um estilo de vida. Não adianta ficar à cata de culpas nem desculpas para justificar o que estamos sentindo na “pele”: dores no corpo que teimam em não ceder a analgésicos, tendinites, cansaço crônico, problemas de visão, tonturas sem explicação, memória cada dia pior, raciocínio cansativo... Isso parece uma praga que se alastra como um incêndio em dia de vento forte.
A verdade é que o estresse crônico veio para ficar, e vai tornar-se rapidamente um sério problema de saúde pública, pois é um subproduto do estilo neurótico de viver adotado pela maior parte das pessoas; e do qual; raras delas; conseguirão se livrar sem mais nem menos, num passe de mágica ou num golpe de sorte.
Como não poderia deixar de acontecer no tipo de cultura e de sociedade em que vivemos; ele foi elevado à categoria de entidade mórbida ou uma coisa capaz de causar doenças por si só. E daí: a indicação e venda de remédios mágicos e de atitudes miraculosas para curar os efeitos do estresse crônico é o que não falta. O problema é que quem estiver em busca apenas de milagres ou de golpe de sorte para resolver esse novo problema vai “dar com os burros n’água”.
Para resolver de fato o problema, dentre muitos procedimentos e providências a serem adotadas; uma delas, é a de gerenciar melhor a vida. Administrar a situação em que nos encontramos e usar os recursos com mais sabedoria sem acreditar em mágicas, nem em soluções simplórias, é o melhor que podemos fazer nas atuais circunstâncias.
Dá para fazer uma analogia entre o homem e a empresa frente às rápidas mudanças no mundo contemporâneo.
Planejamento, gerenciamento e execução são conceitos chaves na saúde financeira e na vida de uma empresa; é o diferencial entre continuar a existir ou falir. Quando são feitos de forma informal ou sem qualidade, o primeiro passo é o endividamento que pode desembocar na concordata ou na falência. E, a primeira opção para sair da crise é buscar recursos externos, empréstimos, por exemplo. No entanto, mesmo com esses recursos, se a forma de planejar, gerenciar e executar continuar a mesma, a falência é certa, e com uma dívida ainda maior a ser paga. Usando a mesma linha de raciocínio: uma vida humana mal planejada, mal gerenciada e com execução mal feita vai desembocar: na doença, sofrimento, morte em vida (depressão, angústia, pânico, etc.). Os recursos externos como os remédios e os tratamentos médicos; são como o empréstimo bancário para a empresa; só isso, não vai resolver o problema e pode até agravá-lo. Para continuar a viver com um bom padrão de qualidade, é absolutamente necessário compreender melhor nosso destino e as leis que regem a vida do homem.
E, em se tratando de estresse crônico e suas conseqüências; é vital compreendê-lo e saber diferenciar uma situação natural e aguda de outra crônica e doentia.
Como começar a resolver o problema?
Antes de tudo é preciso aprender a diferenciar o útil estresse agudo do inútil estresse crônico.
O estresse agudo é um poderoso recurso da evolução das espécies. E todo ser vivo experimenta situações de risco. Estar vivo já é uma situação de risco e de estresse. Sobreviver e assegurar a continuidade da espécie envolve uma infinidade de crises na vida de cada criatura e do grupo biológico ao qual pertence. A repetição e a alternância entre as necessárias situações de estresse agudo; e os períodos de calmaria permitem a incorporação do aprendizado que cada uma dessas situações traz consigo.
O próprio corpo necessita de um tempo para se recuperar; caso contrário, definha ou adoece, e o ser morre. Nesse processo, todas as reações dos seres vivos e o desenvolvimento dos instintos são acelerados pelas situações de crise de sobrevivência que chamamos de reações de estresse agudo.
Na vida animal elas são sempre reais, ocorrem de verdade. A reação a ser desenvolvida é: atacar, defender ou correr. Quem não consegue morre ou é devorado.
Entre nós a situação se complica um pouco para quem tem preguiça de pensar. Pois, o homem tem um problema: quer queira quer não, pensa. O pensar de forma contínua é irreversível, e leva a escolher, a tomar atitudes ou a sonhar, fantasiar. Escolhas referendadas pelas atitudes geram efeitos em si, nos outros e no ambiente em que vive. Então, devemos analisar melhor o que pensamos para não ficarmos inventando problemas, imaginando dificuldades, alimentando o medo e a ansiedade doentia (chamam a essa atitude: paranóia). Pois, sonhos ou imaginações mesmo que não sejam postos em prática, não sejam executados, são capazes de levar o organismo a produzir substâncias, mediadores químicos, hormônios, tudo isso, é capaz de agir no corpo físico desenvolvendo à mente sensações desagradáveis e doentias.
Outro fato; que gera mais estresse é a desarmonia na personalidade e no caráter: instintos, razão, emoção e sentimentos não concordam; um quer uma coisa e outro deseja outra. Não estão ainda integrados sob o comando da razão. No candidato a ser humano o desencontro consigo mesmo gera na intimidade do homem crises atrás de crises que se traduzem na forma de conflitos: pode não pode, devo não devo...
Ser ou não ser?
Poucas dessas crises tornam-se conscientes; a maior parte permanece no subconsciente. Por isso, não percebemos que criamos para nós mesmos e para os outros embaraços e estresse desnecessário e inútil.
Somos capazes de fazer abstrações (potencializada cada vez mais pela mídia de ação rápida); de criar uma vida imaginativa povoada de sonhos, desejos, medos, angústias.
Pela pobreza do raciocínio crítico; ancoramos na capacidade mal conduzida de imaginar, inventar e criar; aí está a raiz do problema do estresse crônico.
Ele é uma ilusão mental/emocional individual e coletiva.
Até aí, tudo bem; o perigo disso; reside no fato de que tudo que acontece no campo da energia pode se concretizar e se materializar nesta dimensão.
O estressado crônico logo começa a trazer para o corpo sua desarmonia na forma de distúrbios do metabolismo: aumento da produção de colesterol, concentração de gordura abaixo da linha da cintura; alterações na produção dos hormônios, especialmente aqueles diretamente relacionados com o instinto de defesa da vida: adrenalina, acetil/colina, vasopressina, cortisol, serotonina, etc.
O número de situações de estresse real a que as pessoas estão submetidas no dia a dia é mínimo se comparado com os episódios de estresse mental/emocional; que elas mesmas criam ou alimentam para si.
Todos nós estamos sujeitos a situações nas quais nossa vida corre risco: acidentes, ataques de animais, agressões, assaltos, etc. No entanto, essas situações são (ou eram) mais ou menos esporádicas e o corpo e mente tem tempo suficiente de se recompor.
Os perigos nas relações (especialmente as de trabalho) são bem paranóicos: na cabeça de muita gente rola o tempo todo; a idéia de se defender das artimanhas dos outros; como se todo mundo fosse passá-lo para trás. Muita gente passa boa parte do dia maquinando como derrotar seus ilusórios inimigos ou seus concorrentes, incrementando um estresse mais do que doentio: mortal.
Resumindo:
Muitas são as situações habituais que geram estresse inútil e doentio:
• O sujeito se esgota ao tentar controlar a vida dos outros, ou tentando manipular os acontecimentos querendo bancar o deus.
• Alguns orgulhosos e controladores pensam que apenas eles fazem as coisas bem feitas e trazem para si toda a responsabilidade de tarefas que podem e devem ser delegadas aos outros.
• Os incompetentes para assumir vida como humanos de fato passam a centralizar toda a sua vida apenas no trabalho, esquecendo todas as outras tarefas. Viciam-se nele e se desesperam quando são descartados ou substituídos por outros.
• Os escravos da rotina que aliena.
• Os gulosos que querem atingir tudo de uma vez.
• Os crédulos e preguiçosos de pensar que se deixam escravizar pelos valores transitórios criados pela mídia que a cada dia cria novos objetos do desejo.
• Os que imaginam que fazer a tarefa dos outros para tornar-lhes a vida muito cômoda vai levá-los ao céu ou paraíso.
• Os inseguros que tentam se afirmar a qualquer preço, através da valorização do ter, possuir, aparentar.
Cura definitiva x cura paliativa:
Como mostramos em nosso livro “Saúde ou doença: questão de escolha”. Na hora de tentar resolver a perda da qualidade de vida que ela traz não adianta tentar terceirizar a responsabilidade pela resolução definitiva.
Outro problema a ser resolvido é que o estresse vicia.
Criamos um tipo de dependência ao produzir algumas substâncias em níveis mais elevados do que o normal e passamos a depender psicologicamente das sensações que elas produzem. Na fase de baixa ou de depressão orgânica do estresse todo mundo almeja ir para um lugar sossegado e descansar, relaxar. No entanto, logo depois de algumas horas ou de poucos dias o sujeito passa a se entediar e não vê a hora de voltar ao batente. Isso, quando consegue realmente se desligar durante o repouso. Daí vem a pergunta: - será que estou viciado em situações que levam ao estresse? Podemos dizer que sim, pois os hormônios liberados durante a reação de estresse criam uma situação de aumento de criatividade e de resolução de situações fora do comum e a pessoa, sem perceber, passa a buscar mais adrenalina e outros hormônios liberados nessas situações até em momentos de lazer: esportes radicais ou perigosos, entretenimentos com elevado teor de clima de suspense ou de terror...
Também há o risco de se criar dependência química nas fases de depressão energética e física no pós - estresse.
Muitas pessoas passam a se dopar com estimulantes para levar um simples e corriqueiro cotidiano tornando o seu futuro bastante sombrio.
Entrar em qualquer situação desse tipo que vicia é muito fácil; sair é complicado principalmente devido a dois fatores: falta de vontade e desonestidade de propósitos. As pessoas mentem para si mesmas e para os outros quando dizem que não são capazes de sair de uma determinada situação viciosa; na verdade, elas desejam continuar nela. Mais fácil, eficiente e simples para nós seria admitir que ainda não desejamos largar o vício e que assumiremos as conseqüências sem desculpas, revolta, nem choramingos.
Eliminar o vício do estresse crônico exige discernimento, boa vontade e capacidade de executar. De fato, a cura definitiva ainda não é para qualquer um não...
Um bicho vai te pegar! Não é brincadeira de criança tentando assustar outra. É uma grande e crônica mentira íntima. É a mente enganando o corpo vinte e quatro horas todos os dias durante muitos anos. O estresse crônico é a materialização de uma ilusão criada pela mente neurótica e doentia, que se torna rapidamente paranóica. O bicho que vai nos devorar é: não tenho isso..., desejo aquilo..., não serei capaz de..., o dólar vai subir..., as ações vão abaixar..., não vou..., vou ser assaltado na primeira esquina da vida. Um tipo de paranóia que o corpo é incapaz de identificar como real ou imaginária. Ele sempre se prepara frente ao perigo para atacar ou sair correndo...
Será que isso tem cura?
E de quem é a culpa?
Como mostramos no livro “Educar para um mundo novo”, antes de rotularmos a neurose como um distúrbio psicológico ou uma doença, a condição neurótica representa um estilo de vida. Não adianta ficar à cata de culpas nem desculpas para justificar o que estamos sentindo na “pele”: dores no corpo que teimam em não ceder a analgésicos, tendinites, cansaço crônico, problemas de visão, tonturas sem explicação, memória cada dia pior, raciocínio cansativo... Isso parece uma praga que se alastra como um incêndio em dia de vento forte.
A verdade é que o estresse crônico veio para ficar, e vai tornar-se rapidamente um sério problema de saúde pública, pois é um subproduto do estilo neurótico de viver adotado pela maior parte das pessoas; e do qual; raras delas; conseguirão se livrar sem mais nem menos, num passe de mágica ou num golpe de sorte.
Como não poderia deixar de acontecer no tipo de cultura e de sociedade em que vivemos; ele foi elevado à categoria de entidade mórbida ou uma coisa capaz de causar doenças por si só. E daí: a indicação e venda de remédios mágicos e de atitudes miraculosas para curar os efeitos do estresse crônico é o que não falta. O problema é que quem estiver em busca apenas de milagres ou de golpe de sorte para resolver esse novo problema vai “dar com os burros n’água”.
Para resolver de fato o problema, dentre muitos procedimentos e providências a serem adotadas; uma delas, é a de gerenciar melhor a vida. Administrar a situação em que nos encontramos e usar os recursos com mais sabedoria sem acreditar em mágicas, nem em soluções simplórias, é o melhor que podemos fazer nas atuais circunstâncias.
Dá para fazer uma analogia entre o homem e a empresa frente às rápidas mudanças no mundo contemporâneo.
Planejamento, gerenciamento e execução são conceitos chaves na saúde financeira e na vida de uma empresa; é o diferencial entre continuar a existir ou falir. Quando são feitos de forma informal ou sem qualidade, o primeiro passo é o endividamento que pode desembocar na concordata ou na falência. E, a primeira opção para sair da crise é buscar recursos externos, empréstimos, por exemplo. No entanto, mesmo com esses recursos, se a forma de planejar, gerenciar e executar continuar a mesma, a falência é certa, e com uma dívida ainda maior a ser paga. Usando a mesma linha de raciocínio: uma vida humana mal planejada, mal gerenciada e com execução mal feita vai desembocar: na doença, sofrimento, morte em vida (depressão, angústia, pânico, etc.). Os recursos externos como os remédios e os tratamentos médicos; são como o empréstimo bancário para a empresa; só isso, não vai resolver o problema e pode até agravá-lo. Para continuar a viver com um bom padrão de qualidade, é absolutamente necessário compreender melhor nosso destino e as leis que regem a vida do homem.
E, em se tratando de estresse crônico e suas conseqüências; é vital compreendê-lo e saber diferenciar uma situação natural e aguda de outra crônica e doentia.
Como começar a resolver o problema?
Antes de tudo é preciso aprender a diferenciar o útil estresse agudo do inútil estresse crônico.
O estresse agudo é um poderoso recurso da evolução das espécies. E todo ser vivo experimenta situações de risco. Estar vivo já é uma situação de risco e de estresse. Sobreviver e assegurar a continuidade da espécie envolve uma infinidade de crises na vida de cada criatura e do grupo biológico ao qual pertence. A repetição e a alternância entre as necessárias situações de estresse agudo; e os períodos de calmaria permitem a incorporação do aprendizado que cada uma dessas situações traz consigo.
O próprio corpo necessita de um tempo para se recuperar; caso contrário, definha ou adoece, e o ser morre. Nesse processo, todas as reações dos seres vivos e o desenvolvimento dos instintos são acelerados pelas situações de crise de sobrevivência que chamamos de reações de estresse agudo.
Na vida animal elas são sempre reais, ocorrem de verdade. A reação a ser desenvolvida é: atacar, defender ou correr. Quem não consegue morre ou é devorado.
Entre nós a situação se complica um pouco para quem tem preguiça de pensar. Pois, o homem tem um problema: quer queira quer não, pensa. O pensar de forma contínua é irreversível, e leva a escolher, a tomar atitudes ou a sonhar, fantasiar. Escolhas referendadas pelas atitudes geram efeitos em si, nos outros e no ambiente em que vive. Então, devemos analisar melhor o que pensamos para não ficarmos inventando problemas, imaginando dificuldades, alimentando o medo e a ansiedade doentia (chamam a essa atitude: paranóia). Pois, sonhos ou imaginações mesmo que não sejam postos em prática, não sejam executados, são capazes de levar o organismo a produzir substâncias, mediadores químicos, hormônios, tudo isso, é capaz de agir no corpo físico desenvolvendo à mente sensações desagradáveis e doentias.
Outro fato; que gera mais estresse é a desarmonia na personalidade e no caráter: instintos, razão, emoção e sentimentos não concordam; um quer uma coisa e outro deseja outra. Não estão ainda integrados sob o comando da razão. No candidato a ser humano o desencontro consigo mesmo gera na intimidade do homem crises atrás de crises que se traduzem na forma de conflitos: pode não pode, devo não devo...
Ser ou não ser?
Poucas dessas crises tornam-se conscientes; a maior parte permanece no subconsciente. Por isso, não percebemos que criamos para nós mesmos e para os outros embaraços e estresse desnecessário e inútil.
Somos capazes de fazer abstrações (potencializada cada vez mais pela mídia de ação rápida); de criar uma vida imaginativa povoada de sonhos, desejos, medos, angústias.
Pela pobreza do raciocínio crítico; ancoramos na capacidade mal conduzida de imaginar, inventar e criar; aí está a raiz do problema do estresse crônico.
Ele é uma ilusão mental/emocional individual e coletiva.
Até aí, tudo bem; o perigo disso; reside no fato de que tudo que acontece no campo da energia pode se concretizar e se materializar nesta dimensão.
O estressado crônico logo começa a trazer para o corpo sua desarmonia na forma de distúrbios do metabolismo: aumento da produção de colesterol, concentração de gordura abaixo da linha da cintura; alterações na produção dos hormônios, especialmente aqueles diretamente relacionados com o instinto de defesa da vida: adrenalina, acetil/colina, vasopressina, cortisol, serotonina, etc.
O número de situações de estresse real a que as pessoas estão submetidas no dia a dia é mínimo se comparado com os episódios de estresse mental/emocional; que elas mesmas criam ou alimentam para si.
Todos nós estamos sujeitos a situações nas quais nossa vida corre risco: acidentes, ataques de animais, agressões, assaltos, etc. No entanto, essas situações são (ou eram) mais ou menos esporádicas e o corpo e mente tem tempo suficiente de se recompor.
Os perigos nas relações (especialmente as de trabalho) são bem paranóicos: na cabeça de muita gente rola o tempo todo; a idéia de se defender das artimanhas dos outros; como se todo mundo fosse passá-lo para trás. Muita gente passa boa parte do dia maquinando como derrotar seus ilusórios inimigos ou seus concorrentes, incrementando um estresse mais do que doentio: mortal.
Resumindo:
Muitas são as situações habituais que geram estresse inútil e doentio:
• O sujeito se esgota ao tentar controlar a vida dos outros, ou tentando manipular os acontecimentos querendo bancar o deus.
• Alguns orgulhosos e controladores pensam que apenas eles fazem as coisas bem feitas e trazem para si toda a responsabilidade de tarefas que podem e devem ser delegadas aos outros.
• Os incompetentes para assumir vida como humanos de fato passam a centralizar toda a sua vida apenas no trabalho, esquecendo todas as outras tarefas. Viciam-se nele e se desesperam quando são descartados ou substituídos por outros.
• Os escravos da rotina que aliena.
• Os gulosos que querem atingir tudo de uma vez.
• Os crédulos e preguiçosos de pensar que se deixam escravizar pelos valores transitórios criados pela mídia que a cada dia cria novos objetos do desejo.
• Os que imaginam que fazer a tarefa dos outros para tornar-lhes a vida muito cômoda vai levá-los ao céu ou paraíso.
• Os inseguros que tentam se afirmar a qualquer preço, através da valorização do ter, possuir, aparentar.
Cura definitiva x cura paliativa:
Como mostramos em nosso livro “Saúde ou doença: questão de escolha”. Na hora de tentar resolver a perda da qualidade de vida que ela traz não adianta tentar terceirizar a responsabilidade pela resolução definitiva.
Outro problema a ser resolvido é que o estresse vicia.
Criamos um tipo de dependência ao produzir algumas substâncias em níveis mais elevados do que o normal e passamos a depender psicologicamente das sensações que elas produzem. Na fase de baixa ou de depressão orgânica do estresse todo mundo almeja ir para um lugar sossegado e descansar, relaxar. No entanto, logo depois de algumas horas ou de poucos dias o sujeito passa a se entediar e não vê a hora de voltar ao batente. Isso, quando consegue realmente se desligar durante o repouso. Daí vem a pergunta: - será que estou viciado em situações que levam ao estresse? Podemos dizer que sim, pois os hormônios liberados durante a reação de estresse criam uma situação de aumento de criatividade e de resolução de situações fora do comum e a pessoa, sem perceber, passa a buscar mais adrenalina e outros hormônios liberados nessas situações até em momentos de lazer: esportes radicais ou perigosos, entretenimentos com elevado teor de clima de suspense ou de terror...
Também há o risco de se criar dependência química nas fases de depressão energética e física no pós - estresse.
Muitas pessoas passam a se dopar com estimulantes para levar um simples e corriqueiro cotidiano tornando o seu futuro bastante sombrio.
Entrar em qualquer situação desse tipo que vicia é muito fácil; sair é complicado principalmente devido a dois fatores: falta de vontade e desonestidade de propósitos. As pessoas mentem para si mesmas e para os outros quando dizem que não são capazes de sair de uma determinada situação viciosa; na verdade, elas desejam continuar nela. Mais fácil, eficiente e simples para nós seria admitir que ainda não desejamos largar o vício e que assumiremos as conseqüências sem desculpas, revolta, nem choramingos.
Eliminar o vício do estresse crônico exige discernimento, boa vontade e capacidade de executar. De fato, a cura definitiva ainda não é para qualquer um não...
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