domingo, 2 de maio de 2010

CUIDADO COM A DONA SIDA

Dona Sida com S sim senhor – faça o favor!

Ela ficou conhecida como unha e carne com o HIV – e juntos liquidavam com os linfócitos T4 (células CD4); que são os elementos do sistema imunológico que sinalizam ás outras células para a necessidade de proteger o organismo contra vários tipos de agentes invasores (vírus, fungos e bactérias) – morte por infecções secundárias são a principal causa de desencarne de portadores de HIV.

Mas, dona Sida é eclética: ela não anda só com o HIV; ela é um conjunto de sintomas que não dizem respeito apenas a uma doença (ela é a rainha das alianças) – no caso do HIV o vírus detona com o sistema imunológico - e é adquirida por resultar de um agente ou conjunto deles externo ao organismo humano.

Quando o corpo não dá conta de repor as células CD4 é que começa a encrenca da Imunodeficiência: uma baderna no sistema imunológico onde o corpo não consegue mais responder aos desafios dos antígenos (nada a ver com congresso de células).
Dá-se o nome a uma pessoa que não consegue mais responder ás suas necessidades de defesa como imunocomprometida (vale para a parte ética também).

A imunodeficiência resulta numa seqüência de infecções oportunistas e certos tipos de câncer que recebem a ajuda dos fungos (dona cândida, oportunista que só ela; só podia estar no meio dessa encrenca).
Pode surgir como resultado de uma doença; pela administração de drogas; e pelo estresse crônico que atinge a maior parte da população do planeta.

O citomegalovírus (CMV) é um vírus da família herpes que predomina principalmente em regiões pobres e carentes de recursos, educação e higiene, pois se dá por contágio. Tem sintomas semelhantes à mononucleose: enfartamento ganglionar (íngua), febre, mal estar, dores articulares, cansaço, aumento do volume de fígado e baço; erupções cutâneas; com evolução autolimitada.
Mesmo adorando pobres; aproximadamente metade da população dos EUA é portadora – é um vírus de moita “fica na espreita” e dá poucos sintomas.
É encontrado na saliva, urina, sêmen; secreções vaginais, podendo, portanto ser uma DST; e transmitido por contato físico, exemplo o beijo. Como os outros vírus que costumam dar uma de migué, dentre eles os herpes vírus pode ficar inativo por anos a fio; mas, pode acordar quando estimulado; estilo me chama que eu vou.

Dona Sida se adaptou e está pensando em adotar novo nome: SIDOCA e assimilar seu lado crônico para herdar os efeitos do estresse crônico; do excesso de medicamentos: analgésicos; antinflamatórios; antibióticos...; do excesso de vacinas; da intoxicação alimentar; da ação dos poluentes; da depressão física e emocional...
Ela está com tudo e não está prosa.
Conta com aliados poderosos para embaralhar os sintomas: fibromialgia; tensão crônica; distúrbios do sono; esgotamento físico e mental.
Mas, ela que se cuide; pois, tem muita gente inteligente de olho nela.
SIDA OU SIDOCA?
Qual o amigo prefere?

sábado, 17 de abril de 2010

O SISTEMA ATUAL DE SAÚDE - UMA FÁBRICA DE DOENÇAS

A evolução da tecnologia criou uma gama de doenças cada vez mais sofisticadas – nada tão letal assim; o sistema apenas tornou os pacientes mais experimentos do que já eram; e transmutou os profissionais da saúde em funcionários da indústria da doença sob regime de produção – os profissionais da justiça também foram chamados para dançar; há uma enxurrada de liminares e ações propostas para atender pessoas com necessidade de tratamentos experimentais caríssimos; e sempre propostos por um mesmo grupo; atrelado a outro que fornece os produtos. Quem paga é o Estado; ou melhor; nós os consumidores. Claro que tudo que envolve a vida humana é um problema delicado; mas problemas controversos são exatamente os que precisam de discussão aberta e honesta; para que haja um mínimo de consenso entre as partes interessadas.

No arroz com feijão do dia a dia da esteira dos atendimentos, a regra é meio que, made in china: ganhar por produção; a qualidade fica para uma próxima fase.
Quanto mais pacientes o doutor da rede particular e conveniada atende por minuto; mais remédios são receitados; mais exames são pedidos e quem mais produz mais regalias ganha: boa parte dos profissionais presentes nos congressos que ditam condutas nem sempre as mais adequadas, ás nossas necessidades; são os bam-bam-bam do receituário e das solicitações.

No sistema público de saúde funciona ao contrário; o profissional recebe salário para atender durante um número de horas quase nunca cumpridas; e se esforça para atender ao menor número de pacientes possível sem a contrapartida da eficiência – quem ganha com isso? – Quem faz as compras e dita condutas padronizadas a serem seguidas.

Como resolver o dilema das pessoas que migram com rapidez para as alternativas de saúde ao largo da medicina oficial (nada a ver com acupuntura nem homeopatia que fazem parte do contexto)?
São os chamados terapeutas holísticos; muitos fazem cursos por correspondência ou de final de semana – e pasmem; em boa parte das vezes obtêm melhores resultados do que os profissionais do antigo sistema.

Por quê? – Talvez apenas pelo fato de disporem de tempo para ouvir, tocar e sentir as pessoas, trocar energias; pois a quase totalidade de nossas doenças são oriundas do sistema mental, emocional, afetivo e de falta de educação.
Como conseguem isso? – A maior parte apenas pelo fato de não esperarem grandes ganhos, fama ou glória; apenas apostaram numa mudança de perspectiva de vida onde a parte financeira importa; mas nem tanto; daí; eles podem criar tempo para o necessitado de amor e de atenção (uma das causas das doenças).

COMO SÃO CONSTRUÍDAS AS DOENÇAS

Construir uma doença é mais ou menos como fazer um bolo: é preciso juntar vários ingredientes.
Pena que ainda, mesmo entre os terapeutas holísticos, ainda tenhamos o vício cultural (enfronhado no DNA da medicina oficial) de procurar culpados únicos e externos para nossas doenças e sofrimentos.

Esquecemos ou fazemos questão de ignorar; por exemplo:

Tendências inatas:
Cada pessoa traz ao nascer; tendências para adoecer, como se fossem pontos fracos na energia de seu DNA.
Uma das explicações possíveis está no campo da genética. A codificação semelhante no mapa genético das pessoas de uma mesma família faz com que as doenças e as tendências de comportamento tendam a se repetir no grupo.
Uma providência útil para quem se interessa em planejar sua vida em família é catalogar as tendências familiares de adoecer e, de se comportar; para depois, comparar com as que seus filhos começam a apresentar.
Essa tarefa é simples e sábia; pois em prevenir está a sabedoria. Como na vida humana ninguém está condenado a nada para sempre, com discernimento, trabalho e esforço é possível evitar algumas coisas, e conviver bem com outras, já que uma parte das nossas tendências inatas; irá nos acompanhar durante toda a existência.

Quem é o modelo?
Não apenas o que está inscrito em nós genes vai comandar nosso estado de saúde ou de doença. Parte importante desse processo; será copiado e aprendido através da formação de hábitos. Pois, nos primeiros anos quem comanda a vida da criança é o subconsciente, e cada uma tende a se identificar com alguém da família copiando comportamentos e até as formas de adoecer.
Interessante tentar estudar quem foi o modelo que a criança adotou, pois, uma vez identificado, a tarefa seguinte é ajudá-la a perceber e a eliminar as características copiadas que não trazem bons frutos, como doenças por exemplo. Essa não é uma tarefa complicada, pois é mais fácil sempre; observar as coisas acontecendo outros. Observe como pessoas que costumam pensar, sentir e agir de forma parecida; também apresentam doenças semelhantes.

Tendências adquiridas:
A educação a que a criança é submetida leva à formação de hábitos, reforça tendências e estimula compulsões inatas.
Como o peixe que morre pela boca - boa parte das doenças decorre dos hábitos alimentares que formamos ao longo da vida.

Influências ambientais:
O ambiente em que a criança é criada e vive, exerce poderosa influência em sua qualidade de vida.
Problemas de meio ambiente como: clima, poluição ambiental, qualidade do solo, água..., afetam a saúde. A qualidade humana das pessoas que compõem o meio social e familiar em que a criança vive também são fatores da maior importância.

Influência da personalidade:
Muitas das características da personalidade e do temperamento de cada pessoa são capazes de gerar doenças, inclusive na criança. Essa é uma das razões a explicar porque irmãos e mesmo gêmeos adoecem de forma tão diferente e variada. Ao se estudar com mais atenção a personalidade de uma criança é possível associar cada uma das suas características às doenças que costuma repetir.
Características tão comuns como ansiedade, medo, raiva, ira, inveja, agressividade, tendência á mentira e ao roubo, impaciência; enfim, todas as doenças da alma humana têm como destino o corpo físico levando mais cedo á morte com ou sem paradas em hospitais.

Conflitos emocionais:
A forma como cada pessoa lida com as emoções que se apresentam no dia a dia; tem uma participação especial na formação das doenças e na qualidade de vida.
A maior parte dos conflitos infantis está localizada num nível subliminar no subconsciente; mas quase sempre se exteriorizam na mudança de comportamento súbita ou gradativa, e com boa vontade e treino os pais conseguem antecipar a somatização (efeito do conflito emocional no corpo físico – como febre, gripe, pneumonia, amigdalite, viroses, etc.).
Como cada um de nós repete padrões de comportamento é possível perceber e até evitar que a criança adoeça corrigindo ou atenuando o conflito. Certos padrões de comportamento da criança são recados bem simples, claros e diretos aos adultos.

Ação do sistema de saúde atual:
Efeitos colaterais em cascata; amedrontamento; vacinoses; erros de atuação; criação de doenças artificiais: menopausa, andropausa, disfunção erétil; infecções hospitalares; medicação de uso contínuo...

O que fazer para que o sistema de saúde deixe de ser uma fábrica de doenças?

EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE?

sexta-feira, 16 de abril de 2010

REFLEXÕES SOBRE O ESTRESSE CRÔNICO: UM SÉRIO PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA

Bobão!

Um bicho vai te pegar! Não é brincadeira de criança tentando assustar outra. É uma grande e crônica mentira íntima. É a mente enganando o corpo vinte e quatro horas todos os dias durante muitos anos. O estresse crônico é a materialização de uma ilusão criada pela mente neurótica e doentia, que se torna rapidamente paranóica. O bicho que vai nos devorar é: não tenho isso..., desejo aquilo..., não serei capaz de..., o dólar vai subir..., as ações vão abaixar..., não vou..., vou ser assaltado na primeira esquina da vida. Um tipo de paranóia que o corpo é incapaz de identificar como real ou imaginária. Ele sempre se prepara frente ao perigo para atacar ou sair correndo...

Será que isso tem cura?
E de quem é a culpa?
Como mostramos no livro “Educar para um mundo novo”, antes de rotularmos a neurose como um distúrbio psicológico ou uma doença, a condição neurótica representa um estilo de vida. Não adianta ficar à cata de culpas nem desculpas para justificar o que estamos sentindo na “pele”: dores no corpo que teimam em não ceder a analgésicos, tendinites, cansaço crônico, problemas de visão, tonturas sem explicação, memória cada dia pior, raciocínio cansativo... Isso parece uma praga que se alastra como um incêndio em dia de vento forte.
A verdade é que o estresse crônico veio para ficar, e vai tornar-se rapidamente um sério problema de saúde pública, pois é um subproduto do estilo neurótico de viver adotado pela maior parte das pessoas; e do qual; raras delas; conseguirão se livrar sem mais nem menos, num passe de mágica ou num golpe de sorte.
Como não poderia deixar de acontecer no tipo de cultura e de sociedade em que vivemos; ele foi elevado à categoria de entidade mórbida ou uma coisa capaz de causar doenças por si só. E daí: a indicação e venda de remédios mágicos e de atitudes miraculosas para curar os efeitos do estresse crônico é o que não falta. O problema é que quem estiver em busca apenas de milagres ou de golpe de sorte para resolver esse novo problema vai “dar com os burros n’água”.
Para resolver de fato o problema, dentre muitos procedimentos e providências a serem adotadas; uma delas, é a de gerenciar melhor a vida. Administrar a situação em que nos encontramos e usar os recursos com mais sabedoria sem acreditar em mágicas, nem em soluções simplórias, é o melhor que podemos fazer nas atuais circunstâncias.

Dá para fazer uma analogia entre o homem e a empresa frente às rápidas mudanças no mundo contemporâneo.

Planejamento, gerenciamento e execução são conceitos chaves na saúde financeira e na vida de uma empresa; é o diferencial entre continuar a existir ou falir. Quando são feitos de forma informal ou sem qualidade, o primeiro passo é o endividamento que pode desembocar na concordata ou na falência. E, a primeira opção para sair da crise é buscar recursos externos, empréstimos, por exemplo. No entanto, mesmo com esses recursos, se a forma de planejar, gerenciar e executar continuar a mesma, a falência é certa, e com uma dívida ainda maior a ser paga. Usando a mesma linha de raciocínio: uma vida humana mal planejada, mal gerenciada e com execução mal feita vai desembocar: na doença, sofrimento, morte em vida (depressão, angústia, pânico, etc.). Os recursos externos como os remédios e os tratamentos médicos; são como o empréstimo bancário para a empresa; só isso, não vai resolver o problema e pode até agravá-lo. Para continuar a viver com um bom padrão de qualidade, é absolutamente necessário compreender melhor nosso destino e as leis que regem a vida do homem.
E, em se tratando de estresse crônico e suas conseqüências; é vital compreendê-lo e saber diferenciar uma situação natural e aguda de outra crônica e doentia.

Como começar a resolver o problema?
Antes de tudo é preciso aprender a diferenciar o útil estresse agudo do inútil estresse crônico.
O estresse agudo é um poderoso recurso da evolução das espécies. E todo ser vivo experimenta situações de risco. Estar vivo já é uma situação de risco e de estresse. Sobreviver e assegurar a continuidade da espécie envolve uma infinidade de crises na vida de cada criatura e do grupo biológico ao qual pertence. A repetição e a alternância entre as necessárias situações de estresse agudo; e os períodos de calmaria permitem a incorporação do aprendizado que cada uma dessas situações traz consigo.
O próprio corpo necessita de um tempo para se recuperar; caso contrário, definha ou adoece, e o ser morre. Nesse processo, todas as reações dos seres vivos e o desenvolvimento dos instintos são acelerados pelas situações de crise de sobrevivência que chamamos de reações de estresse agudo.
Na vida animal elas são sempre reais, ocorrem de verdade. A reação a ser desenvolvida é: atacar, defender ou correr. Quem não consegue morre ou é devorado.
Entre nós a situação se complica um pouco para quem tem preguiça de pensar. Pois, o homem tem um problema: quer queira quer não, pensa. O pensar de forma contínua é irreversível, e leva a escolher, a tomar atitudes ou a sonhar, fantasiar. Escolhas referendadas pelas atitudes geram efeitos em si, nos outros e no ambiente em que vive. Então, devemos analisar melhor o que pensamos para não ficarmos inventando problemas, imaginando dificuldades, alimentando o medo e a ansiedade doentia (chamam a essa atitude: paranóia). Pois, sonhos ou imaginações mesmo que não sejam postos em prática, não sejam executados, são capazes de levar o organismo a produzir substâncias, mediadores químicos, hormônios, tudo isso, é capaz de agir no corpo físico desenvolvendo à mente sensações desagradáveis e doentias.
Outro fato; que gera mais estresse é a desarmonia na personalidade e no caráter: instintos, razão, emoção e sentimentos não concordam; um quer uma coisa e outro deseja outra. Não estão ainda integrados sob o comando da razão. No candidato a ser humano o desencontro consigo mesmo gera na intimidade do homem crises atrás de crises que se traduzem na forma de conflitos: pode não pode, devo não devo...

Ser ou não ser?

Poucas dessas crises tornam-se conscientes; a maior parte permanece no subconsciente. Por isso, não percebemos que criamos para nós mesmos e para os outros embaraços e estresse desnecessário e inútil.

Somos capazes de fazer abstrações (potencializada cada vez mais pela mídia de ação rápida); de criar uma vida imaginativa povoada de sonhos, desejos, medos, angústias.
Pela pobreza do raciocínio crítico; ancoramos na capacidade mal conduzida de imaginar, inventar e criar; aí está a raiz do problema do estresse crônico.

Ele é uma ilusão mental/emocional individual e coletiva.
Até aí, tudo bem; o perigo disso; reside no fato de que tudo que acontece no campo da energia pode se concretizar e se materializar nesta dimensão.

O estressado crônico logo começa a trazer para o corpo sua desarmonia na forma de distúrbios do metabolismo: aumento da produção de colesterol, concentração de gordura abaixo da linha da cintura; alterações na produção dos hormônios, especialmente aqueles diretamente relacionados com o instinto de defesa da vida: adrenalina, acetil/colina, vasopressina, cortisol, serotonina, etc.
O número de situações de estresse real a que as pessoas estão submetidas no dia a dia é mínimo se comparado com os episódios de estresse mental/emocional; que elas mesmas criam ou alimentam para si.

Todos nós estamos sujeitos a situações nas quais nossa vida corre risco: acidentes, ataques de animais, agressões, assaltos, etc. No entanto, essas situações são (ou eram) mais ou menos esporádicas e o corpo e mente tem tempo suficiente de se recompor.
Os perigos nas relações (especialmente as de trabalho) são bem paranóicos: na cabeça de muita gente rola o tempo todo; a idéia de se defender das artimanhas dos outros; como se todo mundo fosse passá-lo para trás. Muita gente passa boa parte do dia maquinando como derrotar seus ilusórios inimigos ou seus concorrentes, incrementando um estresse mais do que doentio: mortal.

Resumindo:

Muitas são as situações habituais que geram estresse inútil e doentio:
• O sujeito se esgota ao tentar controlar a vida dos outros, ou tentando manipular os acontecimentos querendo bancar o deus.
• Alguns orgulhosos e controladores pensam que apenas eles fazem as coisas bem feitas e trazem para si toda a responsabilidade de tarefas que podem e devem ser delegadas aos outros.
• Os incompetentes para assumir vida como humanos de fato passam a centralizar toda a sua vida apenas no trabalho, esquecendo todas as outras tarefas. Viciam-se nele e se desesperam quando são descartados ou substituídos por outros.
• Os escravos da rotina que aliena.
• Os gulosos que querem atingir tudo de uma vez.
• Os crédulos e preguiçosos de pensar que se deixam escravizar pelos valores transitórios criados pela mídia que a cada dia cria novos objetos do desejo.
• Os que imaginam que fazer a tarefa dos outros para tornar-lhes a vida muito cômoda vai levá-los ao céu ou paraíso.
• Os inseguros que tentam se afirmar a qualquer preço, através da valorização do ter, possuir, aparentar.

Cura definitiva x cura paliativa:
Como mostramos em nosso livro “Saúde ou doença: questão de escolha”. Na hora de tentar resolver a perda da qualidade de vida que ela traz não adianta tentar terceirizar a responsabilidade pela resolução definitiva.

Outro problema a ser resolvido é que o estresse vicia.

Criamos um tipo de dependência ao produzir algumas substâncias em níveis mais elevados do que o normal e passamos a depender psicologicamente das sensações que elas produzem. Na fase de baixa ou de depressão orgânica do estresse todo mundo almeja ir para um lugar sossegado e descansar, relaxar. No entanto, logo depois de algumas horas ou de poucos dias o sujeito passa a se entediar e não vê a hora de voltar ao batente. Isso, quando consegue realmente se desligar durante o repouso. Daí vem a pergunta: - será que estou viciado em situações que levam ao estresse? Podemos dizer que sim, pois os hormônios liberados durante a reação de estresse criam uma situação de aumento de criatividade e de resolução de situações fora do comum e a pessoa, sem perceber, passa a buscar mais adrenalina e outros hormônios liberados nessas situações até em momentos de lazer: esportes radicais ou perigosos, entretenimentos com elevado teor de clima de suspense ou de terror...

Também há o risco de se criar dependência química nas fases de depressão energética e física no pós - estresse.

Muitas pessoas passam a se dopar com estimulantes para levar um simples e corriqueiro cotidiano tornando o seu futuro bastante sombrio.
Entrar em qualquer situação desse tipo que vicia é muito fácil; sair é complicado principalmente devido a dois fatores: falta de vontade e desonestidade de propósitos. As pessoas mentem para si mesmas e para os outros quando dizem que não são capazes de sair de uma determinada situação viciosa; na verdade, elas desejam continuar nela. Mais fácil, eficiente e simples para nós seria admitir que ainda não desejamos largar o vício e que assumiremos as conseqüências sem desculpas, revolta, nem choramingos.

Eliminar o vício do estresse crônico exige discernimento, boa vontade e capacidade de executar. De fato, a cura definitiva ainda não é para qualquer um não...

sábado, 27 de fevereiro de 2010

MEU FILHO AVOADO

Déficit de Atenção e Instabilidade Psicomotora ou Síndrome Hipercinética

“Esconde tudo que possa ser quebrado, que fulano vem vindo aí, e aquele filho deles...” O indivíduo hipercinético ou instável psicomotor é o popular “capetinha” ou “bicho-carpinteiro” que não consegue prestar atenção em nada. É uma pessoa que atua de maneira confusa e intuitiva, não consegue utilizar os encadeamentos, as oposições ou as confrontações do raciocínio lógico; possui boa memória imediata para fatos concretos, porém não é capaz de ordenar os fatos no tempo; tem grandes dificuldades em lidar com o fator tempo. Necessita dispersar energia; é como se estivesse em curto-circuito, liga e desliga todo o tempo. E nem sempre é mal/educado ou mal/treinado...

Características:
São afetados por todos os tipos de estímulos externos, sendo incapazes de inibir sua necessidade de dispersão; não conseguem fixar sua atenção em algo por muito tempo; elas se fixam tanto nos detalhes quanto no conjunto, mas qualquer atividade ordenada lhes causa fadiga. Tem sua atenção no que estão fazendo tirada por estímulos que outros nem sequer chegam a perceber como a buzina de um automóvel, o vôo de um inseto, numa sala de aula são capazes de encantar-se com detalhes num lápis ou numa borracha que as outras crianças nem notam. Esquecem-se com freqüência dos detalhes de suas atividades diárias. Nas relações sociais, a desatenção pode manifestar-se por freqüentes mudanças de assunto, por não serem capazes de fixar-se naquilo que está sendo falado e por se distraírem com tudo o que os cerca.

Por funcionarem em curto-circuito, estão sempre aptos a realizarem muito bem tarefas que requeiram muita energia em pouco tempo. Elas irradiam tanta energia no que fazem; que contaminam os que estão à sua volta; e quando em idade escolar freqüentemente transformam-se num foco de perturbação para a execução de qualquer tarefa em sala de aula que exija um esforço constante de atenção e de elaboração mental; o que, ocasiona conflitos com professores; com a escola e dentro da família. Quase sempre pais e educadores por falta de conhecimento do problema interpretam esse distúrbio como um ato voluntário; devido a isso, essas crianças são ajudadas ou tratadas de forma inadequada.

Sinais que podem conduzir ao diagnóstico precoce da SDAH
a) No bebê alguns sinais podem indicar um possível desenvolvimento da SDHA mais tardio como: períodos de sono mais curtos; despertar várias vezes à noite; chorar sem motivo aparente; cólicas abdominais freqüentes e mais fortes que o habitual; alto grau de insatisfação e desconforto. Os bebês e as crianças pré/escolares hiperativas diferem das crianças ativas por estarem constantemente inquietas e envolvidas com tudo que ocorre ao seu redor; movem-se o tempo todo e rapidamente, correndo de um lugar para outro, subindo em móveis; os maiores apresentam dificuldades para trabalhos em grupo durante a pré/escola (atender a uma ordem, sentar-se para ouvir uma história, etc.).
b) As crianças em idade escolar têm comportamentos parecidos; mas em geral com menos intensidade e freqüência que os bebês e os pré/escolares. Têm dificuldades em permanecer sentadas durante a refeição; enquanto fazem lições ou assistem a um programa de televisão. Manuseiam objetos compulsivamente e batem com as mãos ao mesmo tempo, que balançam pernas e braços. Com freqüência falam demais e podem fazer ruídos durante atividades tranqüilas. São impulsivos e impacientes. Não protelam respostas, que são proferidas antes mesmo das perguntas terem sido completadas. Não conseguem aguardar sua vez, invadem com freqüência ambientes como consultórios médicos onde estão sendo consultados outros pacientes que os antecedem. Interrompem a conversa dos outros. Costuma agarrar objetos de outras pessoas; tocar em coisas sem permissão e fazer palhaçadas para chamar a atenção. Por não conseguirem controlar seus impulsos correm sempre riscos de provocar ou sofrer acidentes (como por exemplo, derrubar objetos e colidir com pessoas, segurar e deixar cair objetos quentes). Essas manifestações de comportamento estão sempre presentes em qualquer local onde se encontrem.
c) Em adolescentes e adultos, por contenção própria ou educacional, estes sintomas assumem a forma de sensações de inquietação e ansiedade exacerbada e dificuldade para se envolver com atividades tranqüilas ou sedentárias.

Diagnóstico
O diagnóstico do problema é sempre clínico e raramente essas crianças são portadoras de outras lesões ou distúrbios que podem acompanhar o quadro. Embora, muitos costumem apresentar alterações na coordenação motora e inadequação espaço/temporal.
O diagnóstico deve ser cuidadoso e criterioso, uma vez que vários conflitos circunstanciais podem se manifestar através de comportamentos semelhantes (lares ou ambientes caóticos, desorganizados e conflituosos). É fundamental constatar-se esse padrão de comportamento por um período de seis meses, em ambientes diferentes. O diagnóstico diferencial sempre deve ser feito com a ajuda de um neurologista.

Critérios diagnósticos para Transtornos de Déficit de Atenção-Hiperatividade

A) Relacionados à Desatenção
Se seis ou mais sintomas de desatenção persistirem por pelo menos seis meses, pode-se caracterizar a criança como portadora do distúrbio. São eles:
• Falta de atenção a detalhes ou erros freqüentes por descuido em atividades escolares de trabalho ou outras atividades;
• Dificuldade para manter a atenção em tarefas ou brincadeiras;
• Dificuldade para escutar quando lhe dirigem a palavra;
• Dificuldade para seguir instruções e para terminar tarefas escolares ou domésticas;
• Dificuldade para organizar-se em tarefas ou atividades;
• Relutância em envolver-se nas tarefas que exigem esforço mental constante;
• Perda freqüente de objetos necessários à realização de tarefas ou atividades;
• Distração fácil por estímulos alheios à tarefa;
• Esquecimento freqüente de atividades diárias.

B) Relacionados à Hiperatividade/Impulsividade
A persistência de pelo menos seis sintomas por mais de seis meses também ajuda a caracterizar a criança portadora do distúrbio.

Tais sintomas são:

1)Hiperatividade
• Agitação freqüente de mãos e pés, com dificuldade para se aquietar na cadeira comendo, em sala de aula ou em situações nas quais se espera que permaneça sentada;
• Inquietude extrema; ela faz tudo com pressa, correndo;
• Falar demais;
• Correr ou escalar objetos com freqüência, em situações nas quais isso não é apropriado;
• Dificuldade para brincar ou se envolver em silêncio em atividades de lazer.

2) Impulsividade
• Respostas precipitadas, emitidas antes de terminada a pergunta;
• Interrupção habitual dos assuntos dos outros (por exemplo, conversas ou brincadeiras) ou ainda intromissão freqüente nos mesmos;
• Dificuldade para aguardar sua vez.

Problemas causados pela instabilidade psicomotora
a) Transtornos da afetividade: essas crianças apresentam um excesso de expressão nas emoções e uma ambivalência nas reações. Que se manifestam; por exemplo, por acessos de cólera que se transformam rapidamente em carícias, dores que aparecem e somem sem ajuda, tristeza que se transforma em repentina alegria.
b) Transtornos psicológicos: dependendo da idade, apresentam pouca tolerância à frustração; acessos de raiva nos quais agridem tudo que estiver à sua volta; até a si próprios; atirando-se ao chão puxando os próprios cabelos; denotam caráter dominador; são teimosos; insistentes em suas solicitações até á obstinação; apresentam instabilidade de humor; são impulsivos e impacientes; e muitos denotam baixa auto-estima.
c) Transtornos de conduta: atos de indisciplina com arrependimento quase imediato, necessidade constante de mudanças e de movimentos, palavras e gestos entrecortados por outros.
d) Transtornos de sociabilidade: quase sempre são rejeitados por seus companheiros, desenvolvem relacionamentos complicados com a família e com os professores. As manifestações por impulsividade comportamental e cognitiva acarretam um desgaste emocional do indivíduo, bem como de seus familiares e educadores.

Os sintomas são agravados:
Em situações que exigem atenção ou esforço mental constantes; ou mesmo naquelas que não possuem um apelo interessante como ouvir professores, realizar tarefas escolares, escutar ou ler materiais extensos ou trabalhar em tarefas monótonas e repetitivas; participar de reuniões sociais ou eventos religiosos que exijam concentração e silêncio.

Os sintomas são atenuados:
Algumas vezes os sinais podem ser atenuados ou estar ausentes quando o indivíduo se encontra sob controle rígido; em uma situação nova; em uma atividade muito interessante; ou quando a atenção é dirigida a ele.
Na maioria das vezes os sintomas atenuam-se de forma importante na adolescência e na idade adulta. Muitas vezes por contenção ou por terem sido bem cuidados na escola que tem uma importância capital na evolução do problema.

Origem do problema:
Sem dúvida ao nascimento a criança já traz consigo o gérmen do distúrbio, a tendência a predisposição que pode ser desencadeada ou acentuada por fatores ambientais e sociais. Nota-se que o número de casos aumenta a cada dia em função de vários fatores ambientais como: o excesso de estímulos propiciado pela vida moderna pela mídia, pelos artefatos e brinquedos lúdicos altamente estimuladores com sons, cores; o despreparo dos pais já que até os dois anos de idade tudo que a criança faz é motivo de encantamento e de orgulho.
O conceito médico mais atual é o de que há uma imaturidade de algumas áreas do sistema nervoso central. Essas áreas são os centros cerebrais responsáveis pelos mecanismos de atenção e concentração, pela inibição dos impulsos e pela organização das funções motoras. Desse modo as vias que transmitem os sinais nervosos estão com os neurotransmissores desregulados dificultando a condução do estímulo.

Prognóstico e Escolaridade
A síndrome do Déficit de Atenção-Hiperatividade está diretamente relacionada à escola; pois é responsável, muitas vezes, pelo baixo rendimento escolar, ocasionando repetências e problemas de aprendizagem. O comportamento desorganizado da criança leva muitas vezes à mudança de escola; pois, apesar de uma inteligência normal elas não são capazes de prestar atenção nas aulas; com isso distraem também seus colegas de classe; têm dificuldades em fazer as lições de casa; pela dificuldade em manter a postura adequada logo; tornam-se impopulares e até rejeitados pelo grupo.
Tais crianças passam a ser rotuladas de endiabradas e desobedientes, necessitam de medicamentos e técnicas de memorização para que possam realizar as tarefas escolares.
As escolas, de maneira geral, lidam mal com o problema por desconhecimento deste transtorno; pelo cumprimento de suas normas de maneira rígida e pela falta de parceria com outros profissionais: psicopedagogos, psicólogos e fonaudiológos; estes profissionais deveriam obrigatoriamente acompanhar a evolução dessas crianças, orientando pais e educadores.
É necessário também que os profissionais conheçam as fases evolutivas da criança para não confundir ataques de birra, negativismo, oposição, dificuldade de aceitar limites e outras características com o quadro de hiperatividade.
É preciso também não confundir a SDAH com as crianças com Q.I alto ou baixo; que podem se tornar desinteressadas ou desajustadas em sala de aula necessitando de outro tipo de abordagem.
A SDAH aparece antes dos sete anos de idade e não tem cura medicamentosa, costuma haver uma melhora do quadro à medida que a criança recebe a ajuda necessária e quando atinge a idade adulta. Porém muitos adultos são mais predispostos aos transtornos da ansiedade e distúrbios de personalidade, alterações de humor.

Sugestões de como lidar com crianças Hiperativas em sala de aula
• A rotina de classe deve ser clara e previsível.
• Devem ficar afastadas de portas e janelas para evitar que se distraiam com outros estímulos.
• As salas de aula devem ser claras possibilitando boa visão.
• Devem ser colocadas nas primeiras carteiras e no centro da classe.
• Deve-se manter sempre o contato visual quando se fala com elas.
• As atividades didáticas devem ser intercaladas (alto e baixo interesse) durante os dias evitando a concentração de um mesmo tipo de tarefa.
• Ordens e instruções devem ser dadas por frases curtas, recomendando-se ao professor para que se certifique de que houve compreensão por parte das crianças.
• Algumas delas necessitam de um acompanhamento especial procurando-se estimulá-las nas tarefas.
• Deve-se permitir a essas crianças atividades na sala de aula nas quais elas possam se locomover (recolher material, apagar a lousa, etc.).
• É recomendado ao professor que permita a saída desses alunos da sala de aula quando estiverem muito agitados para que refaçam o auto/controle.
• Os profissionais envolvidos na educação dessas crianças devem manter permanente contato com os pais, solicitando-lhes que acompanhem as anotações nos cadernos, que verifiquem as tarefas enviadas...
• O professor deve procurar incentivar e elogiar essas crianças, reforçando sua auto/estima.
• Crianças hiperativas são melhores sucedidas em classes pequenas.
• O professor deve explicar aos demais alunos o porquê de determinadas atitudes com aquelas crianças, evitando, assim, ciúmes e rivalidade.

Essas crianças podem receber uma ajuda considerável com o uso de terapias que atuem diretamente na energia vital como: Homeopatia, Florais, Acupuntura, Reiki – E tratamento espiritual especializado; pois, essas crianças são mais vulneráveis a influências energéticas; tanto de encarnados (pois, são vistas como bicho carpinteiro, capetinhas pelas pessoas em torno – tirando os pais são pouco ou nada amadas) – pela somatória dos fatores; elas estão sempre mais vulneráveis; ás influências de desencarnados.

sábado, 30 de janeiro de 2010

MASTIGAÇÃO DEFICIENTE

Pressa ou preguiça?
De quem? Das crianças ou dos pais?

Na apressada vida contemporânea; na época de introduzir a comida sólida o adulto tritura no liquidificador ou passa o alimento no processador para que a criança coma mais e, bem rápido; isso gera problemas de lenta resolução.
Ela acomoda-se à consistência; e depois, não aceita mastigar, futuramente surgem os problemas de dentição e respiração, e, ela vai precisar de ajuda para a correção ortodôntica e de fonoaudiologia; bem prolongada.

Alguns outros erros comuns causam doenças: criança que mama deitada pode desenvolver otites de repetição; que mama dormindo perde rapidamente a dentição com cáries graves; a que regurgita quase sempre ingere mais alimento do que pede suas necessidades; isso na ausência de lesões anatômicas.

Mastigar mal dá gastrite?
A má mastigação também leva a comer demais; mastigar é iniciar a digestão triturando o alimento sob a ação de enzimas digestivas contidas na saliva; fazê-lo mal sobrecarrega o estômago o que contribui para a formação de úlceras e gastrites.

Mastigar mal engorda?
O combate à obesidade deve começar pela forma correta de mastigar, com isso consegue-se reduzir quase a metade a quantidade de alimento ingerido; mastigar de forma correta é condição essencial para iniciar um processo de reeducação alimentar, em média, nós mastigamos quatro a cinco vezes; quando o ideal é de no mínimo vinte e cinco a trinta vezes.

Mastigar pouco e mal é uma das causas importantes de maior incidência de cáries – tudo que não se usa estraga. Na mente, vidinha de ratinho de laboratório termina em Alzheimer ou Parkinson – preguiça de usar o corpo acaba em artrite, artrose – e assim sucessivamente...

Dica:
Vai começar um processo de reeducação alimentar? – Mande fazer uma plaquinha de acrílico e toda vez que for comer, ponha na sua frente:

NÃO ESQUEÇA DE MASTIGAR.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

VACINE-SE CONTRA OS INTERESSES ALHEIOS

MAIS UMA PEÇA QUE FALTAVA NO QUEBRA CABEÇAS DO DESTINO DA SAÚDE DOS HABITANTES DE PAÍSES DE TERCEIRO E ÚLTIMO MUNDO

Vem aí uma das doenças de última geração criada nos laboratórios do governo oculto.
A vacina contra as doenças hemorrágicas (dengue e febre amarela) transmitidas de ser humano a ser humano sem a ajuda do mosquito (bicho analógico e natural demais) – pois, o negócio da atualidade são doenças virtuais e com a ajuda de mudanças de DNA em vacinas e alimentos transgênicos.

De onde essa turma tirou essa idéia?

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Fundação Gates destinará US$ 10 bi a vacinas em 10 anos
Sex, 29 Jan, 11h22
Davos (Suíça), 29 jan (EFE).- A Fundação Bill e Melinda Gates anunciou hoje que destinará US$ 10 bilhões para ajudar a pesquisar, desenvolver e distribuir vacinas durante os próximos dez anos nos países mais pobres do mundo.
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"Devemos fazer da próxima década a das vacinas", disse Bill Gates, em entrevista coletiva no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na qual pediu que pessoas e empresas invistam neste objetivo.
O fundador e ex-presidente da Microsoft disse que esta iniciativa contribuirá para salvar a vida de mais de 8 milhões de crianças até 2020.
"As vacinas salvam e melhoram as vidas de milhões de pessoas nos países em via de desenvolvimento. A inovação nos permitirá salvar mais vidas infantis do que nunca", acrescentou.
"As vacinas são um milagre. Algumas doses podem prevenir doenças graves pela vida inteira", disse Melinda Gates.
Acrescentou que "o desenvolvimento de vacinas é a prioridade da fundação, já que comprovamos seu elevado impacto sobre a vida da população infantil".
Segundo os especialistas, com um aumento significativo do número de vacinas distribuídas em países em vias de desenvolvimento, até alcançar uma taxa de cobertura de 90%, seria possível evitar a morte de 7,6 milhões de crianças com menos de cinco anos entre 2010 e 2020.
Estas vacinas, disse Melinda Gates, incluem novos tipos, como a do rotavírus, que provoca diarréia severa, uma doença que mata a cada ano meio milhão de crianças, e a da pneumonia, que leva à morte 2 milhões de crianças todos os anos.
A Fundação Bill e Melinda Gates sugere que mais 1 milhão de crianças poderiam ser salvas, caso se consiga introduzir uma vacina efetiva contra a malária até 2014.
"Meu sonho é que se consiga uma vacina efetiva contra a malária, por isso a comunidade científica trabalha sem descanso para alcançá-la", disse Melinda.
O anúncio realizado hoje pela Fundação Bill e Melinda Gates se junta à doação de US$ 45 bilhões destinados até o momento à pesquisa, desenvolvimento e distribuição de tratamentos para todo tipo de doenças. EFE

Não custa esperar prá ver.
Mas,mas cautela e caldo de galinha não faziam mal prá ninguém. Hoje, cautela continua em alta; porém caldo de galinha pode representar a morte mais precoce...

Na dúvida: Vacine-se – Mas, não se deixe vacinar.

domingo, 10 de janeiro de 2010

O ESGOTAMENTO PSICOLÓGICO E SEUS DESDOBRAMENTOS

Nesta série vamos apenas brincar de parar prá pensar.

Você já é da turma do: NÃO AGÜENTO MAIS...?

A sensação de cansaço após uma realização útil e prazerosa é reconfortante, pois basta apenas um descanso para o corpo e a mente para que as energias sejam renovadas: estamos prontos para outro desafio de viver...

Porém:

Quem se queixa de cansaço permanente:

Não gosta do que é, nem do que faz.

Ou

Está fazendo tudo da forma errada.

Inútil até.

O estresse inútil comanda a vida das pessoas cansadas, tristes ou desalentadas de forma crônica, que logo se transformam em depressivas, angustiadas ou em pânico.

Quase mortas, em vida.
Esperando a cura milagrosa num remedinho.


O que será que o Mestre quis dizer com:
“Deixem os mortos enterrarem os seus mortos..”???


Caso o cansaço, a depressão, o desalento e as dores crônicas já tenham batido á sua porta – antes de tudo – reavalie sua vida.